domingo, 27 de agosto de 2017

Igreja de Nossa Senhora das Graças . São Gonçalo . Rio de Janeiro


A ladeira que vai dar na igreja. 


O pátio da entrada.
As fotos são de 2015.


A fachada da igreja com elementos góticos e lembrando o formato triangular do chapéu das Vicentinas. A igreja deve pertencer à Ordem de São Francisco de Paulo. Há imagens e pinturas do santo na igreja, assim como a de Santa Catarina Labouré e de Nossa Senhora das Graças, é claro, uma devoção vicentina.
O projeto arquitetônico da igreja deve ser francês para ser executado aqui. 
A igreja é super bem cuidada e limpa. Imagens simples, todas de gesso, sendo que algumas, as mais antigas e pela qualidade do molde devem ter sido  importadas da França na época em que a igreja foi construída, suponho que nos anos 30 do século XX.
A pia batismal toda em mármore é muito bonita e estava respeitosamente coberta por um tecido em filó.
Algumas paredes forradas com mármore francês.
Pinturas ilusionistas no altar e o teto com o emblema da Medalha Milagrosa.
A nave é bem iluminada, com vitrais grandes em ogivas nas laterais.
Uma sala de milagres com duas conchas em bronze aparando a água milagrosa que sai de fonte natural da igreja.
Nas paredes, fotografias dos benfeitores da igreja.
O piso em xadrez preto e branco muito chique e que eu adoro!
Perguntei sobre a imagem de São Jorge que havia na igreja à qual, meu pai me entregou. Não está mais lá há muito tempo e nem souberam me responder sobre o destino que deram a ela. Enfim, foi retirada e vai lá saber o porquê!
No mais, fiquei admirado com a solidão e o deserto que se percebe ao ir, subir ao local onde fica a igreja. Ladeira deserta, casas fechadas, silêncio, como se fosse um local sitiado. Estranho. Em um dos vitrais, um rombo, um buraco, talvez proveniente de algum de tiro. Será esse o motivo do silêncio sinistro?
Fui nessa igreja quando criança, há uns bons 50 aninhos. E voltei, bem mais velhinho, pois tinha que voltar e voltarei, se puder, uma outra vez. Igreja simples, sem pompa, mas que está viva na minha memória.
Ela fica em cima de um morro, no alto e, é só levantar a cabeça para encontrar a gracinha que é a Igreja de Nossa Senhora das Graças dominando aquela parte da cidade de  São Gonçalo no Rio de Janeiro.
As fotos que fiz ficaram, quando passei para o pendrive, todas embaralhadas e procurei dar uma sequencia que, sei, não está na ordem correta. Mas tudo bem.






























A sacristia em que só falta a imagem de São Jorge!





































Nesta linda, sóbria, elegante e distinta pia batismal em mármore eu fui batizado. E salvo! Graças a Nossa Senhora das Graças, a São Jorge e a meus pais, Carlos e Luci.




Sempre fui louco por Santa Catarina Labouré e pelas freiras Vicentinas e aquele chapéu corneta, pontudo, engomado e maravilhoso que elas usavam e agora, sei o porquê: com menos de 15 dias de nascido ali fui batizado e uma das primeiras visões que tive foi da imagem da santa que fica próxima à pia batismal.
























A pia batismal linda, simples e discreta coberta com forro feito  em filó.
A imagem de São Jorge abaixo não é a que tinha lá na igreja, que foi defenestrada, mas, não poderia postar essas fotos todas e deixar de fora a imagem do santo que meu pai era devoto e que eu sigo na devoção.


sábado, 26 de agosto de 2017

Santa Catarina Labourè


A Vicentina. A do chapéu!
Amo!!!
Na igreja em que fui batizado, Nossa Senhora das Graças em São Gonçalo, Rio de Janeiro, qual imagem, está em frente ao batistério???? A de Santa Catarina Labourè, imagem em gesso, francesa, linda, muito bem feita, enorme e... chapéu imenso!
Espetando. 
Euzinho, bebê, acho que vi o chapéu na hora do batismo e me apaixonei!!!
Tá explicada a fixação.
Aliás, preciso postar as fotos que fiz da igreja quando estive lá em 2015.



A primeira página do livro.


Comprei este livro no "chão da praça". Praça da Piedade em Salvador
Ainda bem que caiu em minhas mãos!  
Neste dia em que passei por lá tinham uns livros que eram de uma biblioteca de uma escola de Salvador. Acho que fizeram uma arrumação, jogaram muita coisa fora e deram pra alguém ou jogaram na porta mesmo e alguém "catou" e foi vender.
O bom foi que eu comprei! E aproveitei.


A última página do livro.




quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Salvador . Cidade Alta . Cidade Baixa


Outra foto fotografada, desta vez a que está numa entrada de prédio comercial, ao fundo de um corredor. Achei que ficaria bom fotografar e ficou bonitinha a foto da foto. É mais prático do que ir lá, no meio do mar, para bater a chapa.
E lembrei de um trechinho da letra de uma música do compositor Chocolate da Bahia:
"A baiana é boa, todo mundo acha, na cidade baixa, na cidade alta". 

Salvador e a Procisssão Marítima


Foto que fiz de uma fotografia grande emoldurada e que está na sala de espera de uma clínica da cidade.
A festa do Senhor Bom Jesus dos Navegantes era, há alguns anos, muito movimentada, com muitos barcos seguindo a imagem de Cristo pelo mar. Barcos lindos, decorados, era muito bonita a procissão marítima. Aqui nesta foto vê-se apenas um barco, mas, pela animação e decoração dá pra ver que o negócio naquele dia estava muito animado.
Hoje a procissão ainda segue pelo mar, mas com menos barcos acompanhando. É tanta festa no dia anterior - 31 de dezembro - que, no dia 01 de janeiro, estão todos ressaqueados.


Três Desenhos de Martha Alencar





 

Desenhos lindos da ilustradora Martha Alencar que pra mim era desconhecida, até eu comprar em um sebo o Manual da Secretária Moderna de Helena Montezuma, ed. de Ouro, sem data de publicação.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

O Sabejé


Artigo do antropólogo Raul Lody que saiu no mês de agosto do ano ano passado - exatamente um ano - no Jornal A Tarde de Salvador
Não sabia que Sabejé é o nome que se dá a essa obrigação religiosa do Candomblé quando filhos e filhas de santo saem às ruas lindamente vestidos e com balaios cheios de pipoca reverenciando Omolu sincretizado com os santos católicos São Roque e São Lázaro.
Adoro quando encontro pelas ruas as duplas, geralmente vejo andando em duplas de mulheres e homens levando os cestos com as pipocas. Às vezes eles ficam sentados e as pessoas se chegam, dão a sua contribuição e recebem as pipocas e uma bênção.
É a velha Salvador e suas antigas e lindas tradições. E que elas perdurem por longos e longos anos.