sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Coisas de Walter
Uma xícara linda da Porcelana Mauá, uma das muitas fábricas brasileiras que faziam coisas maravilhosas.
Um aparelho desse completo deve ser uma loucura. E estão caríssimos por aí.
Eu me contentaria, também, com uma xícara!
Vitrine com as coisas preciosas de Walter.
Retrato da mãe de Walter pintado por Walber, um artista ótimo baiano que, sumiu! Tenho um quadro dele, mas tipo abstrato, umas maluquices ótimas que ele fazia. Preciso photografar e colocar aqui.
Terrinas inglesas. Hum!!!Adoro!
A avó em retrato retocado. A moldura recentemente trincada, deixou Walter trincado também.
Prato inglês, Davenport.
E na parede Kiki de Montparnasse, queridinha de Walter. E minha, também.
Um aparelho desse completo deve ser uma loucura. E estão caríssimos por aí.
Eu me contentaria, também, com uma xícara!
Vitrine com as coisas preciosas de Walter.
Retrato da mãe de Walter pintado por Walber, um artista ótimo baiano que, sumiu! Tenho um quadro dele, mas tipo abstrato, umas maluquices ótimas que ele fazia. Preciso photografar e colocar aqui.
Terrinas inglesas. Hum!!!Adoro!
A avó em retrato retocado. A moldura recentemente trincada, deixou Walter trincado também.
Prato inglês, Davenport.
E na parede Kiki de Montparnasse, queridinha de Walter. E minha, também.
quinta-feira, 12 de março de 2015
Passeio Antiguinho . Avenida Lourdes
Avenida Lourdes! E não é que existe mesmo??? Eu nunca dei por fé dela e, olhe, que passo quase todos os dias pela Visconde de São Lourenço em direção ao Campo Grande.
Me surpreendi com umas casinhas antigas na parte de baixo de uma escadaria ótima, velhíssima, de degraus enormes e largos dando para um pátio interno onde ficam as tais casinhas.
Duas dessas casas são bem antigas, ou melhor, estão ainda com a cara original, mas as outras já passaram por reformas e estão com cara de qualquer coisa.
Adorei a Avenida Lourdes, avenida que fica abaixo do nível da rua, escondida e reservada aos olhos dos passantes.
Vamos descer?
A casa que fica do lado esquerdo de quem desce tem as paredes larguíssimas e com portas e janelas abertas protegidas com grades. Coisa antiga, coisa velha. Ótima!
As casinhas! Gradis bonitos, o bicão moldado na frente, uma graça. Milenar!
Mesinhas no pátio. Imagino festinhas, cervejinhas, sambões, pagodes, mas sempre que passo lá por cima, o pátio está assim, vazio, tranquilo. Viva a Avenida Lourdes!
O pátio bem varrido, deve dar até para quarar uma roupa.
A Espada de São Jorge enfeitando o ambientch.
Muito bom!
E, de volta, subindo a escadaria...
passando por portas e janelas antigonas...
pintadinhas de verde,
encontramos a luz recepcionados na entrada e na saída da viela antiga, por manequins de loja que guardam a Avenida Lourdes.
Na agonia da Visconde de São Lourenço, numa "desça" elegante, a surpresa agradável que é a Avenida Lourdes.
Me surpreendi com umas casinhas antigas na parte de baixo de uma escadaria ótima, velhíssima, de degraus enormes e largos dando para um pátio interno onde ficam as tais casinhas.
Duas dessas casas são bem antigas, ou melhor, estão ainda com a cara original, mas as outras já passaram por reformas e estão com cara de qualquer coisa.
Adorei a Avenida Lourdes, avenida que fica abaixo do nível da rua, escondida e reservada aos olhos dos passantes.
Vamos descer?
A casa que fica do lado esquerdo de quem desce tem as paredes larguíssimas e com portas e janelas abertas protegidas com grades. Coisa antiga, coisa velha. Ótima!
As casinhas! Gradis bonitos, o bicão moldado na frente, uma graça. Milenar!
Mesinhas no pátio. Imagino festinhas, cervejinhas, sambões, pagodes, mas sempre que passo lá por cima, o pátio está assim, vazio, tranquilo. Viva a Avenida Lourdes!
O pátio bem varrido, deve dar até para quarar uma roupa.
A Espada de São Jorge enfeitando o ambientch.
Muito bom!
E, de volta, subindo a escadaria...
passando por portas e janelas antigonas...
pintadinhas de verde,
encontramos a luz recepcionados na entrada e na saída da viela antiga, por manequins de loja que guardam a Avenida Lourdes.
Na agonia da Visconde de São Lourenço, numa "desça" elegante, a surpresa agradável que é a Avenida Lourdes.
Carmen Mayrink Veiga por Lino Villaventura . 2001
Adoro todas as fotos de Carmen, mas, esta, que é até recente, anos 2000, acho um escândalo e é uma das minhas preferidas. Ousada, louca, teatral.
É uma instalação!
O cenário de móveis virados pra baixo, espelho caído no chão e tapetes revirados é lindo. Decadente e lindo. E Carmen, de vestido suspenso surge, altiva, pondo ordem na desordem do ambiente.
É a Carmen sempre surpreendente.
A foto é de Miro para matéria da Vogue em 2001.
sábado, 7 de março de 2015
Nossa Senhora do Salete . Tudo Azul!
Adoro esses santinhos antigos impressos em uma só cor. Este, que é capa de uma novena a Nossa Senhora do Salete, é de 1954.
Carmen Mayrink Veiga por Adelson do Prado
Adelson do Prado, artista plástico baiano tão badalado nos anos 60, 70 e que, hoje, está completamente esquecido! Coisas da nossa terra, coisas do Brasil.
Desde os anos 60 morava no Rio.
Expôs na Europa, Estados Unidos. Teve uma carreira de sucesso, bom trabalho, boas críticas.
Soube que Adelson faleceu em 2013 em Vitória da Conquista onde nasceu e voltou pra morrer. Mas parece que, bem antes, já o haviam enterrado.
Coisas da nossa terra, coisas do Brasil.
Me lembrei dele por esses dias, fui ao Google e achei esta maravilha de quadro de Carmen, um óleo de 1969.
Tenho um quadro dele, também dos anos 60. Uma horas dessas fotografo e coloco aqui.
Em outro contexto e em relação a outra pessoa ouvi uma frase: "Entre os esquecidos ele foi o vitorioso."
Adelson do Prado é um vitorioso.
Coisas da nossa terra, coisas do Brasil.
Ilustrações de Poty para Diva de José de Alencar
Os livros editados pelas Edições de Ouro traziam ilustrações de grandes artistas plásticos brasileiros e este Diva de José de Alencar quem ilustra é Poty-Poty Lazzarotto.
São lindos esses desenhos de mulheres do XIX sem rosto. Não conhecia esta edição de Diva e essas ilustrações de Poty.
Novidades antiguinhas!
Adorei!
Aproveitei e escaneei uns trechos do livro bem próprios da escola romântica com suas descrições detalhadas. Magnificências de luxo!
sexta-feira, 6 de março de 2015
Passeio Antiguinho . Casarão na Avenida Sete com a Pomba do Divino Espírito Santo
Esta casa fica em frente à Igreja do Rosário na Av. Sete, esquina com a rua Pedro Alcântara.
Nunca, nunca tinha reparado nela! Nunca me detive a olhar a casa que, na verdade, é um casarão magnífico do final do XIX. É enorme. A lateral toma a metade da rua Pedro Alcântara.
Infelizmente a parte de baixo, como a da maioria das casas da Av. Sete, está geneticamente modificada-por todo e sempre- para abrigar lojas de comércio: fazem um vão, um espaço, abrem um buraco e tome-lhe mercadorias, da geladeira ao carretel de linha. Passando, evidentemente, pelo dedal.
Como eu nunca tinha me detido a olhar a casa, é claro que nunca tinha visto no janelão abaulado central, na parte de baixo, a pomba do Divino Espírito Santo em relevo. É lindo! Uma surpresa, um detalhe ótimo, uma alegria.
As casas do lado esquerdo da Av. Sete são as mais antigas, isto é, aquelas que se salvaram do terremoto J.J. Seabra.
É isto. Ainda tem novidades antiguinhas pelo centro. É o dedo do Divino!
Escândalo!!!!!!
Nunca, nunca tinha reparado nela! Nunca me detive a olhar a casa que, na verdade, é um casarão magnífico do final do XIX. É enorme. A lateral toma a metade da rua Pedro Alcântara.
Infelizmente a parte de baixo, como a da maioria das casas da Av. Sete, está geneticamente modificada-por todo e sempre- para abrigar lojas de comércio: fazem um vão, um espaço, abrem um buraco e tome-lhe mercadorias, da geladeira ao carretel de linha. Passando, evidentemente, pelo dedal.
Como eu nunca tinha me detido a olhar a casa, é claro que nunca tinha visto no janelão abaulado central, na parte de baixo, a pomba do Divino Espírito Santo em relevo. É lindo! Uma surpresa, um detalhe ótimo, uma alegria.
As casas do lado esquerdo da Av. Sete são as mais antigas, isto é, aquelas que se salvaram do terremoto J.J. Seabra.
É isto. Ainda tem novidades antiguinhas pelo centro. É o dedo do Divino!
Escândalo!!!!!!
O Caso da Lata Vazia
Comprei o livro pelo título que é bom demais.
O que será que havia ou não havia na lata? Qual o segredo da lata vazia? O que reservaria o autor aos leitores ao final da história, o porquê da lata vazia? Tchan, tchan, tchan!!!!
Só o detetive Perry Mason poderá esclarecer...
-Cruzes, mas esta é uma lata de Queijo Figuinha vazia???
- Quem comeu o Queijo do Reino?
-Uma pérfida esfomeada, evidentemente!...
Quem me dera ter tempo para saber o que rolou com a lata do romance de Erle Stanley Gardner! Aliás, o nome do autor é também uma maravilha.
Folheando o livro encontrei umas ilustrações interessantes bem como eu gosto, de época- o livro é de 62- bem legais e, no final, a lata que era vazia, ficou cheia, sortida e, meticulosamente, organizei esta página do blog.
A Sra. Gentrie me ajudou, é claro!
Viva a Sra. Arthur Gentrie!
Títulos magníficos a ler!
Quem me dera um alpendre para poder desfrutar das obras do Gardner, meu autor preferido. Seriam horas decididamente encantadoras.
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