Mostrando postagens com marcador Liteiras/Tílburis/Vitórias etc.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liteiras/Tílburis/Vitórias etc.. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Childe Hassam


 Childe Hassam - 1859/1935 -  pintor americano de cenas urbanas com muitas carruagens, seges, vitórias, tílburis etc. rodando por ruas molhadas de chuva e seus passantes apressados.
Depois de fazer a postagem anterior sobre "traquitanas e tais", eis que me surge pela frente, e por acaso, as obras deste pintor que atravessou o século XIX para o XX, viveu o tempo das carruagens e dos primeiros automóveis.



domingo, 26 de maio de 2019

Traquitana . Sege . Palanquim











Ilustrações em uma edição dos anos 50 do Novo Dicionário Enciclopédico Luso-Brasileiro, uma versão menor, mas ainda com as mesmas ilustrações e textos dos verbetes das edições anteriores que são, creio eu, dos anos 20 do século XX.
Nem é preciso dizer que adoro uma traquitana, uma sege, um palanquim, uma liteira, um tílburi, uma vitória, um trole, um landô, uma caleça etc. etc.

domingo, 10 de setembro de 2017

Cadeirinha de Arruar


"A noite vai alta..."


Trecho do livro A Marquesa de Santos de Carlos Maul, capa abaixo. Neste pequeno texto vemos como era o costume do uso da cadeirinha, a descrição dos escravos negros da época que suportavam nos ombros o peso dos mais abastados quando se deslocavam nas ruas. Aqui, a  mais abastada, era a Marquesa de Santos, Domitila de Castro do Canto e Melo, indo para encontro fortuito com D. Pedro I.




 Em São Paulo, fevereiro deste ano fiz essas fotos da cadeirinha de arruar, a liteira que é do acervo do magnífico Museu Afro Brasil.















Fotos Google.




Foto de livro de Carlos Maul, A Marquesa de Santos.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Cadeirinha de Arruar, a Marquesa de Santos etc. etc.


A legenda correta poderia ser: cadeirinha que se atribui a Jorge... sou louco por uma cadeirinha de arruar, aliás, foi esta foto que me fez comprar o livro A Marquesa de Santos de Carlos Maul em um sebo hoje pela manhã. O assunto, na verdade, é também do meu interesse, pois não sei nada sobre essa fofocaiada real e sempre quis saber sobre esse romance de Dom Pedro I e a Marquesa de Santos. Desse assunto sei apenas o que li em livros didáticos de História do Brasil e em artigos esparsos. 
Talvez antes de ler este livro eu comece a saber mais sobre os dois através da nova novela da Globo, Novo Mundo. Pois é...
Continuando: folheei o livro e vi várias fotos e reproduções de quadros impressos de maneira ainda analógica e bem diferentes da computadorizada que deixa tudo às claras. 
Gosto desses borrões de impressão em papel poroso e que tem tudo a ver com a estética deste meu blog. 


A capa e a contracapa desta edição de 1964.




Não vou pedir. Acabei de comprar.


Domitila, a Marquesa de Santos. 
Domitila: taí um outro nome totalmente em desuso. Poderia voltar à moda.
Aproveitei alguns textos de páginas, sem ordem, que foram escaneadas junto com as fotos.


 E por ahaí vae...


Dona Amélia, segunda Imperatriz.


E por ahaí vae...


D. Pedro I, segundo a legenda, época em que conheceu a marquesa.


A duquesa de Goiás.


A Imperatriz Leopoldina.


 Dom Pedro I, o galante.



E por ahaí vae...


 A marquesa aos 60 anos.


A última foto da marquesa.


A condessa de Iguassu, filha de dom Pedro I e a marquesa de Santos. A legenda diz, a filha renegada de dom Pedro I.


A condessa de Iguassu pouco antes de falecer.


Colar de ametistas. 



Não resisti e fui ao Google atrás de fotos do colar de ametistas com camafeu de concha com a efígie de d. Pedro I. 
Não encontrei fotos das duas medalhas abaixo.


Medalha com cabelos de D. Pedro I usada pela marquesa de Santos. Na legenda: em poder do Dr. Guilherme Guinle. Hoje, creio que deve pertencer a outra pessoa, a alguma instituição ou museu.


 Medalha com o retrato de D. Pedro I sobre marfim usada pela marquesa de Santos.


 E por ahaí vae...


O autor Carlos Maul. (foto do Google)


E a linda cadeirinha de arruar. Adoro!