Em um Anuário de Literatura de 1942 que acabei de comprar, descobri alguns desenhos de Paulo Werneck para ilustrar contos e poesias que me chamaram a atenção e me surpreenderam pela beleza.
Não conhecia Paulo Werneck. Mas quando vi a ilustração para o poema de Jorge de Lima notei logo que seria obra de um grande artista.
Fui ao Google, a casa de todos nós, A Casa de Noca e é claro que as minhas suspeitas se confirmaram à respeito do autor das lindas ilustrações do Anuário tão antiguinho e tão esquecido.
Escaneei tudo e detalhei como eu gosto.
Os três últimos desenhos não estão assinados, mas me parece que sejam dele.
Para encerrar esta página dedicada a Paulo Werneck, arrastei do Google algumas fotos do trabalho dele como muralista, os mosaicos e painéis para grandes obras arquitetônicas que marcaram o modernismo brasileiro e fizeram de Paulo Werneck um de seus principais representantes.
Paulo Werneck. 1907/1987
A igreja da Pampulha com mosaico de Paulo Werneck na lateral.
Papéis de ofício com pequenas quadrinhas escritas e achados em um livro. Tem cara de ser de autoria de quem escreveu.
Então, vamos ao recitativo!
Norma Benguell. Ao lado de Odete, uma outra grande estrela do cinema brasileiro.
Fotos dos antigos álbuns.
São José, imagem da séc. XVIII. Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Av. Sete.
Pedacinho de papel de embrulho ou um antigo saquinho das Casas Pernambucanas, rosinha e com estrelinhas. Verdadeira gracinha antiguinha! O nome da loja está parecendo que foi carimbado por cima do papel. Impressão ótima e tinta borrada. Adoro.
Além do nome da loja está escrito Tecidos Marca Olho. Nunca ouvi falar desa marca!!!
Novidade!
Mas, o melhor, é o verso do pedaço de papel no qual alguém escreveu, aliás, assentou, um endereço caríssimo a mim: Casa da Providência, Rua São Mateus, Irmã Alencar e os Cruzeiros a receber. KKKKKK
A Irmã Alencar deveria ser uma Vicentina, é claro.
Será que o hábito dela era feito com os tecidos da marca Olho?
Amei!
Livro francês com capa que eu adorei. Não tem indicação de data de publicação, mas deve ser coisa dos anos 30.