domingo, 21 de agosto de 2016
Marilia Medalha - Amanheci
No Brasil já se fez música boa, muito boa, de classe, como esta "Amanheci" cantada por Marília Medalha que é, também, a autora em parceira com Roberta Faro. O instrumental é algo de soberbo! Ouçam , queridinhos.
A gravação é do disco "Caminhada" de 1972, produzido por Rosinha de Valença que também toca violão e guitarra acústica e fez os arranjos lindos do LP.
É um disco da pesadíssima. Um primor!
Eu acho que ainda tenho este Long-Play guardadinho. Só não tenho mais vitrola, ó céus!
Mas me socorro no Youtube.
sábado, 20 de agosto de 2016
Meus Queridos Felídeos
Nossa amiga. A onça!
Costumo comprar livros velhos, muito velhos, daqueles que já estão se partindo ao mais leve toque, com o papel ressequido - parecendo uma taboca - . A cor é pra lá de amarelo, são marrons escuros e com manchas, às vezes carcomidos por traças e cupins, roídos por baratas, ratos e sei lá mais o quê.
Mas, o que eu posso fazer quando encontro nesses livros fotos e desenhos, ilustrações maravilhosas que, eu sei, não vou achar mais por aí dando bobeira? O jeito é comprar, aturar o mau cheiro e colocar a papelança velhíssima em sacos fechados com naftalina e deixar lá um bom tempo até o pó baixar.
Um belo dia, abro o saco e encontro as preciosidades que estão a minha espera por salvamento/escaneamento e elas voltam à luz através deste meu blog de meu deus!
Estas ilustrações que aqui estão são de um livro que estava tão podre que arranquei as páginas do que realmente me interessam no reino animal - gatos e família - e não me lembrei de anotar o nome da obra. Uma pena! Era um livro muito bom, texto ótimo, bem de época, tanto que resolvi escanear as páginas inteiras para ler o que ao autor - quem será, meu deus? - fala sobre os meus queridos felídeos.
Sussuarana.
Jaguarundi.
Jaguatirica.
Gato do Mato.
Será que a onça ainda impera no sertão??? Numa altura dessas, acho que não!
Costumo comprar livros velhos, muito velhos, daqueles que já estão se partindo ao mais leve toque, com o papel ressequido - parecendo uma taboca - . A cor é pra lá de amarelo, são marrons escuros e com manchas, às vezes carcomidos por traças e cupins, roídos por baratas, ratos e sei lá mais o quê.
Mas, o que eu posso fazer quando encontro nesses livros fotos e desenhos, ilustrações maravilhosas que, eu sei, não vou achar mais por aí dando bobeira? O jeito é comprar, aturar o mau cheiro e colocar a papelança velhíssima em sacos fechados com naftalina e deixar lá um bom tempo até o pó baixar.
Um belo dia, abro o saco e encontro as preciosidades que estão a minha espera por salvamento/escaneamento e elas voltam à luz através deste meu blog de meu deus!
Estas ilustrações que aqui estão são de um livro que estava tão podre que arranquei as páginas do que realmente me interessam no reino animal - gatos e família - e não me lembrei de anotar o nome da obra. Uma pena! Era um livro muito bom, texto ótimo, bem de época, tanto que resolvi escanear as páginas inteiras para ler o que ao autor - quem será, meu deus? - fala sobre os meus queridos felídeos.
Sussuarana.
Jaguarundi.
Jaguatirica.
Gato do Mato.
Será que a onça ainda impera no sertão??? Numa altura dessas, acho que não!
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Bordando
"Bordando". Óleo sobre tela de Georgina de Albuquerque, Brasil - 1885 -1962. Um "achado" do Antiguinho no blog Peregrina Cultural.
domingo, 14 de agosto de 2016
Josephina Jordan . 2003
Dona Josephina Jordan em 2003.
Uma das coisas que mais fazem falta nas colunas sociais de hoje é a ausência de nomes, os nomes sonoros daquelas mulheres classudas que iam aos lugares com vestidos e joias magníficas e eram um verdadeiro deslumbramento quando surgiam. Eu, no meu apartamentinho classe média, adorava ler essas colunas pra ver essas mulheres, que não eram artistas, eram somente mulheres ricas, refinadas e pertencentes a um outro mundo muito distante do meu e da maioria dos mortais. Mulheres de sonho. E elas nos brindavam com o seu melhor, o melhor sorriso, a mais linda joia, o mais bonito vestido.
De coluna em coluna eu ia me distraindo e rindo, pois elas eram muito engraçadas também, aliás, se não tivesse humor, se eu não visse graça nelas, não perderia meu tempo por ali. Elas eram hilárias... não repetiam vestidos, joias... kkkkk, imagino como elas viviam... competindo surdamente ou histrionicamente com as outras para serem sempre a melhor.
Dona Josephina Jordan foi o máximo. No mais, a frase lapidar:
sábado, 13 de agosto de 2016
Danuza Leão . Coluna Social . 1997
Coluna social das boas, deliciosa de ler e com todos aqueles nomes que faziam a antiga sociedade carioca brilhar, brilhar, brilhar. Nesta aqui, escrita maravilhosamente por Danuza Leão, só falta o nome de Sua Alteza Carmen Mayrink Veiga. Mas, imaginemos dona Lourdes Faria como Danuza a descreveu, devia estar um deslumbramento!!!!
Jornal do Brasil, 1997.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Ann Miller e as Traças
Colada por um fã na entre-capa de um livro, esta foto de Ann Miller já estava nos seus estertores: as traças roeram, bordaram o papel, pinicaram tudo, fizeram a festa, mas dá ainda pra ver a actriz americana, em véus, executando um bailado oriental. Mais um pouco e...
E eu salvei a foto antes do bailado final das traças. Onde elas não chegam, eu chego executando um salvamento, um resgate, um reciclo.
É Servido?
Cremezinho Durya, uma delícia, amarelinho, enriquecido com gemas...Hummm!!!
Sou servido! Glub, glub!!!
Sou servido! Glub, glub!!!
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
É Servido???
Maravilhosa foto retocada de um pedaço de bolo servido em pratinho de sobremesa, com os talheres dispostos ao lado e pronto para ser abocanhado. Coisa dos anos 50.
Sou servido. Nhac!
Sou servido. Nhac!
terça-feira, 9 de agosto de 2016
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