quarta-feira, 6 de julho de 2016

A Pista do Alfinête Novo . Mistério Magazine


Ai! que meda do alfinête com circunflexo! Devia ser mais ponteagudo e espetar mais!!!
Adorei a ilustração da contracapa e gostei demais do carimbo da Livraria Santa Cruz onde alguém em encarnações passadas comprou este livro e deixou pistas. 
Adoro comprar um livro, ou qualquer coisa, que tenha o carimbo de antigas lojas que existiram aqui em Salvador ou em qualquer lugar. Às vezes um pequeno detalhe é muitíssimo mais interessante que o principal: dá pistas e desvenda mistérios.



Meus Alfinêtes!!!!



 Estou precisando comprar um carimbo de borracha...vou ligar antes pro 4216 pra saber se eles têm este artigo em stock.


Coleção Amarela: AAiiiii!!!!! Que meda!!!!!!!!!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

domingo, 3 de julho de 2016

Dewi Sukarno


Simples!


Brejeira!
 Mimosa!



-Minhas pérolas de 22 milímetros!!!!!!! Depressa, estou atrasada pra fotografar!!!!!


 Uma bonequinha de biscuit...delicada!!!!
-Será que eu mudei alguma coisa dos anos 60 pra cá????


 Será que ela gosta de kiwi?


Cafona! 
Mas eu gosto de Dewi!!! Acho engraçada, parece se feita - ou fabricada?? - de louça, porcelana, de plástico, menos de carne! É um bibelot indonésio! Tem carinha de boneca, de boazinha, de meiguinha, mas deve ser danada, tinhosa, voluntariosa, o cão!
Mas eu gosto de Dewi. Lembro da minha infância, de quando abria uma revista Manchete, uma Fatos e Fotos, uma O Cruzeiro e lá estava a Sukarno...renovando o guarda roupa, comprando uma nova joia - maior do que ela já tinha e a maior do mundo -, envolta em peles no inverno, na noite elegante de Paris, Nova Iorque, com seu cachorrinho, sorrindo, sorrindo, sorrindo, ou, impassível em seu rostinho trabalhado no pancake. Caiada. Transparente. Translúcida.
Uma belezoca a Dewi!




Faceira! Boneca!

Três Desenhos de Maria Eugênia

 Três ilustrações de Maria Eugênia para a coluna de Nina Horta na Folha de São Paulo:  Hitchcock, agosto de 1999, mulher e homem com livros, novembro de 1999 e o caracol, fevereiro de 2000.








sábado, 2 de julho de 2016

Santa Filomena


Ganhei ontem este santinho de Santa Filomena como uma lembrancinha. Amei!!! E a Santa Filomena é tão chique!!! Com certeza é uma das mais alinhadas entre as santas, túnica e mantos divinos, palma e ramos de flores na mão - sinal de que foi martirizada - coroa de flores na cabeça e uma espada e uma âncora como atributos. Lindíssima ela se apresenta a nós, pecadores sem jeito!
Gosto das paisagens de fundo, as contextualizações, as cores exageradas. 
Sou vidrado em santinhos. Este é mais um para a minha imensa coleção.
Tenho guardada uma coroa de Santa Filomena. Coroa, para quem não sabe, é um pequeno terço com um determinado número de contas e que se reza em intenção ao santo, pedindo graças e intercessão.
Valei-nos Santa Filomena!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Linda e Dircinha Baptista . Tristes Lembranças







Não me compraz, não me satisfaz, não me dá nenhum prazer ter de remexer nesses meus recortes antigos de jornais e revistas que trazem um assunto que, na época, me chocou muito e fiquei completamente arrasado: o "ressurgimento" de repente, não mais que de repente e de maneira tristíssima nas manchetes de todos os jornais do Brasil, de duas daquelas que foram os maiores cartazes da música brasileira desde os anos 30 até os 60, Linda e Dircinha Baptista.
Como elas eram muito direitinhas, imaginava que tinham se aposentado numa boa, tinham feito um pé de meia e viviam em casa, bem, bordando, cozinhando, sei lá, tipo duas donas de casa comuns. Qual nada! O que eu li nos jornais sobre as duas, eram cenas de filme de terror, de verdadeiro horror, de total decadência. E fiquei apavorado!!! 
Fiquei ligado no que saía na imprensa depois do sucedido e  esses recortes são da época, anos 80, já amarelinhos e que precisavam de uma boa escaneada para não desaparecerem. Agora irão ficar por aí, nas nuvens, no céu como as Baptistas.


Revista Isto É - Abril de 1988.








Os textos seguintes são de 1998, época em que foi feita uma peça no Rio que contava a história das duas cantoras, desde a época da glória total ao terrível abandono em que viveram na velhice.
Não vi a peça. Vi no Youtube umas cenas que não sei se ainda estão por lá. Foi uma boa homenagem prestada às duas cantoras.
De lá pra cá, total silêncio sobre elas. Mas isso acontece com Elizeth, com Nora Ney, com Dalva, com... 






















 Alô!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Audrey Hepburn . Ilustração de Hippertt


Lindo desenho de Hippertt. 
O Globo, setembro de 1991.

Dona Alegria . Recitativo!


E vamos ao recitativo! O poema de Lilinha Fernandes é uma belezoca, mas nas duas últimas estrofes a mensagem desanda, parece que Lilinha se baratinou, ficou louca e, no desfecho, se contradiz e fica  descrente da alegria. 
Nota 9 pra Dona Lilinha e o seu Dona Alegria.
Acho que em todos os casos é melhor deixar a alegria entrar pra dar uma arejada nos ambientes e nas mentes, principalmente. Até rimou...
Então, decorem bem o poeminha e recitem à perfeição!!!
(Anuário das Senhoras - 1936.)