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sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Silvana Mangano


 Tanto tempo sem postar nada aqui no blog e volto com uma imagem da atriz italiana Silvana Mangano de quem eu era totalmente fã e ainda sou. A foto que acho que seja do filme Morte em Veneza está numa página do Facebook e de lá arrastei pra cá.

Acho que a foto foi feita num intervalo de filmagem. Silvana fumando, sob um chapéu de tule, chiquérrima num modelo início do século XX. 

Bom, recomecei bem a leva de postagens nesse finalzinho de ano.

domingo, 17 de outubro de 2021

Marlene Dietrich



Foto bem conhecida de Marlene Dietrich. Está no Google em muito melhor qualidade, mas preferi escanear da coleção Universo 1967 que reunia em suas páginas, mês a mês, tudo aquilo que havia sido notícia naquele ano. Eu tenho mais um volume, o de 1968, o primeiro foi o de 1966 e depois, não sei se a coleção continuou.

Gosto das páginas amareladas das antigas revistas e coleções e gosto do tom das impressões em cinza. Acho que as pernas de Marlene ficaram mais bonitas granuladas, mais insinuantes. O nítido das atuais reproduções, na maioria das vezes, perde o charme. E o mistério.

Essa foto de Marlene é do fotógrafo Milton Greene que, aliás, faz parte de uma série de fotos que ela fez com ele em 1952, tendo como foco as pernas perfeitas da estrela.

Voltando para os anos 60...

O mês era outubro e, naquele 1968 tão conturbado politicamente no mundo todo, Marlene estava em Nova York hipnotizando e eletrizando as platéias.

Um anjo provocante, Marlene Dietrich. Em cinza e eternamente Azul!



 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Rogéria


Foto de um cartaz de um filme que colei nos álbuns e que tinha Rogéria no elenco. 
Já li a biografia de Rogéria, mas não vi citação a ele. Rogéria fez tanta coisa que, de repente, passou... 
Rogéria era um ator transformista completo, cantava e dançava e mais, muito mais. Era ótimo no drama e na comédia, ou seja, um artista completo. Teatro, cinema e televisão ele fazia tudo bem.
Vi Rogéria com Agildo Ribeiro no show Alta Rotatividade aqui em Salvador, final dos anos 70, início dos 80, não lembro. Lembro de Rogéria dançando e cantando, contando piadas e ao lado de Agildo que era o máximo, engraçado demais. Era pau a pau. Os dois magníficos em cena e hilários.
Vi Rogéria no seu último trabalho no filme Divinas Divas. E li no ano passado a biografia dela, vida ótima, agitada, uma luta, uma vitória. 
A foto abaixo foi tirada da TV por um amigo que me mandou pelo zap em 2017 quando ela faleceu.


(para ouvir a playlist do blog clique na setinha acima à esquerda.)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Silvana Mangano por Darcy Penteado


Reolhando os meus álbuns antigos achei este recorte de uma matéria sobre um portrait que o pintor Darcy Penteado havia feito de Silvana Mangano, a atriz mais refinada que o cinema já teve, a mais nobre, a mais classuda. Fui ao Google pesquisar alguma coisa sobre aquele evento, mas não há nada por lá, não existe fotos da Mangano pintada pelo brasileiro Darcy Penteado. Então, esta é mais uma novidade antiguinha que "lanço" aqui.
Darcy Penteado foi um artista de obra diversa, mas que era craque em fazer retratos, retratos de mulheres e homens famosos, gente de destaque na sociedade, artistas etc. O retrato de Odete Lara, a atriz mais chique do cinema brasileiro - a Mangano nossa - é lindo. Penteado tinha um traço bonito e elegante, mas tem muita coisa dele que acho cafona. Esse portrait de Silvana Mangano é realmente muito bonito, ele captou bem a elegância, o refinamento e a delicadeza da atriz.
Outros artistas plásticos brasileiros fizeram trabalhos semelhantes de desenho e pinturas e de temas parecidos ao de Darcy Penteado. Albery, foi um que também fez muito retrato de pessoas famosas, do "jet-set" kkkkkk e tinha um traço refinado, às vezes usava muitas cores. Nos anos 70 Albery alvançou fama internacional, era requisitadíssimo, vivia nas altas rodas. Também acho umas coisas de Albery tremendamente cafonas, mas gosto dele, fez muita coisa legal. O desenho de capa para um disco de Jorge Ben nos anos 70 é lindo. Infelizmente Albery morreu cedo.
Luís Jasmim foi outro pintor que no início da carreira e no seu auge nos anos 70 também se especializou em retratos de gente famosa e fez coisas deslumbrantes. A série que ele fez de desenhos com Tonia, Danuza, Marisa Urban e outras mulheres da época são deslumbrantes. Fez capas lindas de discos de BethâniaGal, Clara NunesMarília Medalha e retratou muitas mulheres do society brasileiro. Como Albery era uma febre entre as ricas dondocas. Ao final da carreira, o trabalho de Jasmim mudou completamente, usava muita cor e me parecia que ele tinha desaprendido a desenhar...me lembro de umas fotos de uma de suas últimas exposições e não entendi...perdeu o traço lindo que ele tinha e a aquela riqueza de imagens e de muitos detalhes que tinha os seus antigos trabalhos.
O baiano Adelson do Prado também foi um artista plástico que fez muita retrato de mulher bonita, Carmen Mayrink Veiga e Gal Costa ganharam dele trabalhos super bonitos. Mas Adelson tinha um trabalho bem diversificado, tinha uma coisa meio naif, trabalhava temas da cultura popular, não se concentrou naquela coisa do portrait
E é isso. Todos esses 4 artistas brasileiros já são falecidos, foram embora cedo. No Google tem muitas imagens das obras deles.


Esta matéria do encontro entre Darcy Penteado e Silvana Mangano saiu na revista Intervalo 2000, creio que em 1972. Nessa época eu comprei muito essa revista que havia mudado o lay-out, ficou maior e com o papel de melhor qualidade. Infelizmente guardei delas apenas recortes que colei nos álbuns.


domingo, 28 de janeiro de 2018

Maria Félix


Varias carinhas lindas da belíssima e chique atriz mexicana Maria Félix
Por que será que mulheres assim, como a Maria Félix, não são mais "produzidas"? 
Mulheres como ela viraram coisa de cinema mesmo.
As fotinhas são da página Maria Félix do Facebook
Qual a que ela está mais bonita???

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Joan Crawford e o Natal


Revista Seleções, dezembro de 1967.


 Adoro Joan Crawford e a cara dela de maluca prestes a surtar, explodir e dar um ataque de nervos violentíssimo. Apesar de sempre estar impávida e colossal em seus trajes elegantes e conjuntos de joias combinando, impecável, o climão era de falsa calma, de controle no descontrole. 
Rosto impenetrável. 
Maquiagem pesada. Linda e serenamente falsa. 
Um vulcão adormecido e pronto para explodir!
-Corram, crianças!!!!! 
Imaginemos um Natal em casa da Crawford. Meigo.
Que pax!


Anúncio da Pepsi, revista Seleções, abril de 1967.



segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Roger Vadim . O Charmante Diretor de Cinema


Foto de Roger Vadim colada em meus álbuns de artistas dos anos 60/70. 
Vendo esta foto atualmente descubro ou redescubro o porquê de tantas mulheres lindas, famosas e tão diferentes entre si ficaram loucas pelo diretor de cinema francês... E deus criou Vadim? Sim. E Annette Stoyberg, Brigitte Bardot, Jane Fonda, Catherine Deneuve e muitas outras descobriram o que Vadim tinha de "especial" e caíram matando em cima do rapaz. E ele, ao que parece, dava conta, deu conta de todas. 
Sortudo ele. Sortudas elas.
Me lembro que no enterro dele, todas estavam no cemitério,  menos a bela da tarde. Todas elas, lindas e tão diferentes unidas em respeito àquele que lhes dera projeção, filmes e amor.



BB aspergindo a água benta.


Na foto acima, Brigitte Bardot, Annette Stroyberg, Catherine Schneider, a viúva Marie-Christine Barraut e Jane Fonda. Só não estava a Deneuve. 
(fevereiro de 2000)

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Elsa Martinelli


Uma Audrey Hepburn italiana, com mais "molho" e, também, uma bonequinha de luxo. Muito chique, elegante e bela, aliás, belíssima!
Acho que encontrei essas duas fotos no Facebook. A de baixo é ótima, uma reprodução toda riscadinha. Antiga!
Elsa Martinelli nasceu em 1935 e faleceu este ano.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Cinema Liceu


 Foto do interior do antigo Cine-Teatro Liceu
A foto e texto são do livro A Arte de ter um Ofício - Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, 1872 - 1996.
O livro é o resultado da dissertação de mestrado da professora Maria das Graças de Andrade Leal.
Deste livro, que eu comprei pelas ruas de Salvador, já coloquei em outro post aqui do blog, as fotos e o texto referente ao Cinema Popular.
Frequentei muito o cine Liceu durante os anos 60 e 70. Era um cinema classe A, frequência ótima - diziam ser o cinema da sociedade baiana - mas por este tempo o cinema já tinha sofrido restaurações, se modernizado e ficando no estilo funcional. Na foto acima vê-se como era o cinema em sua arquitetura e decoração originais. Era um verdadeiro luxo o Liceu!
Não digo que tenha sido uma pena ter acabado o cinema porque naquele lugar em que ele ficava, uma rua atrás da Pça. da Sé, hoje, é impossível de se ir por causa da violência que impera no local. Nos anos 60 e 70 todos iam qualquer dia e a qualquer hora assistir aos filmes . Agora, o bicho pegou. 
Um outro fator é, também, porque aqueles tipos de cinema imensos acabaram, agora existem os cinemas de shoppings ou pequenas salas de exibição que agregam e oferecem no local onde funcionam outros serviços, comodidades como livrarias, sorveterias, lanchonetes, lojinhas etc. etc.
By, by, Liceu!





Abaixo um "reclame" do filme Futebol em Família em cartaz no Liceu em 1939. (Jornal A Tarde).


domingo, 20 de agosto de 2017

Adriana Prieto . Bette Davis . O Cigarro


 Foto de  Adriana Prieto, a atriz brasileira que morreu tão cedo e que escaneei da Enciclopédia da Beleza Feminina de 1968. Adorei o cigarro à Bette Davis com a cinza enorme prestes à cair.
Nada a ver Adriana com Bette. Uma natural e a outra climática, dramática. Em comum, só a cinza do cigarro das fotos, enormes, a pender, a cair.
Associações antiguinhas para quem tem lembranças cinematográficas.
Fui ao Google a arrastei Bette fumando, como sempre, nos filmes e na vida.
 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Luz . Câmera . Ação


Um set de filmagem.
Ilustração da Globerama - Tesouro de Conhecimentos Ilustrado -, enciclopédia em seis volumes, edição de 1962.
Amo este didatismo nas ilustrações da Globerama. Todos os profissionais, técnicos e equipamentos de um antigo estúdio de filmagem estão aqui.
Muitos detalhes.
E muita...
Ação!!!

sábado, 1 de abril de 2017

Maria Félix


A atriz mexicana, uma das mulheres mais lindas e elegantes que já existiu neste planeta em foto sensacional que arrastei do Facebook, onde Maria Félix tem uma página dedicada a ela.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Cine Popular . Salvador


Esta primeira foto é dos anos sessenta, no detalhe que fiz abaixo, dá pra ver que estavam "levando" Terra em Transe de Glauber Rocha. A fachada mudou um pouco em relação a dos anos 70. É de nota a elegância do porteiro vestido em paletó e gravata, chiquérrrrrrrrimo!

 Nas minha andanças pela Velha Bahia, encontrei "na chon" das suas ruas, o livro A arte de ter um ofício - Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, 1872 - 1996, resultado da dissertação de mestrado da professora Maria das Graças de Andrade Leal. A pesquisa feita pela autora conta toda a história do antigo Liceu da Bahia, local de ensino de vários ofícios para crianças e jovens de Salvador. 
Construção belíssima que, além das oficinas em imensos galpões, abrigava em seus ricos salões coleções de obras de arte, quadros e esculturas, a biblioteca, além das imagens sacras da sua capela interna. Infelizmente um incêndio destruiu o seu interior e quase tudo virou pó. 
A construção foi posteriormente restaurada, assim como o que restou do seu acervo e sendo reaberto depois.
Atualmente eu nem sei a quantas anda o Liceu e o que ainda está em funcionamento por lá. Espero que tenha ainda alguma serventia ou abrigue, ao menos, um memorial do antigo Liceu. Se estiver fechado, é mais uma coisa a se lamentar nesta Velha Bahia de meu deus.
Bem, mas o que me atiçou para a compra do livro foram as fotos do Cinema Popular que, como o Cinema Liceu, este considerado durante muito tempo o mais chique e frequentado pela gente bem de Salvador, funcionavam nas dependências do Liceu de Artes e Ofícios.
O "Cine" Popular eu frequentei muito, aliás, eu e toda a minha turma da época, ligadíssima em filmes de arte, os chamados filmes de autor, filmes não comerciais. Lá eu vi muito filme bom, não me lembro quais, mas tudo que passava por lá era de qualidade, filmes que não davam bilheteria justamente por não serem populares, aqueles difíceis, herméticos. Paradoxo: o impopular era exibido no Popular.
O cinema ficava em uma rua do "brega", rua estreitinha na  quebrada de uma ladeira e atrás do Liceu, mas, mesmo assim, todo mundo ia lá e não era nada amedrontador ou tenebroso se compararmos com o que acontece nas vielas do centro à noite atualmente. Violência nunca ocorreu com os frequentadores habituais do Popular.
Eu amei essas fotos e comprei o livro já pensando em escanear pra colocar aqui. Há quantos anos eu não me deparava com imagens tão boas do Popular.
Torno a dizer que não tenho saudade de nada, meu blog não é saudosista apesar de falar do que passou, mas Salvador, já foi tão mais legal, a cidade tão mais humana e com pessoas inteligentes e cultas, como as que frequentavam o antigo Cine Popular.


Esta segunda foto é dos anos 70, década em que eu fui muito ao Popular. A fachada tinha sido um pouco modificada. 
Eu fiquei em transe com estas duas fotos!!!!

 Detalhe da foto anterior onde dá para ver as vitrines externas com as fotos dos filmes - vitrines de vidro e que ninguém jamais quebrou, se fosse hoje... - a bilheteria, a pequena sala de espera com fotos de futuras exibições. Tudo simples, tudo limpo, tudo ótimo!


Um dos filmes que vi no Popular, tijolinho /anúncio  de jornal recortado e colado em um de meus álbuns. Este deve ser dos anos 70
Já achei um outro recorte tipo esse e depois coloco aqui.

(Abaixo, parte do texto do livro sobre a história do Popular).



sábado, 3 de dezembro de 2016

Cinemas de Salvador em 1997 e Vinhetas



Interessante notar como muitos cinemas que existiam em Salvador em 1997, hoje, 2016, muitos deles já não existem mais! O Brotas Center não ouço mais falar, o Excelsior fechou há muito tempo, foi restaurado - é um cinema dos anos 30 - e nunca mais abriu para o que quer que seja. 
O Tamoio, gracinha de cinema, foi-se, virou igreja durante um tempo e cerrou as portas novamente. Suponho que agora reabra, acho que com outra função, quando inaugurarem o Hotel Fasano que irá funcionar no antigo edifício do Jornal A Tarde que abrigava o Tamoio
Os cines Ponto Alto acho que não phuncionam mais. O Glauber Rocha que já foi o cinema Guarany, agora é o Espaço Itaú Glauber Rocha com várias salas, livraria, café. Modernizou-se.
Os cines Itaigara, acho que não phuncionam mais e os pornôs Pax, Astor e Jandaia já tinham dado o que tinham para dar e fecharam. Resta ainda o Tupy.
O Jandaia é uma tristeza só! É um cinema do final dos anos 20, art déco, lindo, e está no chão praticamente. Deixaram ruir e é este o cinema que eu realmente sinto como uma perda horrível para Salvador, para a Bahia, pois era um cinema lindíssimo que poderia hoje estar restaurado e abrigando uma bela casa de shows. Carmen Miranda se apresentou nele nos anos 30. 
Agora o Jandaia já era, pois dele só restam mesmo as paredes externas. Lástima!!!
Bem, o jornal escaneado aqui é o A Tarde de novembro de 1997 e as vinhetas são do jornal e davam a cotação para os filmes exibidos nessa época. Eu adorei essas vinhetas, não lembrava delas.





sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Ann Miller e as Traças



Colada por um fã na entre-capa de um livro, esta foto de Ann Miller já estava nos seus estertores: as traças roeram, bordaram o papel, pinicaram tudo, fizeram a festa, mas dá ainda pra ver a actriz americana, em véus, executando um bailado oriental. Mais um pouco e...
E eu salvei a foto antes do bailado final das traças. Onde elas não chegam, eu chego executando um salvamento, um resgate, um reciclo.




segunda-feira, 18 de julho de 2016