sábado, 3 de setembro de 2016

Beki Klabin

Beki, a fechativa!

Carmen Mayrink Veiga . Casamento de Lilibeth Monteiro de Carvalho e Fernando Collor de Mello




Brasil Para Principiantes . Ilustrações de Frederico Kikoler


O livro Brasil Para Principiantes é uma reunião de crônicas escritas pelo húngaro Peter Kellemen quando aqui chegou no início dos anos 60 e, logo, logo, percebeu o jeito brasileiro, o tal "jeitinho" e foi se dando muito bem. Os textos são interessantes pois vemos muitos flagrantes da vida e costumes dos brasileiros daquela época. Mas, o que eu gosto muito são os desenhos, tipo caricatura, feitas por Frederico Kikoler com muito humor e que ilustram as páginas do livro.

















quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Fotodevagando


Foto perdida no tempo, esquecida em uma gaveta de brechó,  por mim encontrada e comprada por mínima pataca. Quem seriam essas pessoas esmaecidas? Um papai ensinando ao filho a dar adeus, um tchauzinho pra mamãe...E aquele instante acabou na barafunda de um brechó, em um amontoado de fotos que perderam a validade e viraram lembranças desgarradas que não pertencem a mais ninguém.
Atrás da foto está escrito: "1 ano e 4 meses".

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Nossa Senhora das Victorias


Santinho que comprei em um brechó de Belo Horizonte. 
Sou louco por um santinho antigo, principalmente quando trazem estampas tão lindas quanto esta e possuem alguma identificação. Este pertenceu a uma senhora, D. Julieta Silveira, agregada à Confraria do Santíssimo e Imaculado Coração de Maria em 5 de setembro de 1930. Há 86 anos!
Salve Nossa Senhora das Victorias!



domingo, 28 de agosto de 2016

Pra Ver a Banda Passar . Nara e Chico


Programação de televisão da revista Intervalo em abril de 1967. 
Gosto dessa arte que faziam colocando as fotos em formato de tela de TV. O programa da dupla na TV Record teve curtíssima duração durante aquele ano. 
Para relembrar dele, estes pequenos anúncios em Intervalo.


Nova Iorque

Enciclopédia Jackson, 1954.

sábado, 27 de agosto de 2016

Dois Desenhos de Maria Célia Amado


Desenho.


A Esfinge. 


 Dois desenhos lindos da artista plástica baiana Maria Célia Calmon que encontrei nesta Revista de Cultura de 1950, comprada em um sebo - a preço irrisório - e que se constituiu em uma ótima aquisição, pois fiquei conhecendo a artista Maria Célia e um pouco do seu trabalho.
Fui ao Google à cata de informações e fiquei sabendo que a artista, já falecida e, hoje completamente esquecida, era professora da Escola de Belas Artes da Bahia e que fez parte de um grupo de artistas dos anos 50 que fizeram história na arte baiana como Mário Cravo Júnior, Rescala, Carlos Bastos, Caribé, Genaro de Carvalho e outros.
Seria ótimo que fizessem um exposição retrospectiva com o trabalho de Maria Célia. Que traço lindo ela tinha! A baiana e o desenho cubista são belíssimos!
É isso, fica aqui uma lembrança e a minha homenagem a Maria Célia Calmon, graças a uma revista já bem velhinha e caindo aos pedaços, mas que me proporcionou o encontro com esta artista baiana de altíssima qualidade.




A bela e muito chique Maria Célia Calmon Amado Du Pin e Almeida, 1921-1988.
Maria Célia era filha do cacauicultor e banqueiro Gileno Amado e de Amélia Berbet Tavares Amado. Moravam em um casarão em frente à Igreja da Graça onde a família recebia personalidades de fama internacional (sic) da época.
Maria Célia foi casada com o engenheiro João Augusto Calmon Du Pin e Almeida.
Quem quiser saber mais da vida e obra da artista é só entrar no Google. Tem trabalhos lindos dela por lá, mas essas duas ilustrações que coloquei aqui tem um sabor de novidade. Uma novidade antiguinha daqui do blog, graças ao meu faro fino que me leva ao que é realmente bom. 
E Maria Célia é um estouro! Uma artista baiana de truz!


Docinhos de Santo Antonio



O êxito da receita, o "pulo do gato" é a calda em ponto de fio forte. Se, ao erguer a colher, a calda não estiver em fio grosso, então minhas amigas e amigos, adeus docinhos de Santo Antonio! Comece tudo outra vez!


O Vestido de Sal de Sigalit Landau


A artista israelense Sigalit Landau deixou submerso no Mar Morto por dois anos este vestido, uma réplica de moda dos anos 20. Com o tempo, o vestido que era preto foi ficando branco e coberto totalmente por cristais de sal. 
A Noiva de Sal foi o nome que ela deu para o seu experimento. Eu gostei demais!






sexta-feira, 26 de agosto de 2016

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Índio Canela


Lindo, simples e sofisticado este cocá de índio da tribo Canela. Não conhecia este tipo de cocá preso no cabelo através de um trançado colocado atrás da cabeça. Muito, muito bonito!
Será que os Canelas ainda estão usando este tipo de cocá???
A foto é da revista Geográfica Universal, edição brasileira, 1980.

Inspire! Prenda!


Irmã Dulce em foto dos anos 50, acho, trabalhando em uma moderníssima máquina de Raio-X. Adorei! 
E Salve Irmã Dulce!!!!