Sou menina, sou uma alegre petiz, mas ando tão esquecida!!!! O que será?? Não consigo decorar uma quadrinha!!! Vou tirar ZERO no Recitativo! Já pensaram??? -"Insipiente!" Dirá a professora. -"ZERO!"
Um amigo passou uns dias em Fortaleza, acho que no final dos anos 90 e, lendo os jornais e as colunas sociais da cidade, colecionou esses nomes maravilhosos do High Society local. Ele dactilografou e me mandou pelo correio a listinha abaixo. Uma maravilha!!! Mexendo nos meus alfarrábios, achei a lista das mais elegantes de Fortaleza e quis compartilhar com os amigos que entram aqui no blog. Vejam que nomes estupendos!
Os meus maravilhosos recortes de jornal! KKKKK O encontro das duas grandes Damas: a do Theatro e a da Sociedade Carioca. Folha de São Paulo. Foto - maravilhosa! - de Roberto Price.
Matéria de O Estadão de 2003, sobre livro de folclore, lendas e fábulas brasileiras, coletadas e organizada por Henriqueta Lisboa e que, naquele ano, estava sendo relançado. As ilustrações são do também escritor Ricardo Azevedo. Escolhi algumas dessas ilustrações que ele fez como se fossem xilogravuras e que achei lindas.
Henriqueta Lisboa em foto maravilhosa!!! Abaixo, foto da capa do livro de Henriqueta e de Ricardo. Que bom ter guardado essas coisas. Deram um caldinho óptimo!!!
Matéria do Estadão em 2000 sobre as Estampas Eucalol. Guardei e, hoje, 10 anos depois!!, escaneio a de Tonia. Não sou muito chegado nessas estampas, batidérrimas, mas a de Tonia é especial : eu examinei, comparei e escolhi a superior!
Envelope para discos da loja Wop Bop de São Paulo. A loja fechou há séculos, mas, parece estar sempre aberta - sempre arreganhada - para as pessoas que andaram por lá. Como eu. Lembrancinhas agradáveis do lugar... O pacote, já derrubadinho, estava guardando recuerdos. O que será que comprei lá na loja de Antônio Albuquerque, e veio neste envelope lindo com estampa de Diana Dors??? Claudettes?? Doris?? Elizeths?? Isaurinhas?? Uma viola?? Palmas?? Atabaquessss??? KKK
Achei esta "xicrinha" assim, sem piris, desprovida de base, abandonadinha a coitada, como a perguntar: "quem me quer?" "quem me quererá?" " Alguém dá 5 por mim???" -EU DOU, queridinha! E daria muito mais de 5, porque adorei esta xicarazinha para creanças da Cerâmica Real, fábrica brasileira de muito boa qualidade. A menininha estampada é uma gracinha! A casinha ao fundo em perspectiva, tão bonitinha! E a "xicrinha" é rica!!! Tem decoração e borda em ouro. É um resto de nível! Não é qualquer xicarazinha. Uma "zinha" qualquer! Estava abandonada, sem piris onde "repousar", mas é coisa boa, de creança de muito boa família! E o que restou, tracei! Amei minha nova "xicrinha"!!! Aceitam um Milo batidinho?
Fábrica Real. Finíssima!
O piris não é o original. Mas agora é. Do meu acervo, foi o mais parecido.
A xícara é grossa!!! Pesada!!! A mamãe é quem devia carregar para o petiz!
E a menininha óptima! Serelepe, danadinha, espevitada, saindo da casinha com cestinho de verduras e ramalhete vistoso de flores. Uma lindeza! Amei! Vou fazer um Milo e tomarei. Na minha nova "xicrinha", é claro!
Linda cena, antiquíssima, de uma festa de casamento com os noivos em roupas de gala para a cerimônia - rostinhos felizes - e naquele momento especial das mãos unidas a partirem o magnífico bolo confeitado. Bolo que pode ter sido copiado dos livros de Dolores Botafogo, por uma prendada que executou, à perfeição, a arquitetura de armações de madeira fininha, decoradas com os bicos variados a deixar sair a glace - no ponto! - pelo saco de confeitar. Um sonho glaçado! Esta foto é do Google, não me lembro o site ou blog. É linda e eu não podia deixar de colocar aqui, confeitando o blog. O Antiguinho é feito de glace. No ponto. Desandada, não!
A Carta, pintura de José Júlio de Souza Pinto, pintor português, 1865 - 1930. Um "achado" no blog Peregrinacultural's para mim, que adoro as pinturas de final do XIX e primeiras décadas do XX.
De uma tia querida, esta imagem de São José, Maria e o Menino Jesus, A Sagrada Família. Há anos que a minha tia conserva assim, sem restaurar, com todas as marcas do tempo e sempre em cima de uma mesinha de quarto. A imagem é em gesso e de fabricação francesa.
Mais um livro que comprei pela dedicatória e que tem, ainda, o adendo maravilhoso do "não conseguí - com agudo - apagar o preço". kkkkk Maravilha total!
KKKKKKKKKKKKKKKK
Eu, como Cláudia tenho o amor muito em conta, aliás, no tocante a isso, não me arrependo de nada que fiz! E coincidência total!!! Eu também pago oitenta e três dólares e trinta e quatro cêntimos pelo meu aluguel!!!! E exatamente no mesmo lugar: vizinho do East River!!!! É claro que, se eu levasse uma vida dissoluta, não conseguiria economizar um cêntimo sequer. Com habilidade administro perfeitamente o meu lar. Com a ajuda do Davi, evidentemente. Preciso ler urgentemente o Cláudia, romance de Rose Franken na maravilhosa tradução de Wanda Murgel de Castro.
Ui!!!! Preciso comprar o Boas Maneiras de Carmen D'Avila!!!! Estou para romper o meu noivado e não sei como agir...são tantos os embaraços em sociedade!!!!!
Leiam Cláudia, queridos!!!! Mais um grande lançamento da Civilização.
Achei essa foto da senhora bordando na máquina e a netinha olhando - ela deveria estar intrigada com tantos pontos, tantos caminhos sem fim -, feitos pela vovó num vai e vem paciente e controlado para não sair do "risco". kkkk Me lembrei de minha avó e de mim nesta cena antiga do cotidiano que foi meu e de muita gente também. Tempo em que o tempo era longo e não "passava", manhãs e tardes imensas e o barulhinho do pedalar da máquina compassado, controlado. Dentro do risco.