domingo, 12 de janeiro de 2020

A Casa Modernista de Mina Klabin e Gregori Warchavchik . São Paulo


Fotos feitas ano passado em São Paulo, no bairro de Santa Cruz onde fica também o Museu Lasar Segall. No caminho, a Igreja de Nossa Senhora da Saúde.
Fotografei à socapa a casa. Em um monitor de TV, filmes domésticos de época com cenas do dia-a dia da vida da família narrados por um dos filhos do casal. Uma delícia ver as antigas imagens, mas também um pouco melancólico, casa vazia em seus espaços imensos, amplos, sem cantos, geométrica, sem nada de sobra ou inutilidades. Moderníssima!!! 
Uma aula de arquitetura - moderna -. 
O essencial e o essencial é sem superficialidades. 

Imagens de fevereiro de 2019.























 Abaixo fotos do quarto das creanças com decoração infantil de pinturas e desenhos feitos diretamente na parede.











































sábado, 11 de janeiro de 2020

Noite Chuvosa

Em pleno verão, com queimadas - ui! - e fogo - ai! - aqui e acolá, e eu me delicio com a imagem noturna de Nova Iorque em  Notte Piovosa - 1895 - do pintor impressionista americano, Childe Hassam.
Viajo no tempo e... abro o meu guarda chuva. Ou abrigado eu estaria em uma carruagem, num tílburi, um carro de aluguél?
Noite Chuvosa. Nome de uma canção gravada por Ângela Maria nos anos 50 e que eu ouvia sem parar nos anos 70, 80.
"Numa noite em que a chuva chorava lá fora
eu chorava também pois alguém fora embora..."

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Cartier-Bresson . Carneiro Selvagem . Touca Holandesa




Há tempos que escaneei a foto do carneiro selvagem em uma National Geographic, cujo chifre, dando voltas por si mesmo, me lembrou o penteado "touca holandesa" dos anos 60
De Henri Cartier-Bresson, salvei a foto de meninos e meninas na escada em caracol...
Como tudo está dando voltas, resolvi juntar tudo em uma volta só.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Iemanjá 2020


 Imagem na margem do rio Paraguai em Corumbá, Mato Grosso.
Eu amei esta imagem tão linda e feita, com certeza, com muito amor e respeito pelos devotos, por quem recebe as graças de Iemanjá. Essa imagem é a cara do Brasil multi-religioso, plural, místico, misterioso, mágico que, no entanto estão querendo acabar. Será que conseguem acabar com forças da Natureza? Que luta, hem? 
2020 é ano de Xangô e Iansã, com Iemanjá no meio entre os dois, ela que é a mãe de Xangô, vem pra dar uma abrandada e uma doçura necessárias, um alívio, um respiro, já que os dois comandantes do ano de 2020 são santos muito fortes. É a cara do Brasil que iremos viver, lutas, e lutas por justiça, e o respiro de Iemanjá
Essas são palavras de um leigo, admirador do candomblé, religião tão bonita, de rituais belíssimos e que vem sendo atacadíssima nos últimos anos, com ataques até piores do tempo em que era uma prática ilegal uma contravenção proibida pela polícia. Em muitos pontos regredimos violentamente. Até católicos não são poupados no preconceito religioso. Quem é o dono de Deus? Qual o Deus de prestígio, o melhor? Qual o deus que tem que ser cultuado e respeitado? Para quem professa qualquer religião o  Deus, Deuses e Deusas é aquele que lhe cabe. Este é o meu pensamento sensato e que deveria ser o de todos. Mas, a ignorância, as trevas, o embrutecimento estão aí. Então tem luta em forma de um chamado pela verdade e ponderação. Quem é melhor que o outro? Será que não há espaço para todos e espaços de convivência pacífica entre as religiões?
Este ano eu venho como sempre de Nossa Senhora e São José.
Açucenas, açucenas, açucenas, açucenas, açucenas, açucenas. Venho com todos os meus santos de devoção - São Jorge na frente - e venho com o VERDE, venho com as SUMAÚMAS, a Rainha da Floresta
Ela é um deus. Uma Deusa.




terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Verde Sumaúma 2020


Vinheta em Seleções dos anos 40.
Para 2020 um verde qualquer, qualquer verde. Um matinho, uma plantinha que se esgueira no meio do asfalto e nasce ou, uma árvore imensa, uma Sumaúma, a rainha das florestas.
Cada brasileiro deveria ser responsável por uma, por "sua"  Sumaúma, dessas que ainda resistem nas cidades e de vez em quando - ou muitas vezes - vemos derrubadas para dar lugar a um quadrado de cimento.
Rezemos pelas Sumaúmas. Fiquemos de joelhos ante uma Sumaúma. E seus caules esverdeados sempre a crescer. E suas raízes lindas, imensas. 
É um deus. 
Uma deusa a nos proteger.



quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Natal 2019 e Célia Coutinho!


Este ano o Antiguinho vem, via Revista Intervalo, anos 60, com a imagem da atriz e vedete Célia Coutinho - com seu corpinho violão - vestida de Mamãe Noel e bem sexy.
Para os que entram aqui e se encontram nas minhas velharias, desejo o meu Feliz Natal - "maravilhoso" - um pouco atrasado, mas o período é natalino mesmo. Vale o escrito.

Célia Coutinho. Me lembro muito dela nas novelas, propagandas de TV e cinema. Foi uma atriz bem presente nos dois veículos, mas no teatro, nunca a vi.
Foi "Certinha do Lalau", era boazuda. Corpão violão. Pequenina e sexy. Um biscuit!
Ela também era dubladora, tinha uma voz super bonita, tipo meiguinha e sexy.
Nos anos 90, de repente, não mais que de repente, Célia Coutinho reapareceu, já meio senhorinha, na TV, aqui na Bahia, fazendo um comercial local... Será que alguém lembrou que era ela fazendo aquilo?? Eu sim e nem precisa dizer que adorei o ressurgimento dela.
Célia Coutinho está "vivinha da silva" e por aí. Aposentada, suponho.


terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Teatro São João 3 ou As Astúcias do Tempo


E o Teatro São João reapareceu depois das astúcias do calote da sua existência! Incendiado e derrubado, ele ressurge, mostrando os restos de suas entranhas soterradas.
Salvador seria outra com o lindo Teatro São João ali onde ele esteve até 1926.
Salvador, cidade do desmonte, dos incêndios, do monta, remonta e do "requalificar".
Espero que reaproveitem as sobras dessa nossa "ruína romana", os ossos do São João e os deixem à mostra como prova dos erros imperdoáveis do passado.

























- O que será que estão levando no São João?
As Astúcias do Calote.

E o Teatro São João deu o seu grito!
- Olha eu aí, gente!
E as escadarias parecem scenários de Teatro de Revista
- Ôba!
E seriam ótimas para desfile de misses.

Mas tudo o que foi achado - muito lindo, precioso, emocionante e surpreendente - deve ficar super protegido: o vandalismo, a falta de sensibilidade, de educação, de respeito ao passado e à história é uma marca - mácula - de Salvador e do Brasil do século XXI.




As fotos são do Bocão News, Bahia Notícias, Metro1, O Correio da Bahia, G1 e de outros sites de notícias encontrados no Google.