No Tom de Carmen. Nome perfeito para esta matéria da revista Isto É - 24 de abril de 1985 - e para a a cerimônia seguida de festona organizada à perfeição pela mamãe de Antonia, Carmen Mayrink Veiga.
Este casamento do jeito em que foi arquitetado seria impossível nos dias de hoje devido à violência na qual o Rio se afundou e, por outro lado as famílias tradicionais preferem cerimônias mais simples, mais fechadas e sem ostentação.
Este casamento é a cara do Rio de antes dessa onda de violência que grassa e faz com que todos se subjuguem a ela. Triste ex- Cidade Maravilhosa.
Tenho algumas matérias sobre o casamento de Antonia Mayrink Veiga e Guilherme Frering e irei colocar sempre aqui neste post, No Tom de Carmen.
Para os admiradores da bela Carmen é só entra aqui e encontrar o que postarei.
Coluna de Ibrahim Sued, O Globo, 20 de abril de 1985.
Jornal do Brasil, 19.04.1985.
Coluna de Zózimo, Jornal do Brasil, 20.04.1985.
Jornal O Globo, coluna de Hildegard Angel, 20.04.1985.
Cerimônia e festa de casamento deslumbrante, impecavelmente preparadas e supervisionadas de perto, com certeza, pela mãe da noiva, Carmen Mayrink Veiga que mostrou o quanto ela era perfeccionista e de extremo bom gosto.
Este casamento, cerimônia religiosa e recepção, foi perfeito. Acho que foi o último grande acontecimento social do Rio de Janeiro, tipo o último baile da ilha fiscal. Esta cerimônia tal o aparato, o luxo e o requinte marcou o fim dos eventos deste porte e também e infelizmente, de uma época.
Hoje não consigo imaginar a Igreja da Candelária, à noite, aberta para uma cerimônia religiosa e recebendo mil convidados ilustres e ricos e o Copacabana Palace palco da recepção após o casamento. Atualmente um casamento desses não se realizaria, prefere-se, por segurança, cerimônias simples e fechadas. Os tempos são outros. Não há mais país para um casamento como o que Antonia sonhou e Carmen concretizou. A violência urbana tomou conta. O tempo é cruel. Não posso imaginar, hoje, como se garantiria a integridade de tantas pessoas bem vestidas, mulheres com suas joias em pleno centro do Rio e depois em Copacabana??? Nem chamando o exército daria certo.
Mas, este casamento existiu, existiu um tempo para ele, tempo de um Brasil que já foi mais educado. E ainda bem que Carmen viveu esse Brasil e pode materializar a linda cerimônia de casamento de sua filha.
Coluna de Hildegard Angel, O Globo, 12.011985. Pródromos dos casamento de Antonia e Guilherme Frering.
Foto e texto colados nos meus álbuns.
A matéria deve ser da revista Manchete, de 1970 ou 71, quando Nara estava morando em Paris e gravou com Tuca o lp de bossa nova - o da ponte - duplo - capa linda, seleção de repertório magnífica, arranjos de base de violão de Nara e Tuca - amo aquele violão solto das duas...
Posteriormente colocaram - aqui no Brasil - instrumentação muito leve e classuda com arranjos de Menescal. O bongô em Desafinado uma loucura!!! Disco impecável, primor total, do tempo de cantoras que gravavam quando tinham algo a dizer e Nara, nessa época sem lançar discos, só queria gravar coisas que ela cantava em casa e no início da carreira: bossa nova. Musa e rainha, quem da antiga Phillips diria não a este desejo tão fora de época??? Ninguém. E assim, com este Lp duplo, Nara inaugurou a relembrança da bossa nova.
Aliás, esta relembrança toda já encheu o saco e resultaram em discos medonhos em que se lembra tudo menos bossa nova que é menos, menos, menos. Até quem era da época tá cantando com vozeirão e arranjão. Péssimo! Zero!
Fazer o simples é difícil e, bossa, é para Nara.
P.S. A foto, na verdade, me parece ser de 1967, por aí, já que os cabelinhos das duas e as roupinhas que elas estavam usando são bem daquela época. Quando foi morar em Paris, Nara cortou os cabelos, deu um outro corte e descobriu as orelhas.
A matéria da revista é, porém, de 70 ou 71.
Mas, não vou mudar o nome do post. Fica assim mesmo, Nara e Tuca em Paris encontro que aconteceu e rendeu aquele disco lindo "da ponte".
Disco perfeito com aquele violão solto das duas e a voz de Nara uma delícia!
Bendito encontro.
Fotos de Nara da revista Manchete. Pela carinha dela, parece que seja da época do lp Coisas do Mundo de 1969.
Nara era uma das minhas cantoras preferidas. Colecionei todos os lps - tenho todos guardados - e fiz loucuras pra conseguir os que eu não tinha kkkkkkk.
Nara Leão uma antiga e sempre renovada paixão: repertório perfeito, voz linda e AFINADÍSSIMA!
Livrinho de orações, de conteúdo bastante vasto, pois tem até aritmética, calendário católico, noções de civilidade, seleta de textos portugueses em prosa e verso e etc. Um livrinho que é um livrão! Comprei este exemplar em um brechó católico, tem o nominho da dona e a data em que foi comprado, 1952. Mas tem cara de ser muito mais velho...
É um texto de original tcheco, traduzido, passou por Porto, Portugal, foi reimpresso aqui e acabou em minha casa. Não tem o ano da edição.
As vinhetas são lindas, mas muitas delas as traças traçaram.
Mês de Maio, mês em que nasci, escaneei puxando a brasa pra minha sardinha...sou de 4, dia de Santa Mônica. Muito bom, dia da mãe de Santo Agostinho. Estou muitíssimo bem acompanhado e amparado.
É também o mês de Santa Rita "de Impossíveis" e da Aparição de São Miguel Arcanjo.
A foto dos vendedores de souvenirs em Kinshasa é da Enciclopédia Salvat - Biblioteca Salvat de Grandes Temas - e, o tema deste volume, é "A Pobreza nas Grandes Cidades". Ano de publicação, 1979.
Guardei dois volumes dessa enciclopédia que eram vendidas em bancas acho que semanalmente. Além desse guardo um sobre cinema.
Dando uma olhada recentemente - reolhada - nas matérias deste volume fiquei impressionado com a foto tirada no meio da rua da cidade de Kinshasa, Congo e a quantidade de presas de elefante algumas vendidas inteiras e outras já transformadas nos pavorosos souvenirs. A foto parece ser um flagrante de uma cena banal do cotidiano e do comércio livre dessas peças na cidade africana que, hoje, suponho, suponho, não deva mais acontecer.
Fui dar um passeio pelo Google e vi a foto do elefante morto com a retirada das presas, foto chocante e bem mais atual do que a foto da enciclopédia o que dá para perceber que o comércio do marfim continua a todo vapor, mesmo que proibido.
Uma tristeza!
O Gato, obra de 1920 do pintor italiano Lino Selvatico, 1872 - 1924.
Duas fotos, dois "aspectos" das duas cidades brasileiras no livro Geografia da América.