domingo, 20 de agosto de 2017

Cristais Fratelli Vita


Matéria da revista Muito do Jornal A Tarde de maio de 2010. Guardei a revista pela ótima matéria com texto de Ronaldo Jacobina e com fotos das peças de cristal produzidas na antiga fábrica feitas Marco Aurélio Martins que também reproduziu as fotos de época.
A revista Muito fez muitas matérias interessantes sobre Salvador e esta sobre a Fratelli Vita é um primor!  Não resisti e escaneei tudo e detalhei algumas fotos, no que fiz muito bem, pois a revista que é de 2010 já está ficando velhinha e é melhor conservá-la agora aqui no blog para o deslumbre daqueles que não sabem e não conhecem o que foi a fábrica de cristal Fratelli Vita, a importância que teve economicamente para o estado da Bahia e para a produção de peças de cristal ricamente lapidados e trabalhados e hoje reconhecidamente tidas como de alto nível artístico. Quem não leu a matéria da Muito na época irá se encantar com o luxo que já foi produzido aqui na nossa terra.
Meu bisavô paterno, Jacinto Barosa, de família de tradição na produção de cristal em Leiria, Marinha Grande, Portugal, quando morou aqui na Bahia trabalhou na Fratelli Vita durante algum tempo. Depois ele e a família foram para o Rio de Janeiro onde fixaram residência.













Este edifício me é bastante familiar, pois eu morava nos Mares, bem pertinho da fábrica da Fratelli
Tem muitos anos que não passo por ali, não sei como está o prédio, se está decadente ou conservado.




E a Fratelli Vita além dos cristais produzia refrigerantes deliciosos de sabores inesquecíveis. O guaraná, a gasosa de limão eram umas delícias e as garrafinhas de vidro gordinhas eram lindas. Adoraria ter uma garrafinha daquelas. E uma jarra ou taça de cristal também, é claro! 


Adriana Prieto . Bette Davis . O Cigarro


 Foto de  Adriana Prieto, a atriz brasileira que morreu tão cedo e que escaneei da Enciclopédia da Beleza Feminina de 1968. Adorei o cigarro à Bette Davis com a cinza enorme prestes à cair.
Nada a ver Adriana com Bette. Uma natural e a outra climática, dramática. Em comum, só a cinza do cigarro das fotos, enormes, a pender, a cair.
Associações antiguinhas para quem tem lembranças cinematográficas.
Fui ao Google a arrastei Bette fumando, como sempre, nos filmes e na vida.
 

Carmen Mayrink Veiga, Perla Mattison e Marlene Rodrigues dos Santos




 Entre os vários assuntos e acontecimentos da época do Rio verdadeiramente chique e que estavam registrados na coluna de Hildegard Angel - ainda Perla Sigaud - em 06. 04.1985, era era o casamento da filha de Carmen e Tony Mayrink Veiga, Antonia, que iria acontecer daí a alguns dias. A futura cerimônia religiosa e recepção estavam na ordem do dia. 






Beleza 68


Foto da Enciclopédia da Beleza Feminina: detalhe de rosto feminino, em destaque os olhos e o grande e maravilhoso óculos esporte azulão em capítulo sobre os perigos dos raios solares.
1968 é o ano da edição. 
Foto mais 60, impossível.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Santa Terezinha


Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no Princípio, Agora e Sempre e por todos os Séculos dos Séculos, Amém.
-Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós!

Para uma querida tia, devotíssima de Santa Terezinha.
Todas as rosas de graças para ela neste dia.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Régine Choukroun


Amo esta foto!
Recorte de uma revista Vogue da época em que Régine andava pelo Brasil, final dos anos 70, início dos 80??? Por aí.





segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Christiana Neves da Rocha e Guilherme Guimarães




Dois recortes de revistas do início da década de 80 - 1981/82? - quando Christiana Neves da Rocha vestiu literalmente a camisa de Guilherme Guimarães, divulgando o trabalho do amigo que tinha em Christiana uma de suas musas inspiradoras.
A bela Antonia Mayrink Veiga também foi outra que lançou um produto do costureiro, a calça jeans.
Guilherme Guimarães, o que tinha bom gosto!






domingo, 13 de agosto de 2017

Jacqueline de Ribes





Fui conhecer Jacqueline de Ribes no final doa anos 70 através a revista Interview brasileira. É claro que meu olho enlouqueceu quando vi aquele ser deslumbrante. A partir daí fiquei ligado na Ribes.
Durante um tempo li que ela estava desenhando moda. E só.
A foto acima é da Interview.
Antes de postar aqui estas fotos fui ao Google ver se já tinha essas que estou postando: não tem.
Nasceu em 1929 e está vivinha da silva.
Mais informações sobre esta mulher totalmente soberba, leiam o texto acima ou sigam para o Google.



Foto de jornal. Não sei qual e nem o ano, mas velho, evidentemente.

Gal Costa e Guy Laroche







Uma cabrocha bonita cantando e sambando e muito bem vestida por Guy Laroche, quem não admira????
Gal Costa em tempo de muito charme e elegância - 1982 -  quando vestia de  Guilherme Guimarães a Guy Laroche!

 Para os fãs da cantora a matéria todinha como eu guardei. 
E escaneadinha também! Pronta para os arrastos.




E, aproveitando a lembrança do nome Guy Laroche que eu via quando criança os vestidos nas matérias que saíam nas revistas brasileiras, fui ao Google arrastar umas imagens incrivelmente bonitas da obra do costureiro francês. Ele era muito bom!!!!
Da minha Enciclopédia da Moda de Georgina O'Hara, escaneei alguns poucos dados biográficos de Guy Laroche
Depois do seu falecimento - 1989 - a casa de costura em Paris continua em pleno funcionamento e com trabalhos incríveis, mas peguei mais coisas dos anos 60.
É de Guy Laroche os conhecidíssimos perfumes Fidji e o Drakkar Noir.










Casaco/abrigo de tricô de 2007, simplesmente arrasante, aliás, vai muito bem no clima brasileiro...
Gal Costa poderia fazer um show com ele... ia terminar a apresentação com 20 kg a menos! E direto para as passarelas de Paris!


Ui!!!





Uau! A Galzinha se deu bem!



Monsieur Guy Laroche.

Meu Pai e Eu




Meu pai, Luiz Carlos Barosa Carneiro, neto de portugueses de Leiria, Marinha Grande, Portugal. Família de vidreiros, de fábrica de vidros que existe até hoje.
Ele morreu em 2015. 
Acho que estes instantâneos são de 2013.
Por toda vida nos damos super mal. Depois super bem. Nos entendemos - árdua tarefa - através das leituras, ele era leitor compulsivo como eu e pelo humor. 
Era super engraçado, palavrões todos ele sabia e dizia como ninguém. Dercy - a atriz - dizia um palavrão como uma oração - alguém disse - e, meu pai, também. E eu digo e sei dizer na hora certa, quando convém, muito apropriadamente e, acho, sem vulgaridade e nem por faltar vocabulário. É Meu Lado meu Pai.
Felizmente, felizmente quando ele se foi estávamos em paz. Em riso.
Acho assaz cafona ficar, em datas comemorativas, lembrando de coisas pessoais - que só a gente interessa - mas... papai merece! E o Antiguinho é o meu diário de menino -moço - velho.
Beijos meu pai.

P.S. Neste dia das photos, um almoçareco simpático na casa de meu irmão, rimos horrores, falamos absurdos que só nós entendíamos. Maluquices, sandices para poder tocar a existência. Falamos tudo que queríamos, o que vinha à cabeça. Fala automática. Tudo que brotava pela boca. KKKKKKKKK
Teve gente que reclamou... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

sábado, 12 de agosto de 2017

Dois Postais de Thereza Eugênia


 A Lagoa Rodrigo de Freitas e o Pão de Açúcar duas imagens já conhecidíssimas e super fotografadas da Cidade Maravilhosa, mas que se renovam sob o olhar poderoso e sensível da fotógrafa baiana/carioca, Thereza Eugênia, amiga de muitos anos.
Thereza é filha de Dadá, uma costureira de mão cheia aqui de Salvador que costurava para as mulheres da alta sociedade baiana. Ela entendia tudo de costura e de moda, conhecia o trabalho de todos os costureiros - amava Saint- Laurent. Meticulosa, perfeccionista, uma vez me disse que quando acabava de fazer um vestido caía exausta e que o momento de cortar a fazenda era o principal, o que exigia maior atenção, um erro ao passar a tesoura seria irremediável. Costura era inspiração e cálculo, matemática mesmo.
Costurava os vestidos na máquina que tinha desde mocinha com pedal e nunca se acostumou com o motor " difícil controlar o ponto".
Era uma mulher super bonita, vaidosa, sempre arrumada e usou sempre o mesmo corte de cabelo: batidinho na nuca. Olhos imensos azuis, como os de Thereza e Zezeca, outra filha.
 Bem humorada, mas intransigente em muitos aspectos, principalmente quando o assunto era moda que ela preferia sempre a clássica.
Quando ela faleceu, muitos vestidos que ela fez de corte e costura perfeitos, Zezeca me deu e eu doei ao Museu do Traje daqui de Salvador. Conservar tecido em casa é difícil e, afinal, obras de arte como eram os modelos de Dadá, merecem mesmo estar em um museu.






A Noite Picante de São Paulo


Desenho ilustrativo em um guia turístico de 1968 da cidade de São Paulo.
Aqui, o item eram as boites, os chamados "inferninhos" com shows ao vivo de beldades nuas.
Hoje sair à noite virou um perigo, um inferno pra lá de inferninho. Temos que saber bem aonde iremos, se é seguro o local etc. etc. 

Cinema


Ilustração em um guia turístico da cidade de São Paulo de 1968. Todas são assinadas, mas, quem entende a garatuja do autor????
Vamos ao cinema, então.