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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Tereza Souza Campos, A Mais Bela Morena


A mais bela e elegante morena do Brasil, Tereza Souza Campos é um nome sempre presente quando o assunto é elegância ou, melhor, de quando havia elegância no Brasil... o tempo de mulheres/aparição, deslumbrantes que quando surgiam nos salões abafavam os ambientchssss.  Carmen Mayrink Veiga, Lourdes Catão e mais a linda morena Tereza Souza Campos formavam o trio das ricas, refinadas e elegantérrimas, mitos da sociedade tradicional carioca ou, a trinca magnífica e insuperável entre as 10 mais de todas as listas que houvessem.
Essa foto está no livro Nova Etiqueta de Ibrahim Sued da Editora Top Promoções e Publicidade com distribuição da Record, 1978. Eu já tinha uma edição desse livro, mas, esta, eu comprei esse ano em São Paulo e é autografada pelo autor. Mas fica pra depois, esse post do autógrafo e dedicatória do Ibrahim
Cavalo não desce escada!
Sobre Tereza: eu tinha um LP de músicas com as composições de Carlos Guinle onde Tereza Souza Campos cantava, acho, umas duas músicas. "Não tem Solução" parceria com Caymmi, era uma delas. E como ela cantava bem! Afinada. Infelizmente tive que me desfazer do mundaréu de discos por absoluta falta de espaço. Na época, era eu ou os LPs dentro de um apê.
Ci Ci de luxo eu chego lá!

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

A Caravana Uiva. Painel de João Câmara . Ibrahim Sued . Didu e Tereza Souza Campos . Jorginho Guinle


 Do pintor pernambucano João Câmara, essas litografias fazem parte do painel O Baile da Ilha Fiscal, nele, personagens do antigo high society carioca são retratados - tratados - com fina ironia pelo artista. Tereza e o marido Didu Souza Campos, Jorginho Guinle e Ibrahim Sued aparecem com "ar de falso luxo, um luxo falsificado".
Este trabalho de João Câmara foi apresentado na XV Bienal de São Paulo, é formado por seis montagens com litografias chamadas de A Caravana Uiva, trocadilho com "a caravana passa" um dos muitos bordões usados pelo colunista Ibrahim Sued em suas colunas sociais.  Havia ainda um filme de 16mm, "Um tiro na Questão".
Eu conheço a obra de João Câmara, um dos artistas plásticos mais fantásticos e importantes do e para o Brasil, mas fui conhecer esta maravilha de painel, graças aos sebos onde ando e onde encontrei a revista Arte Hoje de novembro de 1979, editada pela Rio Gráfica Editora. As fotos da matéria são de Rômulo Fialdini. Comprei a revista e tratei logo de escanear para colocar aqui.
Fui ao Google ver se achava imagens do painel completo, mas, não há. 




João Câmara em 1979 e, abaixo, Ibrahim Sued, detalhe da obra do artista na capa da revista Arte Hoje.


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Uma Reunião do Rio Tradicional . Coluna de Ibrahim Sued


Hummmm!!! Eu adorava essas colunas de Ibrahim e os assuntos.... ah!, os nomes das elegantes...Adelaide de Castro, Lourdes Faria, Lia Neves da Rocha, Yvone Giglioli, Nelly Jafet, todas chiquérrimas!!! E a decoração das casas, o menu!!! Hummmm! Amava! 
Essa coluna está sem data. Uma pena! Mas deve ser dos anos 80. E euzinho, naquela década, pobrezinho - e ainda sou - adorava uma coluna social.
Acho que todas essas grandes damas da sociedade carioca "já se foram". Mas fizeram história.
Mas isso é passado!


domingo, 2 de julho de 2017

Maneco Muller . Negra Bernardes . Yolanda Penteado


No livro de memórias de dona Yolanda Penteado - Tudo em Cor de Rosa - ela conta a passagem pelo Brasil do então futuro Rei da Inglaterra no início dos anos 30 e que ele ficou entusiasmado por Negra Bernardes, a mãe de Maneco Muller



Abaixo duas fotos onde aparece d. Negra Bernardes em uma festa temática organizada por Raymundo de Castro Maya.
As fotos são do livro Castro Maya Anfitrião, editado em 1997.








Manuel Bernardez Muller, Maneco Muller ou Jacinto de Thormes






Maneco Muller . Jorge Guinle . Lia Padilha


Lia Padilha. Nunca vi e nunca ouvi falar! 

sábado, 1 de julho de 2017

Maneco Muller . Lourdes Catão . Tereza Souza Campos . Nicole Hime


Nesta foto está faltando Carmen Mayrink Veiga para formar o trio das mais elegantes, a trinca poderosa. "Oi, zum, zum, zum, zum, tá faltando"...uma!
Tereza cantava super bem. Há muitos anos comprei em São Paulo um LP onde ela cantava "Não tem Solução" de Caymmi e Carlos Guinle e uma outra música que não lembro. Voz ótima, sem vibrato, relaxada, bem moderna. Quando eu  me mudei e fui morar em um ap. menor me desfiz de vários discos e esse LP foi na leva. 

Josephina Jordan e Maneco Muller



Dona Josephina Jordan a elegante - mor. A professora, ao lado de Maneco Muller, o Jacinto de Thormes.


E eu até hoje não jantei com Jacinto...
E, numa altura dessas,  acho que já era...
Apesar de Terezas e Dolores falarem bem de mim...
O jeito é pedir mais uísques...embora esteja pronto!
Como é que pode???
Ninguém vai contar. 
E o pior é isso!!

sábado, 24 de junho de 2017

Coluna Social do Jornal das Moças . 1961


A revista Jornal da Moças tinha uma coluna social - Social na Alta - escrita por José Moreno e, nessas três edições, tem notícias bem interessantes para quem gosta do assunto alta sociedade carioca e o que acontecia na vida noturna do antigo Rio de Janeiro, isto é, nos primeiros meses de 1961.





Dona Elisinha Moreira Salles foi destaque na coluna de janeiro. 






As senhoras Carmen Mayrink Veiga e Tereza de Souza Campos movimentou a coluna de março.


domingo, 11 de junho de 2017

Maneco Muller / Jacinto de Thormes : Senhor Elegância . Veja Rio / Dezembro de 1996


Dos meus guardados dos submergentes elegantes da antiga e extinta sociedade carioca, posto hoje aqui esta ótima matéria escrita por Sílvio Ferraz sobre Maneco Muller, que assinava Jacinto de Thormes em sua coluna social do Rio de Janeiro nos anos 50.
Leiam essas histórias antiguinhas, deliciosas e cheias de charme. 
"Depois eu conto..."







Abaixo, dois momentos de Jorge Veiga, cantor que lançou o samba Café- Soçaite de Miguel Gustavo cuja letra cita o colunista social Jacinto de Thormes, o Maneco Muller, e o bordão depois eu conto que finalizava as colunas e deixava um suspense no ar.
Uma outra música, "Café - Soçaite", também cantada por Jorge Veiga, está aqui em uma cena de chanchada da Atlântida com direito aos hilários atores, Zé Trindade, Violeta Ferraz - KKKKK - e Zezé Macedo!!! KKKKKK





Bethânia também gravou o Café-Socaite de Miguel Gustavo.  A primeira gravação é de 1968 e foi registrada em disco. No final da música e substituindo o "depois eu conto", ela citava Nina Chavs, então, a colunista social de O Globo e muito lida na época.
Em 2002, em apresentação em um show, ao final da música, Bethânia substitui o nome de Nina Chavs por Hildegard Angel, a colunista social na ativa no Rio de Janeiro, porém não mais vinculada a nenhum jornal impresso, mas, agora, no blog da net que leva o seu nome.
Pelo visto, Jacinto de Thormes /Maneco Muller ainda dão muito pano legal e pra manga no café society.





A música Café-Soçaite foi lançada em 1955. A "Dama de Preto" segundo conta Joaquim Ferreira dos Santos na biografia de Zózimo Barroso do Amaral, não era ninguém e, sim, uma personagem que, sempre de preto e mal humorada "exalava veneno e contrariedade." Foi criada por Ibrahim Sued para fazer um contraponto nas notícias geralmente elogiosas das suas colunas sociais. Imagino que a Dama de Preto funcionava como um escape para Ibrahim criticar e falar mal de alguma coisa ou alguém.
Mesmo sendo fictícia, tinha gente que insistia em ver e associar esta dama de preto às senhoras Elisinha Moreira Salles e a Beki Klabin. Segundo Joaquim elas detestavam esta confusão.


Foto de Ricardo Fasanello. 
Maneco Muller e, ao fundo, o belo Copacabana Palace, endereço de festas elegantes comentadas por Jacinto de Thormes.

sábado, 20 de maio de 2017

Zózimo Barrozo do Amaral . Anúncio em O Globo








Acabei de ler o livro sobre Zózimo Barrozo do Amaral escrito por Joaquim Ferreira dos Santos, no qual o autor foi exaustivo ao coletar os dados sobre a vida do jornalista e fez um relato perfeito e uma sincera homenagem àquele que eu e mil outros leitores adorávamos ler, no Jornal do Brasil e depois em O Globo. As notícias que ele dava eram ótimas e escritas por ele eram melhores ainda, econômico nas palavras, direto, engraçado, elegante. Uma delícia ler o texto dele.
Zózimo adorava Carmen Mayrink Veiga que era uma presença constante nas colunas, sempre em fotos sensacionais e, muitas delas, eu já coloquei aqui. Aliás, um dos motivos para acompanhar a coluna era ver as mulheres elegantes da alta sociedade carioca.
Mexendo nos meus jornais velhos, encontrei este anúncio miudinho, tipo tijolinho, da coluna de Zózimo. É de setembro de 1996. Achei uma gracinha, escaneei e aqui está ele. É mais um pouquinho de Zózimo aqui no meu blog.
Uma coisa triste foi eu ficar sabendo, através do livro, que Zózimo morreu com apenas 56 anos! Morreu jovem como jovem foi o seu texto.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Danuza Leão . Coluna Social


 Lúcia Flecha de Lima com Dona Arlete Magalhães.

 Esta é mais uma das deliciosas e hilárias crônicas sociais escritas por Danuza que guardei por alguns muitos aninhos. Como o tempo passa!!!!
Jornal do Brasil, novembro de 1997.


sábado, 13 de agosto de 2016

Weekend em Paris com Ibrahim Sued - Jean Manzon Films

Danuza Leão . Coluna Social . 1997


Coluna social das boas, deliciosa de ler e com todos aqueles nomes que faziam a antiga sociedade carioca brilhar, brilhar, brilhar. Nesta aqui, escrita maravilhosamente por Danuza Leão, só falta o nome de Sua Alteza Carmen Mayrink Veiga. Mas, imaginemos dona Lourdes Faria como Danuza a descreveu, devia estar um deslumbramento!!!!


 Jornal do Brasil, 1997.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Pirulitos


Adorei esse pirulito da Coluna de Swann - Alessandro Porro - em O Globo, março de 1998. A piadinha foi boba, mas...KKKK
Emita de Pourtales deve ter arrasado!