A cúpula da Igreja do Mosteiro de São Bento. Antigona. Século XVII. Linda.
Quando descemos faceiros pela Av. Sete, pela esquerda, avistamos a cúpula ENORME na nossa cara, carinha, carona. A depender do dia!
Esta cúpula, aliás todo o mosteiro, resistiu ao terremoto Seabra.
Ainda bem!!!!
Linda! Acho que tem um revestimento de proteção, uma redinha. Será???
Abaixo a parte de cima da cúpula, como será o nome?- vista da Rua do Paraíso. Paraíso????
A cúpula da Igreja da Piedade, abaixo. A sempre vista, a nossa íntima, de todos os dias, a que se impõe a nossa vista quando desfilamos elegantemente pela Piedade. Piedade, senhor!!!!
Bonita, está cobertinha por película pra durar canos e canos a fio. Mas, com isso, não vemos os lindos azulejos azuis, brancos e amarelos.
Essa cúpula deve ser a única coisa original da antiga igreja.
Piedade!!!
A Cúpula da Igreja e Convento das Mercês.
A cúpula da Igreja do Convento da Mercês. Será que ela é antigona, do XVII, como era o antigo convento ou antiguinha de depois de 12, quando Seabra alargou a Avenida Sete e pôs abaixo tudo, inclusive o antigo mosteiro???
A cúpula é nua. De Cimento. Pedra. Sem cobertura de azulejo, nada. Um tobogã sem graça. Só são bonitas as suas dimensões, pois quando passamos por ali avistamos aquela coisa ENORME. E NUA.
Mas, é bonita mesmo assim!
O medonho Convento das Mercês.
Parece Elsa Maxwell...
Irmã Elsa Maxwell do Divino Coquetel.
Propaganda dos perfumes Dana na Revista Seleções em Dezembro de 51.
Este anúncio tem ilustração assinada por Baldrich-Roberto Martínez Baldrich- desenhista e ilustrador espanhol (1895-1959) famoso por seus trabalhos no estilo Art Déco.
A mulher-árvore de natal é ótima e os produtos Dana com os nomes tão de época são bons demais.
Quem me dera um vidrinho do Emir! Do Platino. Do 20 Quilates!
Todos na penteadeira, evidentemente!
Chiquérrimo o Baldrich. Não conhecia! Fui conhecer, agora, lendo a nova Seleções de 1951.
Baldrich foi um ilustrador de moda e publicidade nas grandes revistas do séc. XX.
Desenhos e ilustrações eu adoro. Aliás, aqui no Antiguinho é o que tem mais.
Envolvendo em perturbador fascínio sua presença de mulher
Nas fragrâncias, Tabu, Platino, 20 Quilates, Emir, Cande.
Não tenho encontrado o 20 Quilates na Sloper... Me contentei com o Emir!
Na contracapa de alguns discos vinham pequenas fotos de discos da mesma fábrica. Essas são da Codil !!!KKKKK
Quem me dera ter gravado um disco pela Codil !KKKK
Caitituar nas rádios uma música gravada na Codil !!!KKKKK
Lançar um LP pela Codil na Boate Carijó! !!KKKKKK
No Google tem todas essas capas, coloridas, vistosas, dão gosto de ver!
Estas são bem pobrezinhas, de impressão péssima, metralhadas. Adoro!
Quem samba fica.
Quem não samba,
Vá embora!
Rosemary, pronta, com duas trouxas de apliques de cada lado da cabeça fazendo a linha "Oxalá vai me ajudar!"
A maquiagem do olho é uma coisa! É um peixe em cada olho. Gastou-se todo o estoque de delineador da Guanabara!!
E nos lábios, também.
Ela está toda delineada!
Foto de meus álbuns da época.
Penteados! Este de cima fazia uma linha intestino grosso: voltas e voltas, quilômetros e quilômetros de cabelos dando voltas por si próprio, saindo de onde só deus sabia e indo aonde ninguém sabia!
Bolos de cabelo, cabelos fartos embolados em andares, em compartimentos, em seções. E quando se colocavam apliques viravam verdadeiros arranha céus.
Haja grampo. Miss. Bombril. Laquê. E as malucas deviam amar!
Imagine desmanchar a construção depois!
Eu tenho uma tia que conservava o penteado bolo de noiva por alguns dias usando a rede.
Segunda-feira era dia de penteado na repartição feito e exibido no sábado em alguma ocasião.
Esta está circunspecta. Não tá aguentando o peso dos apliques.
Esta está com cara de satisfeita em seu penteado capacete, casquete, sem apliques.
Calma, queridinha. Está só no térreo!
Penteados da moda em 1968. Apesar dos exageros, das armações e do laquê, existiam ainda as mulheres, como as abaixo, que faziam a linha natural, sem artifícios.
Mulher lindíssima-de 68- com cara de hoje!
A moda Bebé de Rosemary. Curtinho, pronta pra encontrar com Sinatra. Meu deus...que coisa antiga, Sinatra e Mia! Polansky me ajude!
Quem será essa Claudia Falkenburg??? Belíssima!!!! E o cabelinho, ótimo!! Devia ser mocinha do society carioca.
Me lembro de Sílvia Falkenburg...
(fotos da Enciclopédia da Mulher de 68, ainda dando um caldinho de caridade em 2014.)
Caixa de bolsa- Bolsas Cometa- que era vendida na Casa Sloper na Rua Chile.
O desenho da caixa é muito lembrado por mim em sua cor cinza prata. Era uma caixinha comum, mas não se encontra mais por ahaí, aliás, caixa, e de papelão, são raras. A não ser que seja para produtos finos para gente rica.
Hoje é saco plástico e todos ficam "sastisfeitos".
Mas, o melhor, é o adesivo de preço com a marca Sloper em letra cursiva.
Adorei!
Anúncio no jornal Correio da Manhã, Rio, 1950.
Meu pai, Carlos, quando servia na Marinha no início dos anos 50. A dedicatória na foto foi colocada muito tempo depois.
Foi servindo a Marinha que meu pai conheceu minha mãe, que é do Rio.
Hoje o antigo Destroier Bauru, Contratorpedeiro-Escolta Bauru é o Navio Museu Bauru, atracado no Rio de Janeiro.
Deve ser por isso que eu sou fã de Emilinha.
Fotos do Google.