quarta-feira, 23 de novembro de 2016

"Cosme e Damião" Policiais Militares da Bahia


Quando eu era memino ouvia muito a expressão Cosme e Damião designando a dupla de policiais militares fardados que faziam a guarda em algum lugar, seja nas ruas, esquinas, porta de instituições etc. Hoje esse título já não se dá  à dupla de policiais e caiu em desuso a expressão "Cosme e Damião". 
Também os santos gêmeos, uma devoção tipicamente baiana e comemorada todos os anos com muito caruru por quase a totalidade das famílias baianas vem, a cada ano, perdendo o seu vigor - sinal dos tempos - mas o costume ainda continua. 
Qual a casa de antigamente que não tinha a sua imagem dos santos gêmeos? Todas tinham e no dia do santo, elas, as imagens, ficavam na frente dos oratórios em destaque e recebiam as primeiras porções do caruru - em cumbuquinhas de barro -  feito na casa do devoto. Tinha famílias que fazia carurus imensos e pra um mundaréu de gente, outras, carurus pequenos, só mesmo pra família, alguns parentes e pouca gente de fora. Mas a fé era a mesma. Fazer o caruru era obrigação de todo ano. Guardava-se dinheiro para setembro e, se por algum motivo não fizessem o caruru, no outro ano não deixavam de manter a promessa de oferendar os santos. Promessa era promessa.
Bons tempos os de fartura de tantos carurus e que até selecionávamos em quais casa iríamos comer.
Bons tempos aqueles, tranquilos e guardados pelos antigos "Cosme e Damião", os guardas. Às vezes, quando eles se detinham muto tempo em algum bairro, ficavam até amigos das famílias. Chamávamos eles de "Seu Guarda". E era um tal de "Seu Guarda" pra cá, Seu Guarda pra lá...
Essas fotos são de um antigo livrinho institucional do Governo da Bahia dos anos 50 ou 60.



E tinha a dupla de policiais femininas também. Mas, neste caso, nunca ouvi se referirem a elas como as santas gêmeas, Crispina e Crispiniana,

domingo, 20 de novembro de 2016

Didu Souza Campos


Didu Souza Campos em entrevista para a Interview no início dos anos 80. Pra quem gosta de histórias antiguinhas, sugiro detalhar as páginas e ler numa boa as recordações de Didu que, junto com com Tereza, formou um dos casais mais badalados do society carioca nos anos 50.






Na mesma revista, no carnet social, Didu com a então mulher, Gilda.

sábado, 19 de novembro de 2016

Carmen Mayrink Veiga e Hector Rubio


Jornal do Brasil, setembro de 1998. Matéria: Gorjeta sem Estresse versando sobre o quanto se deve dar de dinheiro ou não. 
E Carmen no salão penteando os bastos cabelos e, pra variar, belíssima!



O Livro de Etiqueta de Amy Vanderbilt


Comprei hoje na "chon" no centro da cidade o livro de etiqueta de Amy Vanderbilt  - a maior autoridade mundial em boas maneiras - em edição de 1967. A capa é estampada com foto dos anos 50 e eu amei. Tanto que dessequei, escaneei até não querer mais, espremi a foto, detalhei para curtir mais. Até as pessoas de época eram mais bonitas, kkkkk e elegantes...
Eu ganhei de presente a última reedição deste livro - 1995 - que traz comentários de Carmen Mayrink Veiga.
É uma boa leitura: tem coisas interessantes, muita coisa só para gente muito refinada mesmo e coisas muito engraçadas, pra mim, pois refletem um modo de vida super requintado de pessoas ricas o quê, evidentemente, eu não sou. Então é melhor rir. No mais, hábitos de pessoas de boa educação ou para quem pretende ter e aprender lendo e estudando o livro da Vanderbilt.


Esta edição, a terceira, é de 1967, tem adaptação de Maluh de Ouro Preto, que foi manequim em Paris - desfilou para Chanel -  e, mais tarde, virou escritora. Li uma crônica dela em um livro reunindo vários cronistas.
A foto da capa deste livro de Amy Vanderbilt é de Rouchon. A modelo em primeiro plano veste Dior e à da direita, está com um Jacques Fath.






terça-feira, 15 de novembro de 2016

Ilustração de Maria Eugênia . Coluna de Nina Horta . Receitas com Bananas


Esta coluna de Nina Horta Adivinhe o que tem de sobremesa? é uma maravilha, pois trás várias receitinhas simplérrimas e muito boas feitas com banana, as nossas bananas tão prosaicas no nosso dia a dia e que às vezes, ou muitas vezes, não sabemos como aproveitar quando ficam muito maduras, feias e escuras e achamos que  o melhor caminho delas é o lixo mesmo. 
Acontece também aquele dia de  ter somente 3 bananinhas para fazer uma sobremesa e aí, então, temos que usar de criatividade.
É isso que esta coluna de Nina Horta ensinou no longínquo maio de 2000 em sua coluna na Folha de São Paulo. E num enredo sensacional.
Pra facilitar a vida e a vista de quem vai ler esta crônica, detalhei receitinha por receitinha.
Eu hoje mesmo aproveitei aqui em casa 3 bananinhas que já estavam pela hora da morte. Fiz uma calda escura com um pouquinho de açúcar demerara, coloquei as bananas em rodinhas, bastante canela em pó e um pouco de água quente. Panela aberta e espiando e virando para não queimar. 
Se eu não as reaproveitassem, teriam que ser jogadas no lixo amanhã. E nesta crise... é ruim, heim!?
  









E viva às bananas!

Brigitte Bardot . Tira a Roupa, Vicentina!!!!!!



 Brigitte e Annie Girardot no filme As Noviças de 1971.


Tira a roupa, Vicentina!!!!


 1.  Uau!!!!

 2.  Ui!!!!

3.  Ufa!!!!

sábado, 12 de novembro de 2016

Sinceramente, Martha Rocha


Postal de Martha Rocha que era vendido em livraria do Rio de Janeiro nos anos 90.
Adoro o Sinceramente...que era tão usado em dedicatórias nos anos 50.
Foto de jornal.

Joia de Fred Arouca


Adorei esta ideia do design Fred Arouca. Infelizmente só conheço este trabalho dele que, numa altura dessas, deve estar fazendo outras coisas. Este colar já é de época.
Nota em O Globo, coluna de Mara Caballero, dezembro de 1995.


O Menino Comportado . Recitativo


 Muito bem! 
Visto, nota 10!



sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Carmen Mayrink Veiga . Femme du Monde



Revista Interview.


Danuza Leão . Coluna Social


 Lúcia Flecha de Lima com Dona Arlete Magalhães.

 Esta é mais uma das deliciosas e hilárias crônicas sociais escritas por Danuza que guardei por alguns muitos aninhos. Como o tempo passa!!!!
Jornal do Brasil, novembro de 1997.


Desenhos de Maria Eugênia


Desenhos de Maria Eugênia para a coluna de gastronomia de Nina Horta, Folha de São Paulo, julho de 1998. Neste dia, o azeite era o assunto.