Duas capas de livros de Somerset Maugham, edição brasileira para Globo, ambas de 1954. O primeiro livro é uma tradução conjunta de Juvenal Jacinto e de Gilberto Miranda e o segundo foi traduzido pelo meu, o seu, o nosso querido poeta Mario Quintana.
Infelizmente nos dois livros não está creditado o nome do ilustrador das capas, o motivo real de eu ter comprado os livros, escaneado os desenhos e colocados aqui no blog. É claro, é claro que amo Somerset Maugham de quem li As Três Mulheres de Antibes e, como todo mundo, O Fio da Navalha. A Carta, vi no cinema com Bette Davis.
Mas, será que lerei estes????? Meu pai adorava o autor, em minha casa era uma enxurrada de Somerset Maugham que escreveu muito e meu pai era um devorador de romances.
Por enquanto e agora, o interesse meu, aqui, são para estas capas lindas, de uma época em que as boas casas editoras contratavam excelentes desenhistas/ilustradores para produzirem capas chamativas que despertariam ainda mais o interesse do leitor pelos textos.
- Meu deus, serão verdadeiras as minhas pérolas ou serão de Maiorca??? Mas ele dizia que me amava... Não é possível que tenha me dado pérolas falsas!!! Ou então, estarei arruinada, oh!
Um Cavalheiro de Salão.
Que delícia de título! Dá vontade de ler o livro, conhecer o cavalheiro e...o salão, evidentemente.
Hoje é o Dia Internacional do Gato e todo dia é dia de BB, a protetora dos animais.
Senti firmeza completamente! Que foto deslumbrante, feita aqui em Salvador, acho, deste negro em seu trabalho no mar puxando a rede ou o barco e, em um equilíbrio perfeito!
Salve este instante mágico captado pelo fotógrafo Walter Firmo.
A imagem pode ser de um antigo arrastão de pesca, nas praia de Armação, Boca do Rio, Piatã, será? - e, eu, a"arrastei" do Google.
Ainda cheguei a ver - passando de ônibus - essa cena de arrastão... era lindo! Mas, acabou. Naquela época, deste trabalho penoso e duro, ainda havia alguma poesia, os pescadores trabalhavam para eles mesmos e dividiam o peixe que vinha nas redes entre eles, para a família, e para vender.
Hoje a vida está duríssima e o mar não está para peixe!
Pelo segundo dia consecutivo encerro uma postagem com a metáfora "o mar não está para peixe".
Coisas do Brasil. Ai que bom se fosse coisas do amor.
Nos dias atuais é necessário benzer-se muito, persignar-se e chamar pelos nossos santos de devoção, pois a maré não está para peixe.
A conjugação completa do verbo PERSIGNAR-SE está na Pequena Enciclopédia da Língua Portuguesa, Ed. Livros do Brasil, 1964.
Há algum tempo um rapaz me escreveu perguntando se eu não venderia para ele a minha Vogue Carmen e eu disse que não, que não me interessava. Me ofereceu 300 reais, um bom preço para uma velha revista, talvez se me oferecesse 300,000 e ela já estivesse na casa dele... Mas, é brincadeira, não quero me desfazer dela, comprei na época e guardo com carinho, como uma revista de "cabeceira", se bem que fica sempre guardadinha, na cabeceira e já estaria um trapo.
Hoje eu me lembrei disso - do rapaz - e me perguntei, será que até hoje ele não não viu a revista dedicada à Carmen??? Será??Então resolvi fotografar a revista toda, isto é, as partes da matéria com Carmen.
Não sei se sou insaciável em relação a imagens de Carmen Mayrink Veiga que, na época, achei que a matéria poderia ser maior e com mais fotos. Mas, essa edição da Vogue/Carmen é perfeita, super bem feita, super bem cuidada e produzida, seleção de fotos maravilhosas e textos incríveis como o de Cony. Um luxo realmente, e Carmen apresentada espetacularmente em todas as fases da sua vida. Carmen foi a mulher mais sensacional que já surgiu no Brasil e acho que no mundo também. E isto eu digo não só por ser admirador, um "fã", é uma constatação mesmo.
Depois dessa edição Vogue-Carmen Mayrink Veiga -, que foi só um "aperitivo" - estou aguardando um grande livro, luxuoso, de umas 500 páginas no mínimo, de imagens de Carmen.
Espero que seus herdeiros realizem isso.
Meninotas ou meninotos que estão sem trabalho, eu digo: é fácil decorar! Então, vamos ao aprendizado e à aplicação na arte de confeitar. A atividade é uma excelente maneira de descolar uma grana nos dias hodiernos e também de distração, não é mesmo?
É só adquirir nas boas livrarias o livro de Francisco e Elza Henriques Calçada e...vamos às glaces, aos sacos e bicos de confeitar!
Fácil, fácil!
No meu bom livreiro de rua encontrei este livro de bolos e confeitos dos autores citados, deles eu já tenho um, de 1955, que não coloquei nada aqui. Este é de 1953. Então, o achado veio a calhar, é bom iniciar com o mais antigo.
Nesse livro da dupla tem coisas maravilhosas além dos bolos confeitados, tem salgadinhos, sanduíches decorados - eram uma delícia, molhadinhos - e muitas receitas, ornamentos e armações para os antigos bolos/sonhos glaçados.
Este livro é uma mão na roda, um safa onça, para as boleiras (os) e confeiteiras(os), ou era...assim como eram os livros de minha querida Dolores Botafogo de cujas obras já fiz diversas postagens aqui no Antiguinho e, creio eu, terei levado com essas postagens a muitas mocinhas e mocinhos a se dedicarem à arte de confeitar. Um blog educativo e empreendedor o Antiguinho, não é mesmo???? KKKK
Um leque de sonho! Quem teve a coragem de parti-lo???