Algumas fotos de Carmen no lançamento do livro do retratista Pedro Leitão. As matérias são de abril de 1998.
Coluna Vip Vupt, Renata Fraga, O Dia.
Gisella Amaral e Carmen, coluna de Hildegard Angel, O Globo.
Coluna do Swann, Alessandro Porro, O Globo.
Será que os números dos telefones se mantiveram??? KKKK
Recebam as flores que te dou.
Flores estampadas em um resto antigo de papel reticulado.
Gostei milhões!
Fiz uma seleção, uma triagem e, antes de ir para o lixo, reaproveitei para colocar aqui.
Reciclos.
Este blog vive de restos que me dão, que me aparecem e aqueles que eu me dou.
E dou, distribuo, pra quem entra aqui.
Aproveitem.
Reaproveitem.
"De tudo resta um pouco", já disse Drummond.
Homens que fizeram o Brasil é mais um daqueles livros com textos bem ufanistas, edificantes, de fortíssima moral cristã e que enaltece os bons costumes, a família etc. etc.
Amo esses textos bem cafonas - aqui no blog tem vários livros assim - completamente datados e hoje completamente por fora, mas que acho engraçadíssimos! Como não posso salvar e escanear tudo, reproduzo alguns textos, o texto das legendas das fotos - maravilhosas e colorizadas - e os clichês - adoro um clichê bem desfocado kkkk aqueles que dão uma ideia do que se pretendia ilustrar kkkk
Concordo plenamente!!!!
Que scena linda esta família unida e entretida na leitura.
Me emocionei!
- Ohhhh!!!! "É esta cidade que fundamos???
-É isto o que ela virou!!!!
-Voltemos ao século XVI!!!
Concordo plenamente!
KKKKK Que verdade absoluta!!!!! Que lucidez desta senhora moderna. Moderníssima, aliás!!!
Indiozinho em clichê.
A minha cidade em clichê.
O clichê está bem melhor que o real!
Linda - e deve ser raríssima! - foto de Júlia Lopes de Almeida, escritora que eu adoro.
A traça marcou presença no rosto de Júlia. Ainda bem que teve parcimônia, educação e só comeu um pedacinho da testa...deu até um tchan!
Muito bem!!!
Beleza!!!!
Muito bem!
Maravilhoso clichê de Paquetá! Ah! Dá vontade de mergulhar!
Jornal Domingo Ilustrado, 1971.
Jornal Domingo Ilustrado, 1971.
Felicidade pode ser a tampa de um porta joia de louça bem cafona com estampa idílica do XVIII. Na hora em que comprei a tampa em um bazar fiquei... feliz. KKKK
Nos anos 70 eu fui a muitas festas no Terreiro de Mãe Menininha do Gantois, mas no terreiro de dona Olga de Alaketo eu só fui uma única vez, nos anos 2000 e em uma festa linda.
Eu sempre tive uma grande simpatia e admiração por dona Olga. Gostava demais quando a via nas revistas de circulação nacional e nos jornais, sempre muito bem vestida, bem penteada, com joias e sempre muito elegante.
Dona Olga de Alaketo faleceu há alguns anos. Acho que está no momento de se fazer uma homenagem a ela. Deveriam criar um museu com o acervo da yalorixá.
Essa matéria da Planeta é de abril de 1974. Há muito tempo eu guardo ela, há muito tempo eu estou pra escanear e colocar aqui no blog.
Minha lembrança e minha homenagem a grande Olga de Alaketo
Foto colorizada da senhora baiana e dois negros escravos na Bahia de 1860. A foto original é do acervo do Instituto Moreira Salles.