sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Duas Capas de Livros de Somerset Maugham



Duas capas de livros de Somerset Maugham, edição brasileira para Globo, ambas de 1954. O primeiro livro é uma tradução conjunta de Juvenal Jacinto e de Gilberto Miranda e o segundo foi traduzido pelo meu, o seu, o nosso querido poeta Mario Quintana.
Infelizmente nos dois livros não está creditado o nome do ilustrador das capas, o motivo real de eu ter comprado os livros, escaneado os desenhos e colocados aqui no blog. É claro, é claro que amo Somerset Maugham de quem li As Três Mulheres de Antibes e, como todo mundo, O Fio da Navalha. A Carta, vi no cinema com Bette Davis.
Mas, será que lerei estes????? Meu pai adorava o autor, em minha casa era uma enxurrada de Somerset Maugham que escreveu muito e meu pai era um devorador de romances.
Por enquanto e agora, o interesse meu, aqui, são para estas capas lindas, de uma época em que as boas casas editoras contratavam excelentes desenhistas/ilustradores para produzirem capas chamativas que despertariam ainda mais o interesse do leitor pelos textos.


- Meu deus, serão verdadeiras as minhas pérolas ou serão de Maiorca??? Mas ele dizia que me amava... Não é possível que tenha me dado pérolas falsas!!! Ou então, estarei arruinada, oh!


Um Cavalheiro de Salão
Que delícia de título! Dá vontade de ler o livro, conhecer o cavalheiro e...o salão, evidentemente.


domingo, 17 de fevereiro de 2019

Brigitte Bardot e o Gato

Hoje é o Dia Internacional do Gato e todo dia é dia de BB, a protetora dos animais.

Foto de Walter Firmo

Senti firmeza completamente! Que foto deslumbrante, feita aqui em Salvador, acho, deste negro em seu trabalho no mar puxando a rede ou o barco e, em um equilíbrio perfeito! 
Salve este instante mágico captado pelo fotógrafo Walter Firmo.
A imagem pode ser de um antigo arrastão de pesca, nas praia de Armação, Boca do Rio, Piatã, será? - e, eu, a"arrastei" do Google.
Ainda cheguei a ver - passando de ônibus - essa cena de arrastão... era lindo! Mas, acabou. Naquela época, deste trabalho penoso e duro, ainda havia alguma poesia, os pescadores trabalhavam para eles mesmos e dividiam o peixe que vinha nas redes entre eles, para a família, e para vender.
Hoje a vida está duríssima e o mar não está para peixe!
Pelo segundo dia consecutivo encerro uma postagem com a metáfora "o mar não está para peixe".
Coisas do Brasil. Ai que bom se fosse coisas do amor.


sábado, 16 de fevereiro de 2019

Verbo Persignar-se






Nos dias atuais é necessário benzer-se muito, persignar-se e chamar pelos nossos santos de devoção, pois a maré não está para peixe.
A conjugação completa do verbo PERSIGNAR-SE está na Pequena Enciclopédia da Língua Portuguesa, Ed. Livros do Brasil, 1964.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Carmen Mayrink Veiga . Vogue . Março de 1997


Há algum tempo um rapaz me escreveu perguntando se eu não venderia para ele a minha Vogue Carmen e eu disse que não, que não me interessava. Me ofereceu 300 reais, um bom preço para uma velha revista, talvez se me oferecesse 300,000 e ela já estivesse na casa dele... Mas, é brincadeira, não quero me desfazer dela, comprei na época e guardo com carinho, como uma revista de "cabeceira", se bem que fica sempre guardadinha, na cabeceira e já estaria um trapo. 
Hoje eu me lembrei disso - do rapaz - e me perguntei, será que  até hoje ele não não viu a revista dedicada à Carmen??? Será??Então resolvi fotografar a revista toda, isto é, as partes da matéria com Carmen
Não sei se sou insaciável em relação a imagens de Carmen Mayrink Veiga que, na época, achei que a matéria poderia ser maior e com mais fotos. Mas, essa edição da Vogue/Carmen é perfeita, super bem feita, super bem cuidada e produzida, seleção de fotos maravilhosas e textos incríveis como o de Cony. Um luxo realmente, e Carmen apresentada espetacularmente em todas as fases da sua vida. Carmen foi  a mulher mais sensacional que já surgiu no Brasil e acho que no mundo também. E isto eu digo não só por ser admirador, um "fã", é uma constatação mesmo.
Depois dessa edição Vogue-Carmen Mayrink Veiga -, que foi só um "aperitivo" -  estou aguardando um grande livro, luxuoso, de umas 500 páginas no mínimo, de imagens de Carmen
Espero que seus herdeiros realizem isso.
































domingo, 10 de fevereiro de 2019

A Feirante, A Roda Gigante e o Leque: Bolos Decorados



Meninotas ou meninotos que estão sem trabalho, eu digo: é fácil decorar! Então, vamos ao aprendizado e à aplicação na arte de confeitar. A atividade é uma excelente maneira de descolar uma grana nos dias hodiernos e também de distração, não é mesmo?



É só adquirir nas boas livrarias o livro de Francisco e Elza Henriques Calçada e...vamos às glaces, aos sacos e bicos de confeitar! 
Fácil, fácil!



No meu bom livreiro de rua encontrei este livro de bolos e confeitos dos autores citados, deles eu já tenho um, de 1955, que não coloquei nada aqui. Este é de 1953. Então, o achado veio a calhar, é bom iniciar com o mais antigo.  
Nesse livro da dupla tem coisas maravilhosas além dos bolos confeitados, tem salgadinhos, sanduíches decorados - eram uma delícia, molhadinhos - e muitas receitas, ornamentos e armações para os antigos bolos/sonhos glaçados. 
Este livro é uma mão na roda, um safa onça, para as boleiras (os) e confeiteiras(os), ou era...assim como eram os livros de minha querida Dolores Botafogo de cujas obras já fiz diversas postagens aqui no Antiguinho e, creio eu, terei levado com essas postagens a muitas mocinhas e mocinhos a se dedicarem à arte de confeitar. Um blog educativo e empreendedor o Antiguinho, não é mesmo???? KKKK



Um leque de sonho! Quem teve a coragem de parti-lo???