quinta-feira, 6 de abril de 2017
Ilustração de Moda
Na verdade não é uma ilustração de moda, mas um desenho de propaganda de perfume da revista Seleções, que até já coloquei aqui, agora, estou detalhando e fazendo outro post.
Este desenho é daqueles que me lembra o traço de Gruau, o grande ilustrador de moda e de mulheres extremamente chiques. Como este.
É um L U X O.
terça-feira, 4 de abril de 2017
Broche Fantasia . Água Marinha
Broche de metal dourado - já descascando - e com uma imensa água marinha de... vidro!
Antigamente se dizia, joia de fantasia e imitavam muito bem as autênticas, mas, na maioria das vezes, pecavam pelo exagero.
O tamanho desta água marinha é um acinte.
Broche Carinha de Santo
E qual santo seria este em túnica marrom e grande barba? Ou seria Jesus, mesmo? Mas o cabelo está muito curto pra ser Jesus. Então, fica assim sem identificação mas que é um santo, é.
Este broche - de ouro!!! - foi um presentinho de minha irmã que o trouxe da Europa. Está meio amassadinho, parece que foi bem usado. Por uma senhora de escol, talvez? E em que época? A antiga dona deveria usá-lo quando ia à missas, em visitas piedosas a orfanatos, asilos, tardes de caridade, passamentos. E etc. Espetado em tecidos finos, o broche dever ter passeado muito.
E acabou em Brasil!
E espetado em lugar nenhum.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Falso Broche
Broche antigo de fantasia, bijuteria, mas simplesmente super bem feito e super bonito. É uma rosácea com pedras engastadas -crisólitas de vidro - e o miolo com pequenas pedrinhas - brilhantes de araque - em volta de um centro de pedra amarela - vidro querendo ser citrino. Parece uma joia, um broche de crisólitas do século XIX. Parece, mas não é! E, sobre ele, eu poderia dizer: - "era de minha bisa." "é joia de família."
Costumo colocar este broche de muito boa senhora nas peanhas dos meus santos. Enriquece que é uma beleza! Dá uma vida. Uma ilusão boa e à toa.
Enfim, parece joia, mas não é, nem tudo que reluz é ouro e crisólita nunca foi vidro.
Mas a joia falsa é tão bonita, não é?
Quase verdade.
domingo, 2 de abril de 2017
Carmen Mayrink Veiga . Dicas de Carmen 1
Eu tinha um amigo que estava morando no Rio na época em que Carmen escrevia esta coluna em O Dia. Ele recortava e mandava pra mim aqui em Salvador. Adorávamos a coluna e morríamos de rir, por telefone, comentando as perguntas de mulheres e homens que escreviam e as respostas que Carmen dava, os conselhos etc. Tem coisas hilárias!!! KKKK
Por outro lado, a coluna passava a vivência e a experiencia de Carmen nos assuntos abordados pelos leitores e a eles, ela respondia discorrendo com tranquilidade e sabedoria.
Os temas eram a moda, etiqueta, comportamento etc. etc. ou seja, tudo aquilo em que Carmen é mestra.
Acho que a reunião dessas colunas em livro seria um sucesso, pois o que está ali são as regras eternas de educação, de civilidade. O livro seria um tira dúvidas maravilhoso, um verdadeiro safa onça da elegância KKKK. Seria um sucesso editorial. É delicioso ler o que Carmen escreveu.
Tenho algumas colunas que o meu amigo me mandava recortada e, por isso, não sei a ordem delas e nem sei as datas da publicação. Acho que a coluna foi dos anos 90.
Carmen Mayrink Veiga . Jornal O Dia
Chamada de capa em O Dia, na época em que Carmen escrevia uma coluna de moda e comportamento no jornal.
Anos 80?, 90?
No mesmo jornal as colunas de Fred Suter, que era ótima de ler e, a de Lu Lacerda.
Três Desenhos de Maria Eugênia
Janeiro de 2000.
Julho de 2000.
Junho de 2000.
As três ilustrações foram para a coluna de Nina Horta na Folha de São Paulo.
Irmãs Vicentinas . Foto de David Moore
Irmãs de Caridade, as minhas queridas Vicentinas, fotografadas em Washington - em todos os lugares do mundo elas lá estavam com os seus chapéus corneta - pelo australiano David Moore (1927-2003).
sábado, 1 de abril de 2017
Maria Félix
A atriz mexicana, uma das mulheres mais lindas e elegantes que já existiu neste planeta em foto sensacional que arrastei do Facebook, onde Maria Félix tem uma página dedicada a ela.
Passeio Antiguinho . Uma Farmácia com Mural de Carlos Bastos
Fiquei em estado de choque quando entrei ontem em uma farmácia do bairro do Comércio, na Cidade Baixa, e me deparei com um enorme painel do pintor baiano Carlos Bastos, datado de 1961, ao fundo e atrás de prateleiras e mais prateleiras de caixas de remédios. Quase que aproveitei que estava em uma pharmácia para comprar uma Maracujina e tomar ali mesmo pra me acalmar, me refazer do susto.
Suponho que naquele local deveria ter funcionado algum grande banco ou uma instituição pública, já que o artista fez muitos painéis e murais para grandes empresas particulares e órgãos públicos de Salvador. Este mural deveria fazer parte de um grande saguão e serveria nobremente como decoração do ambiente. Agora, está relegado e se adequando a um fundo de loja comercial, onde, o que interessa são os produtos em exposição e venda, no caso, medicamentos.
Pedi para fotografar e fiz estas fotos - de qualquer jeito - só para registrar o espanto. Notei que a pintura ou estava muito bem conservada, ou deveria ter sido muito bem restaurada, pois não notei aquele macaqueamento de restauro de carregação, feito de qualquer jeito.
E é isso, mais uma história do nosso non sense diário nesta cidade de meu deus. E haja Maracujina pra aguentar esses absurdos.
Como diz os versos da música: "Só se vê na Bahia!"
Um chiquê desses, um mural tão nobre e servindo de fundo para uma farmácia, só se vê na Bahia.
E vamos agradecer que não apagaram, passaram uma mão de tinta e...adeus mural de Carlos Bastos!
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