Adoro essa escadinha do lado que deve servir para a manutenção. Não me lembro se tem uma claraboia no lugar...Anos que não entro no Instituto!
A torrinha do I.H. e a Praça de São Pedro sendo restaurada, aliás, requalificada, como se costuma dizer agora.
Quando for inaugurada em poucos meses estará destruída. Nada se mantém e se conserva nesta cidade.
A estátua do Barão do Rio Branco do escultor Pasquale De Chirico, em um belo pedestal com alegoria de ninfas diáfanas em vestes esvoaçantes e com transparências.
Monumento belíssimo que nem vemos e nem ligamos mais e que tornou-se invisível, no meio de tanta poluição visual no local.
Imagem de Cristo, mutilada, sem os braços. É uma escultura bem estreita, delgada.Fina.
Pela madeira e a virola deve ser coisa antiga, senão, antiguinha.
Pode ser arte nordestina, arte popular, mas pode ser pelos traços retos e geométricos, um trabalho moderno, de autor. Anos 20, 30??? 50??
Um Cristo sintético, moderno. E engraçado!
O cabelo parece estar preso em um torço.
Parece um turbante de Madame Grès!
É um Cristo finíssimo!
O turbante de Madame Grès!
Um Cristo em Turbante. Uma nova categoria.
Me confrangeu este poeminha!
Também vou peticionar!
Do Livro "Cânticos Escolares" de Maria Luiza de Sousa Alves.
Geraldina é triste!!! Melindrosa!!!
KKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!
Do livro "Cânticos Escolares de Maria Luiza de Sousa Alves.
Do livro "Cânticos Escolares" de Maria Luiza de Sousa Alves.
KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!
Livro simplesmente magnífico com letras e com escala musical de cânticos escolares pra creanças.
Há muito tempo que tenho este livro, mas não tinha atentado para o fato de a autora ser baiana. É tanta coisa guardada...
Professora Maria Luiza de Sousa Alves!
Ela diz que o livro é uma "lembrança affectuosa de quem viu decorer quasí toda a existência nas lides do ensino". Como este livro é de 1924, esta seleção enorme de cânticos e recitativos a autora deve ter aprendido e colecionado desde o século XIX!!! Repertório antiquíssimo, portanto!!!
E hilário!!!
E muito instructivo!!!
Comprei este livro pela capa e pela dedicatória. O título cafona como eu bem gosto e as dedicatórias que são sempre engraçadas e curiosas.
Só depois, folheando o livro de páginas bem amarelas e de papel poroso, vi que o livro era de relatos de viagens do autor e tinha um capítulo dedicado à Baía. Sem H.
Aliás, o título, Baía em Kodak, é ótimo!
Alvaro de las Casas é espanhol, nasceu na Galícia em 1901 e faleceu em 1950.
O livro Na labareda dos Trópicos é de 1939 e tem coisas super interessantes.
Aos poucos vou jogando aqui outras páginas.
Capa de Clóvis Graciano para uma coleção das obras completas de Aluísio Azevedo da Editora Martins, 1959.
As capas da Livraria Martins Editora eram um luxo. Bom gosto total. Lindíssimas!
Edifício Lamaro. Prédio super bonito, porém fazendo a linha "invisível", na cor... abandono!
Tem detalhes bem típicos do Art Déco, paredes abauladas, o varandão reto na frente servindo aos apartamentos e divididos por muro em escadinha e a torre que encima o edifício.
Algumas janelas são originais, outras já voaram dando lugar as "esquadrilhas" de alumínio, como já ouvi dizer por ahaí.
Letreiro lindo com letras cheias, bem no estilo Art Déco. Poderia estar com mais realce o nome do prédio.
Destaque: os fios, as teias medonhas dos fios elétricos a passar sobre as nossas cabeças, a sujar mais ainda o ambientch: favela perde!
Impossível fotografar o prédio Déco e não pegar a cúpula da Igreja da Piedade.
É linda!
A proteção que colocaram sobre toda a cúpula -vinda da Itália- é excelente pra a sua proteção, mas tira a beleza dos azulejos que, cobertos, perde muito da sua presença na paisagem já tão cinza do local.
A proteção tira o brilho do azulejos em azul e amarelo.
Mas...está conservada.
Piedade, Senhor! Ao fundo a cúpula e, ao lado, a linda torre.
Descoberta, sem proteção e revelando infiltrações, os azulejos brancos azuis e amarelos se destacam, ficam realçados na paisagem.
Esta Igreja já teve tantas modificações! Acho que só cúpula e torre sobreviveram à sucessivas reformas.
Um horror!