sexta-feira, 20 de maio de 2016
Alegre Tirol
Três fotos compradas em BH, as tais das fotos que, com o passar do tempo viram um quase-lixo e são vendidas nos brechós, bazares, sebos etc. E eu compro! Adoro! Não acho nem um pouco mórbido como dizem alguns, trazer para casa as lembranças dos outros, as cenas e poses felizes das pessoas que, sabe-se lá, já estão mortinhas da silva.
As fotos das crianças fantasiadas de tiroleses devem ser dos anos 50. Infelizmente não tem nada escrito atrás, nada assentado e assim, elas ficam mais anônimas ainda, mais perdidas no tempo, mais esquecidas, mas prontas para um bom reciclo.
Gosto de ver e perceber como as creanças eram diferentes das de hoje! São completamente ingênuas, inocentes, angelicais e as carinhas tão satisfeitas e felizes! Diferente das de hoje que são elétricas, sempre insatisfeitas e agitadas.
Esses petizes aqui estavam exultantes num carnaval que passou, felizes pois estavam vestindo a fantasia que desejaram ou que os pais idealizaram e imaginaram que elas ficariam bonitas.
O grupinho é o máximo, completamente sapeca, muito bem vestidos e caracterizados de habitantes do alegre Tirol.
Imagino as mamães nervosas a comprarem os aviamentos pelo centro de BH... o feltro verde, os bicos bordados - deviam ser lindos esses bicos! - a tricoline para as blusas, as meinhas de listinha, os chapéus, as gravatinhas. Tudo um primor!
Realmente estavam um mimo o grupeto e devem ter acontecido nos bailes da tarde. E fizeram muitas fotos que, hoje, algumas estão aqui. Eternizadas.
O elegante tirolês e a sua boa lança-perfume Rodouro. Apertava e...SSiiiSSSSiiiSSSiii...cheirosa, friinha. A cara dos carnavais d'antanho!
-Uma pose creanças! Bem alegres, estamos no Tirol!
quinta-feira, 19 de maio de 2016
sábado, 14 de maio de 2016
Uma Sacola
Uma sacola de loja feminina de Nova York. Um amigo me deu. Guardei. O desenho é ótimo daqueles que ilustravam matérias em revistas dos anos 50.
Antes que a sacola sirva para colocar lixo, eis ela aqui.
Participação especial: Tallulah Bankhead.
Antes que a sacola sirva para colocar lixo, eis ela aqui.
Participação especial: Tallulah Bankhead.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Linha A
E, numa simples caixa de flores, esta ilustração de moda anos 50, sem quê, nem pra quê. Como adoro a moda dos anos 50, desenhos de moda e, também, de coisas absurdas, quis colocar aqui estes modelos Linha A da caixa de flores reciclada.
Quem sabe, talvez, uma elegante queira copiar.
Os modelos vão muito bem agora no outono.
terça-feira, 10 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Igreja do Convento das Mercês . Salvador . Bahia
Igreja do Convento das Mercês de Salvador.
É uma igreja que sempre vive fechada. Abre para as missas aos domingos e muito cedo. Estranhei encontrá-la aberta no meio da manhã e, por isso, entrei rapidinho para fazer umas fotos.
Várias freiras estavam perto do altar, pedi licença e fui fotografar a imagem de Nossa Senhora das Mercês, que é uma maravilha e, quando estava fotografando, percebi uma movimentação atrás de mim e, quando virei, vi que estava entrando uns homens carregando um caixão com o corpo de uma freira do convento. Fiquei passado, passado, com vergonha, a saia ajustou, pedi desculpas às freirinhas que estavam todas com as carinhas tristes e fui saindo de fininho.
Mas, fui fotografando o que achei pelo caminho da saída da igreja.
A igreja foi construída após a derrubada do antigo convento do século XVII no início do XX para o alargamento da Avenida Sete. Um crime! O convento era igual ao convento da Lapa que ainda está de pé.
A igreja das Mercês é circular, muito interessante, bons mármores, bons bancos de madeira e não deu pra ver muito mais porque...
Essa foi a segunda vez que entrei na igreja. Espero entrar novamente em situação mais normal.
Um Senhor dos Passos. Não conhecia o dessa igreja.
Conjunto de cadeira grande e cadeirinha genuflexória. Acho que serve pra confissão. São lindas as duas.
Um confessionário. Foto ruim, tremida, mas fica aqui assim mesmo.
Bacia de água benta. Seca. Foi-se o tempo em que ao entrar na igreja se fazia o sinal da cruz depois de ter molhado as mãos na água da bacia.
Tornou-se um hábito anti- higiênico, mas muitas igrejas ainda mantém as bacias com a água.
As pessoas é que se retraíram a esse costume.
É uma igreja que sempre vive fechada. Abre para as missas aos domingos e muito cedo. Estranhei encontrá-la aberta no meio da manhã e, por isso, entrei rapidinho para fazer umas fotos.
Várias freiras estavam perto do altar, pedi licença e fui fotografar a imagem de Nossa Senhora das Mercês, que é uma maravilha e, quando estava fotografando, percebi uma movimentação atrás de mim e, quando virei, vi que estava entrando uns homens carregando um caixão com o corpo de uma freira do convento. Fiquei passado, passado, com vergonha, a saia ajustou, pedi desculpas às freirinhas que estavam todas com as carinhas tristes e fui saindo de fininho.
Mas, fui fotografando o que achei pelo caminho da saída da igreja.
A igreja foi construída após a derrubada do antigo convento do século XVII no início do XX para o alargamento da Avenida Sete. Um crime! O convento era igual ao convento da Lapa que ainda está de pé.
A igreja das Mercês é circular, muito interessante, bons mármores, bons bancos de madeira e não deu pra ver muito mais porque...
Essa foi a segunda vez que entrei na igreja. Espero entrar novamente em situação mais normal.
Um Senhor dos Passos. Não conhecia o dessa igreja.
Conjunto de cadeira grande e cadeirinha genuflexória. Acho que serve pra confissão. São lindas as duas.
Um confessionário. Foto ruim, tremida, mas fica aqui assim mesmo.
Bacia de água benta. Seca. Foi-se o tempo em que ao entrar na igreja se fazia o sinal da cruz depois de ter molhado as mãos na água da bacia.
Tornou-se um hábito anti- higiênico, mas muitas igrejas ainda mantém as bacias com a água.
As pessoas é que se retraíram a esse costume.
Gatinho Branco
Gatinho de loja, quer dizer, ele vive dentro de uma loja de roupas populares no centro de BH, onde a dona deixa que ele receba os compradores na porta.
E recebe muitíssimo bem. Miau!
E recebe muitíssimo bem. Miau!
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Gafieira . Capa de Disco
Este foi um dos poucos discos de 10 polegadas, aqueles que têm 8 músicas, que conservei e, não consegui me desfazer, simplesmente pela capa que tem um desenho lindo, lindo, deslumbrante.
É claro que o conjunto de Gadé e Walfrido Silva e as músicas de gafieira são um arraso, mas a tal capa, é demais!!!
Nos anos 50, os discos não traziam nenhuma referência sobre quem ilustravam as capas, uma falha horrível e, ficamos assim, até hoje, sem saber quem eram os artistas que as criava.
No livro "A onda que se ergueu no mar" de Ruy Castro, ele lista alguns nomes de artistas da época que faziam essas maravilhosas ilustrações.
São eles: Páez Torres, Paulo Brèves, Rodolfo, Raymundo Nogueira, Nássara, Lan, Darcy Penteado, Thomaz Santa Rosa, Di Cavalcanti.
Há um disco do Trio Surdina cantando Ary Barroso da Musidisc, cuja capa assinada por Rodolfo, me lembrou o traço do artista que fez a capa do disco de Gadé e Walfrido. Será Rodolfo o autor, então??? Ainda segundo Ruy Castro, Rodolfo fez muitas capas para a Musidisc, mas assinava. A capa do disco aqui em questão não é assinada.
Como identificar??? Difícil.
Na contracapa deste disco há diversos lançamentos da gravadora Musidisc cujas capas são, na sua maioria, ilustradas e tem capas incríveis!
Essa capa do disco de Gadé e Walfrido é daquelas que dá vontade de ampliar e colocar na parede como um quadro. E haja apartamentões e paredonas para pendurar essa belezas esquecidas, desprezadas e, até uma altura dessas, anônimas.
O fã de Gadé e Walfrido comprou este disco em 1959 em Aracaju e eu "recomprei" nos anos 80 em um sebo de Salvador.
Esta vida é uma gafieira!
É claro que o conjunto de Gadé e Walfrido Silva e as músicas de gafieira são um arraso, mas a tal capa, é demais!!!
Nos anos 50, os discos não traziam nenhuma referência sobre quem ilustravam as capas, uma falha horrível e, ficamos assim, até hoje, sem saber quem eram os artistas que as criava.
No livro "A onda que se ergueu no mar" de Ruy Castro, ele lista alguns nomes de artistas da época que faziam essas maravilhosas ilustrações.
São eles: Páez Torres, Paulo Brèves, Rodolfo, Raymundo Nogueira, Nássara, Lan, Darcy Penteado, Thomaz Santa Rosa, Di Cavalcanti.
Há um disco do Trio Surdina cantando Ary Barroso da Musidisc, cuja capa assinada por Rodolfo, me lembrou o traço do artista que fez a capa do disco de Gadé e Walfrido. Será Rodolfo o autor, então??? Ainda segundo Ruy Castro, Rodolfo fez muitas capas para a Musidisc, mas assinava. A capa do disco aqui em questão não é assinada.
Como identificar??? Difícil.
Na contracapa deste disco há diversos lançamentos da gravadora Musidisc cujas capas são, na sua maioria, ilustradas e tem capas incríveis!
Essa capa do disco de Gadé e Walfrido é daquelas que dá vontade de ampliar e colocar na parede como um quadro. E haja apartamentões e paredonas para pendurar essa belezas esquecidas, desprezadas e, até uma altura dessas, anônimas.
O fã de Gadé e Walfrido comprou este disco em 1959 em Aracaju e eu "recomprei" nos anos 80 em um sebo de Salvador.
Esta vida é uma gafieira!
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Carmen Mayrink Veiga Vestindo Zuzu Angel
Conversando pelo Face com o amigo e expert em moda Danian Dare, perguntei se ele sabia se Carmen teria usado alguma coisa de Zuzu Angel e ele me espondeu que sim e que tinha uma foto de Carmen, do início dos anos 70, com um modelo da saudosa criadora de moda brasileira.
Adorei!
Então, eis a foto enviada tão gentilmente pelo Danian para quem eu disse que iria "arrastá-la" para os admiradores de Carmen aqui do blog.
Danian, será que alguém vai colocar a foto do seu baú em algum Instagram?????????
terça-feira, 3 de maio de 2016
Solar Amado Bahia
Hoje na edição do Correio da Bahia - 03.05.2016 -, uma matéria com casarões de Salvador.
Salvei e "arrastei" as fotos do casarão dos Amado Bahia que eu adoro - tanto tempo que não vou à Ribeira! - e me surpreendeu as duas fotos do interior que nunca tinha visto.
Lindo o interior e poderia estar melhor com um bom restauro e, se fosse melhor aproveitado, abrigar um museu etc. etc.
E a frente do Solar Amado Bahia, inaugurado em 1904.
E agora, julho de 2017, circula a notícia que o solar será leiloado. Abaixo mais algumas fotos que saíram recentemente na imprensa.
Salvei e "arrastei" as fotos do casarão dos Amado Bahia que eu adoro - tanto tempo que não vou à Ribeira! - e me surpreendeu as duas fotos do interior que nunca tinha visto.
Lindo o interior e poderia estar melhor com um bom restauro e, se fosse melhor aproveitado, abrigar um museu etc. etc.
E a frente do Solar Amado Bahia, inaugurado em 1904.
E agora, julho de 2017, circula a notícia que o solar será leiloado. Abaixo mais algumas fotos que saíram recentemente na imprensa.
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