domingo, 2 de julho de 2017
Maneco Muller . Negra Bernardes . Yolanda Penteado
No livro de memórias de dona Yolanda Penteado - Tudo em Cor de Rosa - ela conta a passagem pelo Brasil do então futuro Rei da Inglaterra no início dos anos 30 e que ele ficou entusiasmado por Negra Bernardes, a mãe de Maneco Muller.
Abaixo duas fotos onde aparece d. Negra Bernardes em uma festa temática organizada por Raymundo de Castro Maya.
As fotos são do livro Castro Maya Anfitrião, editado em 1997.
Manuel Bernardez Muller, Maneco Muller ou Jacinto de Thormes.
Maneco Muller e Carmen Mayrink Veiga
Maneco armado com o cachimbo e Carmen de sandálias!!!
Me lembro de ter lido uma matéria em que ela dizia que pé é feio e, por isso, deve sempre estar coberto, ou seja, enfiado no sapato.
Mas época dessa foto ela não devia pensar assim.
sábado, 1 de julho de 2017
Maneco Muller . Lourdes Catão . Tereza Souza Campos . Nicole Hime
Nesta foto está faltando Carmen Mayrink Veiga para formar o trio das mais elegantes, a trinca poderosa. "Oi, zum, zum, zum, zum, tá faltando"...uma!
Tereza cantava super bem. Há muitos anos comprei em São Paulo um LP onde ela cantava "Não tem Solução" de Caymmi e Carlos Guinle e uma outra música que não lembro. Voz ótima, sem vibrato, relaxada, bem moderna. Quando eu me mudei e fui morar em um ap. menor me desfiz de vários discos e esse LP foi na leva.
Josephina Jordan e Maneco Muller
Dona Josephina Jordan a elegante - mor. A professora, ao lado de Maneco Muller, o Jacinto de Thormes.
E eu até hoje não jantei com Jacinto...
E, numa altura dessas, acho que já era...
Apesar de Terezas e Dolores falarem bem de mim...
O jeito é pedir mais uísques...embora esteja pronto!
Como é que pode???
Ninguém vai contar.
E o pior é isso!!
O Brinde
Ilustração em livro de boas maneiras de Dolores Botafogo.
Boas maneiras? Será que alguém ainda tem? Será que ainda se ensina isto? Será que alguém ainda pratica isto?
Acho que não, mas, é bom resgatar.
Um brinde às Boas Maneiras, mesmo que em tempos tenebrosos!!!
sexta-feira, 30 de junho de 2017
Boneca Verde By Brechó
Eu trouxe essa boneca de São Paulo em 2015. Comprei em um bar onde, no fundo, havia um brechó com mil coisas inúteis, mas que me fascinam, como me fascinou esta boneca de matéria plástica, bem pobrezinha e montada em duas partes, cor da pele e VERDE!
Fiquei logo doido por ela e trouxe pra Salvador. Chegando aqui deixei dentro do mesmo saco da compra. KKK É tanta coisa, tantas coisinhas miúdas pra dar conta...
"Boneca cobiçada das noites de sereno, seu corpo não tem dono, seus lábios têm veneno..." Mas acho que só eu mesmo cobicei esta boneca bicolor que estava toda empoeirada nos fundo de um bar/brechó.
"E hoje, boneca eu sou, mais nada, tão triste abandonada, uma ilusão a mais."
Adoro uma ilusão (será?) uma velharia qualquer... E boneca-bicolor -, e de material plástico (!), reciclada, adaptada, colada com engenho e arte, amei. Me senti uma pobretona e me presenteei.
Achei ela a cara de June Christy.
Something Cool...
quinta-feira, 29 de junho de 2017
São Pedro
Em uma loja antiga no centro de São Paulo com "stoks" ainda enorme de coisas das décadas de 60, 70, 80 - louças, panelas, muita coisa de "matéria plástica", cafonices maravilhosas, encontrei em cima de um monturo de coisas esses estandartes de plástico com estampas de São Pedro. Não sei para que serviam e tinham muitos lá. Deve ter encalhado como muita coisa da loja.
Então o meu São Pedro deste ano aqui do blog é esta toalhinha/estandarte de plástico da loja de velharias de São Paulo.
E viva São Pedro e São Paulo, o santo e a cidade também!!!
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Ângela Maria . A Rainha dos Microfones
Ângela Maria está lançando mais um disco (!), dessa vez cantando só músicas de Roberto e Erasmo. Acho que ela deve ser a cantora que mais gravou discos no Brasil.
É a rainha do microfone!!!
A fotinha é dos álbuns.
terça-feira, 27 de junho de 2017
Carmen Mayrink Veiga . Antonio Bivar . Antonio Guerreiro: Maravilhamentos!
Dessa mesma série de Carmen posando com este vestido imenso e deslumbrante para Antonio Guerreiro em 1976, eu conheço uma outra foto que já postei aqui no blog há bastante tempo.
Foi o nome da matéria assinada por Antonio Bivar para a revista Mag! em 2010. Assunto: um tratado sobre Luxo, Glitter e Trash. É claro que Carmen Mayrink Veiga estava no item Luxo!
Outro nomes que Bivar listou para a maravilhamentos:
O pianista Liberace
A cantora Baby Consuelo
O carnavalesco Clóvis Bornay
O cantor David Bowie
O grupo Dzi Croquettes
Alice Cooper
Salvador Dali
Elsa Maxwell
Prince
Josephine Baker
Elke Maravilha
Little Richard
Boy George
Marylin Manson
Lady GaGa
Sobre Carmen ele escreveu: "Me segura que eu vou dar um troço!. Nunca haverá outra mulher como ela".
E eu concordo plenamente!!
E o nome de Antonio Bivar ficaria ótimo nessa lista também. E em todas as categorias!!!
Bivar é um autor fantástico de peças, de muitos livros e é autor de inúmeros textos, artigos e crônicas esparsos em revistas e jornais onde sempre escreve com fino humor e elegância.
Adoro Bivar, amo ler o que sai da cabeça luxuosa e iluminada dele.
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Barão Drinks
Lista Telefônica de Salvador de 1975. O Barão era um bar ótimo que ficava no fim da Ladeira da Barra e pertinho da praia do Porto. Ficava abaixo um pouquinho do nível da rua num calçadão interno, tipo varanda e com mesas. Dava pra ver todo o movimento da praia, o vai-e-vem do povo, o trancetê pra cá e pra lá.
Acho que o bar fechou no finalzinho dos anos 70. Foi ficando meio decadente e terminou fechando as portas.
O Barão é do tempo em que a Barra era um lugar chique, gostoso, ia rico, ia classe média, artistas, muito doidos, uma mistura ótima. A Barra era a nossa Ipanema, numa comparação por ser um lugar descontraído e um "porto" livre, o lugar onde se lançava as modas da cidade, onde aconteciam as coisas legais e que repercutiam depois em toda cidade de Salvador. Havia liberdade naquela área e zero preconceitos.
Entre um chopp e outro no Barão, dava-se um mergulho na melhor praia de Salvador que é, ainda é - apesar de tudo! - o Porto da Barra. Pelo menos o mar é o mais legal.
Era muito bom de se ir lá.
Hoje eu não frequento mais.
Ex-Árvore
Fiz esta foto no Parque do Ibirapuera em fevereiro deste ano. O parque é lindo, com muitas árvores e plantas e flores e pássaros e lago e sossego e verde no meio da agonia cinza de Sampa. E caminhando por lá, topei com imensos troncos de árvores cortadinhos rentes ao chão, árvores que devem ter tombado por si próprias em alguma época. O desenho desses troncos das, hoje, ex-árvores são interessantes. Viraram desenhos no chão. Parecem umas patas. Patas gigantes. Patas- piso, patas-degraus, batentes que se destacam no chão em meio à grama e às folhas secas caídas na terra.
Mas são ex-árvores.
domingo, 25 de junho de 2017
Sacha Distel . Je Crois Qu'on S'aime
Adoro esta música de Sacha Distel - uma bossa-nova francesa deliciosa - que há tempos eu procurava no Youtube e, ontem, um amigo me mandou o link. É uma composição dele e está em um álbum só de bossa-nova gravado em 1975.
Sacha Distel foi reconhecido como um grande guitarrista de jazz. Foi cantor de sucesso, ator, apresentador de TV. A música La Belle Vie que todos os grandes cantores gravaram é dele. Acho que só com os direitos autorais dessa música ele ficou milionário.
Além de tudo era um belo homem e no início dos anos 60 fez um belo par com a bela Brigitte Bardot.
Brigitte dizia que só interessava a ela os homens bonitos e ela deve ter feito a festa com Sacha Distel e ele, mais ainda: pongou na fama de Brigitte, então uma das mais famosas estrelas do cinema francês e se tornou um astro.
Foto dos antigos álbuns de artistas que eu fazia.
Assinar:
Postagens (Atom)









































