segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
O Carnaval do Astros
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
Nara Leão e Jair Rodrigues . Revista Intervalo . 1966
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
Revista Intervalo . Troféu Chico Viola de 1966
A maravilhosa Nara entre dois amigos, Jair e Chico.
Não entendi o penteado de Elis. Um "nero", uma "touca" pra soltar o cabelo depois???
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
Nara Leão e Jerry Adriani . Revista Intervalo . 1966/1967
Nos anos 60 havia uns shows de cantores que a gente trocava tampinhas de refrigerante por um ingresso, era uma loucura! A gente vivia pedindo para os mais velhos guardarem as tampinhas pra gente, vivíamos catando as tampinhas com sofreguidão, afinal, através delas iríamos ver nossos ídolos.
Alguns desses shows de ingresso de tampinha - a gente tirava a cortiça e embaixo tinha uma estampa do nome do show, só essas serviam - aconteceram no Balbininho, antigo ginásio de esportes de Salvador, lindo, construção bem anos 40 que, infelizmente, foi demolido para dar lugar ao estacionamento da Arena Fonte Nova. Lá acontecia competições esportivas, torneios de estudantes, festas. O concurso do Miss Bahia era realizado lá. Era enorme o lugar. Em um desses shows Nara e Jerry se apresentavam. Me lembro que Erasmo Carlos, Wanderley Cardoso estavam no show também. Os cantores eram anunciados, entravam e cantavam os sucessos.
De Nara me lembro bem que ela cantou Opinião e algumas mais, não sei se Carcará, não sei. Não era ainda o tempo de A Banda. Ela entrou com o violão, de calça jeans e blusa quadriculada. O público era só de garotos e garotas, uma gritaria só, acho que não lembro mais do show por causa dos gritos e a acústica era péssima. O show deve ter sido em 64 ou 65.
Esses shows eram uma maravilha, bem populares e Nara estava lá entre os ídolos da Jovem Guarda.
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
Nara Leão
Foto clássica de Nara, escaneada de um antigo recorte de revista, amarelecido e, por isso, mais bonito ainda.
A Globo está preparando um documentário sobre a cantora para breve.
"Será que ela tem na fala mais do que charme, um canhão?
Ou pensam que pelo nome, em vez de Nara, é Leão?"
(Carlos Drummond de Andrade)
terça-feira, 21 de maio de 2019
Nara Leão
Amo Doris, Elis, Gal, Elizeth, Ângela, Maísa, Claudette, Dalva, e tantas outras cantoras maravilhosas que o Brasil já deu, mas...
Nara é a tal!
sexta-feira, 22 de março de 2019
Nara Leão e Tuca . Paris . 1970
Essa foto está colada em um dos meus álbuns dos anos 70 e é da época em que Nara e Tuca, as duas morando em Paris - Nara casada com Cacá Diegues - se juntaram, fizeram as bases de violão do disco e Nara colocou a voz no Lp que lançaria em 1971 só com músicas de bossa nova.
Fiz uma postagem com o mesmo título aqui, mas a foto colocada não é dos anos 70: reconhece-se pelos cabelos e penteados das duas. Mas, já naquela época e, musicalmente, as duas já se afinavam.
Tuca tocava violão super bem e a voz dela era linda, sem vibrato, clara, moderna como a de Nara. Infelizmente Tuca morreu cedo e anda completamente esquecida, parece que nem existiu... o Brasil emburreceu tanto... espero que Nara nunca seja esquecida... mas, com a ignorância galopante, não duvidemos de nada.
Nesta foto as duas parecem que estão ensaiando loucamente para o disco. Menescal dizia: "Nara você não pode ficar sem gravar!!!!" E as únicas músicas que ela queria cantar naquele momento eram as músicas de bossa nova - que ela nunca tinha gravado. E o resultado depois do silêncio é o disco da neve, do casaco e da ponte - do amor, do sorriso e da flor, mais um disco perfeito de Nara Leão.
Abaixo, a página do meu álbum com mil fotos misturadas: João Gilberto, Airto Moreira e Flora Purim, Nara e Tuca, Rachel Welch, Joanne Woodward, Ann-Margret, Warren Beatty e Tom Jobim, Egberto Gismont, Renata Fronzi. Todos cabiam no meu coração de adolescente.
Bom tempo de quem tinha tempo para fazer colher e bordar o cabo.
E fazer álbuns de artistas.
domingo, 25 de novembro de 2018
Nara Leão . "Muito Informal" . 1973
Me lembrei de um pedacinho de papel de jornal que recortei e que tinha um tijolinho, um anúncio de um show de Nara Leão de 1973. Mas onde estaria aquele rasgo de papel??... nos álbuns não estavam, abri todos, fui às gavetas, pacotes e eis que o encontro dentro de um caderno daquela época, caderno tipo escolar onde eu copiava letras de músicas e também colava e guardava coisas dentro. Ufa! pensei que não iria encontrar a lasca, o trapo de papel, no meio da barafunda do "prato predileto das traças", mas achei!
O recorte é de jornal do Rio, o Globo ou Jornal do Brasil, não sei, e ele, pequeno fragmento, nos dá conta do movimento cultural maravilhoso da época do Rio de Janeiro, a Corte, onde acontecia o que havia de melhor em teatro, música, dança, exposições etc.
O grupo Oficina, um marco do teatro dos anos 60, continuava ainda vivo nos 70 apresentando um Tchecov. Carlos Imperial, um faz tudo dos anos 60, compositor, ator, cantor, apresentador etc. etc. produzia Marido, Matriz e Filial, uma comédia, deveria ser e, no elenco, estava Hildegard Angel que depois se tornou colunista social, coluna, aliás, da qual o meu blog se serve sempre.
E muitas coisas mais deveria ter nesta página de tijolinhos com os cartazes da época, só coisa boa, fartura de boas produções culturais. Imaginemos as maravilhas!
Nara Leão, nesta época, estava recém chegada de Paris e já tinha, acho, os seus dois filhos, todos pequenos. Segundo o que li na imprensa do período sobre esse seu show, ela entrava pela porta da frente do teatro junto com o público - devia estar com o violão - e ia direto para o palco fazer o show que se dava "no intervalo da amamentação das crianças". Acabado o repertório do espetáculo, Nara corria de volta para casa para amamentar os filhotes, Isabel e Francisco. Que barato!!!
Recentemente saiu uma caixa contendo vários shows de Nara ao vivo e tem um CD que talvez seja a gravação de o Muito Informal que poderia ter se estendido de 72 a 73, não sei.
sábado, 13 de outubro de 2018
João do Vale . Texto de Ferreira Gullar
Dos meus guardados: João do Vale homenageado em artigo muito legal escrito por Ferreira Gullar para a Folha de São Paulo em dezembro de 1996. Os dois eram amigos de Nara Leão que, com mais Zé Kéti fizeram o show Opinião em 1964.
Nessa época, apesar de criança ainda, eu tinha 9 aninhos, já adorava Nara. Ter o disco, que eu via nas vitrines das lojas da rua Chile - a C. Sampaio e a Casa da Música -, nem pensar em comprar...não tinha dinheiro. O jeito era ouvir pelo rádio.
No início de 1971, por acaso, fiquei amigo da filha de Ferreira Gullar, Luciana e, conversando com ela sobre o show, que eu sabia ter o pai dela elaborado, comentei que eu nunca tinha conseguido comprar o disco Opinião que, naquela época, 71, já estava fora de catálogo. E ela me disse que tinha "alguns" em casa e que assim que chegasse ao Rio me enviaria o disco pelo correio. E não deu outra: recebi o tão esperado e sonhado LP que tenho, é claro, até hoje. Dentro do disco ainda conservo o papel do correio da época com o nome e endereço do remetente e do destinatário...euzinho bem feliz kkkkk
No final dos anos 70, fui ao Rio e liguei para o jornal onde Ferreira Gullar trabalhava na época para perguntar por Luciana e ele me falou que a filha não estava no Rio e pronto. Perdi o contato. Mas o disco eu agradeci muito a ela na época.
Por ocasião da morte de Ferreira Gullar vi pela imprensa fotos de Luciana, aquela que me deu um presentão, o disco do show Opinião.
Até que rimou!
Nara Leão e Texto de Carlinhos Oliveira
Procurando uma foto de Nara, fui remexer nos antigos lps da cantora que também me serviam para colocar recortes aproveitando aquele invólucro de plástico. Não achei a foto em questão, mas achei coisas ótimas por lá e que já nem lembrava mais, como esta crônica de Carlinhos Oliveira que eu datilografei kkkkk, colei uma foto e guardei dentro de um dos discos.
Carlinhos Oliveira era um cronista maravilhoso, escrevia divinamente bem e o Rio de Janeiro dos anos 60, 70, quem quiser encontrá-lo, ter uma ideia do que a cidade já foi um dia, basta ir à leitura de suas crônicas. Nara Leão, como se percebe pelo texto/declaração de amor, era uma paixão dele, aliás, Nara era a querida, era unanimidade entre todos os intelectuais da época e de todos aqueles que gostavam de música de alta qualidade.
Nara, também uma intelectual, escolhia primorosamente o seu repertório, gravava o melhor dos compositores da sua época, desencavava músicas lindas e esquecidas no tempo e também tinha um faro incrível para descobrir novos compositores.
E é isso. Aliás, faço minhas as palavras de Carlinhos Oliveira.
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Nara Leão
Pra mim, fã de Nara, a melhor notícia foi saber que neste paupérrimo ano de 2018 - não só na música brasileira - do lançamento de discos - 4 - com gravações inéditas de Nara feitas a partir de shows ao vivo da cantora dos anos 60 até 80. Uma surpresa ótima, porque não supunha que fossem lançar algo assim (!) e eu achava que não houvesse áudios de shows feitos por Nara porque ela sempre fez discos de estúdio.
Tenho todos os discos de Nara gravados por ela quando ainda vivia e todos os lançados que fizeram após a sua morte. Ao vivo tenho uns dois discos de participações de Nara em shows no Teatro Paramount de São Paulo, o 5 na Bossa, o show do Phono 73 e o disco 20 Anos de Bossa de 1978.
Espero que o baú de Nara não esteja vazio e achem mais coisas gravadas por ela, mais pérolas guardadas.
A foto que coloquei aqui é dos meus antigos álbuns de artistas, Nara, linda, e com aquela blusa de gola rolê prata que ela usou cantando A Banda.
Que bom que Nara Leão está de novo por aí!
sábado, 19 de maio de 2018
Nara . 1967
Foto de Nara Leão nas minhas revistas Intervalo que colecionei de 1966 a 1969. A revista era bem pequena, depois aumentou de tamanho e passou a se chamar Intervalo 2000.
domingo, 15 de outubro de 2017
Nara Leão e Tuca . Paris . 1970
Foto e texto colados nos meus álbuns.
A matéria deve ser da revista Manchete, de 1970 ou 71, quando Nara estava morando em Paris e gravou com Tuca o lp de bossa nova - o da ponte - duplo - capa linda, seleção de repertório magnífica, arranjos de base de violão de Nara e Tuca - amo aquele violão solto das duas...
Posteriormente colocaram - aqui no Brasil - instrumentação muito leve e classuda com arranjos de Menescal. O bongô em Desafinado uma loucura!!! Disco impecável, primor total, do tempo de cantoras que gravavam quando tinham algo a dizer e Nara, nessa época sem lançar discos, só queria gravar coisas que ela cantava em casa e no início da carreira: bossa nova. Musa e rainha, quem da antiga Phillips diria não a este desejo tão fora de época??? Ninguém. E assim, com este Lp duplo, Nara inaugurou a relembrança da bossa nova.
Aliás, esta relembrança toda já encheu o saco e resultaram em discos medonhos em que se lembra tudo menos bossa nova que é menos, menos, menos. Até quem era da época tá cantando com vozeirão e arranjão. Péssimo! Zero!
Fazer o simples é difícil e, bossa, é para Nara.
P.S. A foto, na verdade, me parece ser de 1967, por aí, já que os cabelinhos das duas e as roupinhas que elas estavam usando são bem daquela época. Quando foi morar em Paris, Nara cortou os cabelos, deu um outro corte e descobriu as orelhas.
A matéria da revista é, porém, de 70 ou 71.
Mas, não vou mudar o nome do post. Fica assim mesmo, Nara e Tuca em Paris encontro que aconteceu e rendeu aquele disco lindo "da ponte".
Disco perfeito com aquele violão solto das duas e a voz de Nara uma delícia!
Bendito encontro.
Nara Leão . 1969
Fotos de Nara da revista Manchete. Pela carinha dela, parece que seja da época do lp Coisas do Mundo de 1969.
Nara era uma das minhas cantoras preferidas. Colecionei todos os lps - tenho todos guardados - e fiz loucuras pra conseguir os que eu não tinha kkkkkkk.
Nara Leão uma antiga e sempre renovada paixão: repertório perfeito, voz linda e AFINADÍSSIMA!
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
domingo, 28 de agosto de 2016
Pra Ver a Banda Passar . Nara e Chico
Programação de televisão da revista Intervalo em abril de 1967.
Gosto dessa arte que faziam colocando as fotos em formato de tela de TV. O programa da dupla na TV Record teve curtíssima duração durante aquele ano.
Para relembrar dele, estes pequenos anúncios em Intervalo.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Jornal Domingo Ilustrado . 1971: Wanderléa, Mutantes, Elis, Nara, Tom Jobim, Sérgio Ricardo, Chico Buarque, Capinam, A Bolha
Da minha coleção - que foi de meu pai - estas duas páginas do Domingo Ilustrado de outubro de 1971, época do Festival da Canção do Rio. Fofocas, fofoquinhas, fofocões.
O Domingo Ilustrado era um jornal lindo editado por Samuel Weiner, coloridíssimo, imenso, cheio de páginas com matérias ótimas, fotos magníficas, o papel super bom o que faz com que depois de tantos anos, as fotos estejam perfeitas, o jornal inteiro super lindo e pronto pra ser lido ainda e tirar um grande sarro.
Por ser muito grande e estar encadernado é impossível escanear. Só rola fazer fotos.
Já coloquei algumas matérias aqui no blog e, agora, jogo esta: um barato 70!






















