domingo, 29 de janeiro de 2017
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Claudette Soares . Um Taiêr Vai Sempre bem
Concordo totalmente, ainda mais em Claudette, a mínima cantora de 1.49 cm! Ela deveria crescer com o conjuntinho de saia e casaco! E ainda mais usando um sapatinho altinho, forrado no mesmo tecido do "taiêr" e o anelão valioso, com super pedra destacando o modelo. KKKKK. O penteado primaveril deu a nota jovial à dona da bossa.
Claudette teve alguns apelidos por causa da sua pouquíssima altura: menininha compacto simples, mini pilantrinha, a menor maior cantora.
Eu amo Claudette. Bossa nova, aquela bem balançada, ligeirinha, só cantada por Claudette, ou melhor, vai sempre bem com Claudette.
Esta matéria é da Revista do Rádio e deve ser do início dos anos 60.
Postal do Folies Bergere
"Jorge, essa cidade é uma imensa obra de arte, estou completamente desbundada com tudo que vejo, tanto a arquitetura, quanto as pessoas louquíssimas e lindíssimas." Assim escreveu uma amiga minha de Paris no verso deste postal cafonérrimo e ótimo do Folies Bergere em maio de 1986.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Cangaço Colorido . Rubens Antonio . 2016
Há uns dois anos eu coloquei aqui no blog umas imagens do trabalho do artista baiano Rubens Antonio que adorei e achei um trabalho super interessante, delicado, minucioso e que, sem ficar cafona ou parecendo simples fotos retocadas, nos dá uma nova imagem da vida, do cotidiano e, principalmente, da indumentária usada pelo grupo de Lampião, cheia de detalhes, ricamente bordadas, dos adereços, acessórios e as joias usadas.
Nas fotos originais percebemos a riqueza do vestuário, mas, com este trabalho de Rubens Antonio percebemos melhor a estética daquele grupo de pessoas que, apesar de viverem em condições hostis e adversas, sem conforto e se deslocando constantemente de um lugar pra outro do sertão agreste, não se descuidavam da aparência, aliás, parece que o visual, a ostentação nas vestes, era de fundamental importância para eles.
Dizem que Lampião costurava e bordava. Dá pra ver nas roupas a utilização do ponto cheio, nas faixas que cruzavam o corpo, nas bolsas. O ponto corrente devia ser muito usado, assim como o ponto atrás. Muitos pespontos, aplicação de bicos, de tachas. Enfim, requintes a que eles se davam e que a gente nem suspeitava que ocorresse naquelas lonjuras do sertão nordestino.
Além das fotos do cangaço e seus personagens, a Salvador antiga também recebeu as cores do artista.
Saindo da exposição, fiz essas fotos do antigo casarão em estilo eclético - bolo de noiva - da família Catharino.
Assinar:
Postagens (Atom)














