terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Tonia Carrero . Novela Água Viva . 1980

 A Star contracena com um buquê de rosas e como sabe tirar partido neste diálogo só de beleza. Quem é mais bela... Tonia. As Rosas. Difícil...
As duas se encontram, se completam e trocam beleza e charme. E Tonia, a Star talentosa, dá um show  em frente à câmera num momento jardim florido e perfumado. Hummm!!! Perfume. Perfume.
N.5... 
T O N I A
















segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Armazém Regueira . Anos 50

 Armazém Regueira na rua Nilo Peçanha na Calçada. Era do espanhol Seu Saladino, senhor de óculos no balcão, que era meu vizinho nos Mares. Joaquim, o rapaz da frente, era espanhol também e empregado do armazém. Atrás, perto da balança, Paco, filho de Seu Saladino.
Minha família comprava lá. Tinha muito bacalhau, salames, mortadelas, um chouriço em lata, pequeno, português, delícia que nunca mais vi por aí, azeite do bom, e todas as latas, todos os enlatados que se comia na época e nem se imaginava o mal que faziam.
Que delícia os enlatados, o kitut, a salsicha, a sardinha, tudo era gostoso! 
A sardinha perdeu o sabor e o resto, nem pensar em comer.

 Latas, latas, latas, latas maravilhosas!!!
A de biscoitos com a paisagem, linda! Quem me dera uma lata dessas!
 A lata de banha com a baiana no rótulo!
A de Óleo Salada em verde e dourado, com a mulher de perfil!


 Kitut, Kitut, Kitut!!!!
Nessa época o kitut era uma delícia!! Morro de vontade de comprar uma lata pra comer, mas não tenho coragem. 
Se fazia muito o kitut à milanesa, passado no ovo, uma desgraça de tanta gordura. Comia-se com macarrão...KKKKKKK 



Sabão CampeiroKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK KKKKKKKKKKKKKK Passou...Espumou...Limpou...KKKKKKKKKKKKKKKK

Tonia Carrero . Novela Água Viva . 1980




domingo, 11 de janeiro de 2015

Nina Chavs . Paris Via Varig






Nem me lembrava que tinha comprado este livro de Nina Chavs no Rio, nas minhas poucas estadas pela Corte.
Quando há alguns anos tive que me desfazer de muitos livros, revistas, papéis, tralhas e mais tralhas para poder viver em outro local e poder transitar nele- ou eu ia ou iriam os papéis- fiz uma seleção daquilo que eu não poderia, ainda, viver sem. Separei todos os livros de crônicas, que é um gênero que adoro e que fui acumulando ao longo da.
Guardei os livros de Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Carlinhos Oliveira, Antonio Maria, Drummond, Elsie Lessa e este de Nina Chavs. 
A crônica por ser curta e de condensar naquela página, página e meia, tudo o que se quer dizer a respeito de um assunto sem rodeios, é a melhor coisa pra se ler antes de dormir. Na cama. A leitura é rápida e o sono vem.
Como é bom ler uma crônica de 1956, de 1961, de 1970, sem compromisso, crônicas antigas, assuntos passados, mas, de tão boas, gostosas de ler e bem escritas, não têm data, são eternas, ficaram, ficam e ficarão pelos séculos.
Este livro de Nina Chavs é uma delícia de ler. Infelizmente acho que ela só publicou ele. Nina se continuasse a escrever faria uma carreira de escritora muito boa, no nível de uma Elsie Lessa. Lembranças, viagens, pessoas, divagações, reflexões, o mundo de Nina. A vida de Nina. E ela tem o que contar e conta bem. 
Escaneei a orelha do livro escrita por Justino Martins, o prefácio de Jorge Amado, a introdução-Intenção- feita pela autora e, também, duas crônicas, as duas últimas do livro. Nelas estão o humor, a ironia e a inteligência da autora.

 Jorge Amado fez também o prefácio do livro de crônicas de Elsie Lessa, Canta que a Vida é Um Dia.
O prefaciador das cronistas!
Prestigiou o que é bom.





















sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Nara Leão





Foto da capa do LP de Nara em 68, reproduzida em matéria do Correio da Bahia, 2004.

Três Paninhos de Crochê

 Este, em ponto irlandês, é o mais bonito pra mim. Minha bisa, Nini, era craque neste tipo de crochê que, tem a característica de ter os pontos revestidos em ponto festão, chamados também de meio ponto, e detalhes, enfeites em picôs.
Quem quiser tirar o ponto, é só apurar a vista. 



 Este é irlandês também. Ponto apertado e festão na borda. Tá velhinho, se desfazendo. A linha apodrecendo. 
Adoro!
Quanto mais velho, melhor!




Este, bastante antigo, imita renda e tem uma forma muito bonita e incomum.
Todos os 3 Paninhos já não rolam mais por ahaí, não se fazem mais com tanta frequência porque, o número de prendadas caiu bastante- por que será???- e o costume dos Paninhos embaixo de jarrinhos e biscuits saiu de moda, ficou super cafona. 
Concordo, mas um crochê bem feito, de truz tem o seu lugar, isto é, nas casas das pessoas de bom gosto.
Uma Toalha, uma Toalhinha ou um Paninho de crochê quando bem usados e, numa casa em que se saiba misturar o antigo com o novo fica bem. Muito bem!
É bem usar crochê!
Sou defensor do crochê!
Viva os Paninhos!