quarta-feira, 27 de abril de 2016
Calçolas de Algodão
Grande sortimento de calçolas de algodão, calçolas sortidas em um balcão de loja para senhoras de Belo Horizonte.
Calçola é uma palavra que ninguém usa mais, pelo menos aqui em Salvador. Parece que ficou feio dizer a palavra e caiu em desuso. Agora é calcinha.
Em BH estava escrito na vitrine: CALÇOLA!
terça-feira, 26 de abril de 2016
Art Déco em Belo Horizonte . 3
O centro de BH tem muitos edifícios assim como este em estilo art déco. Alguns bem sofisticados, conservados e bem característicos do estilo e outros mais simples, aquele tipo art déco tardio. Este é simples, mas é completamente anos 20, 30 do século passado. Deve ter tido o seu tempo de glória e de destaque no local.
É edifício de esquina, esquina bem movimentada e de comércio popular no centro de BH. É daquele tipo que parece que já foi em priscas eras residencial e que, hoje, virou local de comércio sendo a parte de baixo totalmente modificada para abrigar as lojas com suas portas largas e de correr.
A parte de cima é a original e a de baixo só deus sabe. Até a cor diferente marca a divisão. Aliás, esse verdão eu adorei.
Passei diversas vezes pela frente do verdão, andando pra cá e pra lá e nessas idas e vindas, come-se pão de queijo, pão de queijo, pão de queijo e engorda-se e engorda-se...
Uai! que comida boa a de Belo Horizonte!!!
Gostei demais deste verdão que parece ser daquelas tintas vendidas em saco e que tem as cores bem "cheguei". Ou então, tacaram anilina na tinta em pó branca, na cal e deu no que deu.
Ficou ótimo, bem popular!
Aprovado, visto!
É edifício de esquina, esquina bem movimentada e de comércio popular no centro de BH. É daquele tipo que parece que já foi em priscas eras residencial e que, hoje, virou local de comércio sendo a parte de baixo totalmente modificada para abrigar as lojas com suas portas largas e de correr.
A parte de cima é a original e a de baixo só deus sabe. Até a cor diferente marca a divisão. Aliás, esse verdão eu adorei.
Passei diversas vezes pela frente do verdão, andando pra cá e pra lá e nessas idas e vindas, come-se pão de queijo, pão de queijo, pão de queijo e engorda-se e engorda-se...
Uai! que comida boa a de Belo Horizonte!!!
Gostei demais deste verdão que parece ser daquelas tintas vendidas em saco e que tem as cores bem "cheguei". Ou então, tacaram anilina na tinta em pó branca, na cal e deu no que deu.
Ficou ótimo, bem popular!
Aprovado, visto!
Um Passeio de Chanelzinho
Ela está muito bem no conjuntinho clássico Chanel, de luvinha e tudo. Flana tranquila em um belo jardim em direção, quem sabe?, a um encontro de senhoras... benemerência, beneficência, um chá para um blá blá blá agradável, simpático. Enfim, ela vive uma situação que já não existe mais, pelo menos aqui no Brasil. Sair andando por um jardim, assim, chique, é assalto à vista.
Agora elas, as senhoras de Chanel, devem saltar na porta e, reunindo as forças que têm, adentram apressadas nos lugares aonde vão.
Enfim, isto são solilóquios que faço olhando esta linda e inspiradora ilustração de uma Seleções de 1966.
Vamos divagar! Ainda pode, ainda é possível e preciso neste cotidiano assustador que vivemos.
domingo, 24 de abril de 2016
Sabão em Pó Lux
Lave hoje! Lave ontem! Lave sempre! Aliás, essa Seleções de onde retirei o anúncio é literalmente lavada. Reparem que a folha é ondulada e manchada. Por onde terá andado a revista das famílias de escol para estar assim tão metralhada??? Na sarjeta? Estava embaixo de uma goteira de algum pardieiro ou sem teto mesmo? Em algum lixo por aí, de déu em déu, à toa, ao deus dará, na rua??? Alguém urinou por cima?
Quem saberá? Sei que ela é rodada como a linda saia da moça da propaganda do Sabão Lux e que estava esperando por mim em BH, literalmente no chão de uma praça, onde acontece uma feira de antiques e aproveitáveis.
É claro que eu me aproveitei e resgatei esta Seleções de 1957 que tem coisas ótimas, pra variar. A capa, que ainda não coloquei aqui, é um verdadeiro escândalo!
É isso. Fico feliz com tão pouco e com restos. Aproveitáveis, evidentemente.
No mais, lave sempre, lave ontem, lave hoje.
sábado, 23 de abril de 2016
Grande e Gloriosa Oração ao Glorioso São Jorge
Gloriosa oração ao glorioso São Jorge é ótimo demais!!!! Muitas glórias a São Jorge, pois graças recebi, recebo e, todos que a ele recorrem com fé, as recebem.
Essas orações estão em um livro que comprei xerocado em minha última visita a BH. É um livro clássico de orações o Cruz de Caravaca - Capa de Aço - que contém em suas quase 300 páginas orações simplesmente gloriosas, antigas e fortíssimas. O original é difícil de achar e a xerox foi os olhos da cara.
Mas o livro é tudo o que eu gosto, orações pra santos que estão esquecidinhos e devoções que, hoje, a gente já não vê ninguém fazendo.
Mas é isso. Tempos outros e outras devoções.
Nas necessidades, nas urgências é aos santos que costumo recorrer e São Jorge encabeça a minha lista que é imensa!
Salve 23 de Abril!
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Santa Bárbara
Já coloquei aqui esta mesma imagem de Santa Bárbara. Esta, porém, tem tons mais fortes.
Esta imagem costuma sair como "tijolinho" nos classificados dos jornais do Brasil todo na seção de orações e de graças alcançadas.
Eu adoro este santinho clássico da santa e, principalmente, das cores vivas, exageradas e a impressão que fica difusa no papel jornal.
Como vinheta: decoração de azulejo que "arrastei" da "parede" de Luís do blog português Velharias, que é um dos meus preferidos.
Agora, o azulejo está na "parede" do Antiguinho também.
Salve Barbinha!
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Baforada
Ilustração da revista Seleções de 1966 de uma daquelas matérias bem a cara da revista, tipo "como venci a guerra contra os cigarros" ou seja, matérias que prestavam auxílio através de depoimento, no caso aqui, um ex fumante, e que serviam como exemplo para quem as lessem e fosse fumante.
Eu, como muitos, fui criado em uma casa que todo mês rolava uma Seleções que, aliás, achava um porre e continuo achando. O texto é chatérrimo! Hoje, adoro as propagandas e as ilustrações.
Esta baforada é genial.
domingo, 17 de abril de 2016
Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e a Tinta Parker . 1966
Nas poucas revistas Seleções que guardei estão essas duas propagandas da Tinta Parker que trazem como garotos propaganda dois dos nossos maiores poetas: Carlos Drummond e Manuel Bandeira.
Antes de colocar esses dois reclames no Antiguinho fui ao Google ver se, por acaso, eles já não estariam lá. Não estão e, por isso, escaneei e estou dando de presente para mim, para o meu blog e para os meus visitantes esta novidade antiguinha.
Pra mim estas propagandas têm sabor de coisa nova, pois apesar de tê-las há tanto tempo não havia dado por fé. É tanta coisa boa pra colocar aqui!!!!
Drummond e Bandeira devem ter descolado, na época, um cachezinho ao emprestarem os seus prestígios e talentos aos anúncios da Parker.
Mas, quem ganhou mesmo fomos nós!
(As propagandas são, respectivamente, de outubro e fevereiro de 1966. Será que teve outras e com outros autores?)
sábado, 16 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
J. Frederick . Noite de Autógrafo . Julie London . All Through The Night
Noite de Autógrafo, ilustração de J. Frederick - 1950.
Sou louco pelos anos 50 e pelo blog Peregrina Cultural de onde arrastei esse belo desenho bem feitíssimo e chiquérrimo!
Olhem a elegância das mulheres, o charme do escritor, a transparência da taça, a caixinha de fósforo de papelão, o cinzeiro com uma ponta de cigarro enorme! Palitos usados...um cachimbo!
Bom, muito bom o J. Frederick!
E era só uma simples ilustração de revista!
E, para ouvir e sonhar, Julie London a mais chique cantora dos anos 50 e 60.
Assinar:
Postagens (Atom)










































