Esses gatinhos moram na Rui Barbosa, a rua dos antigos e tradicionais antiquários da Bahia. Eles, como eu, devem adorar as antiques, mas, devem somente apreciar o que é vendido por lá. Antiques estão tão caras!
Fiz essas fotos ano passado, 1815, quando passei por ali de liteira, evidentemente. Não resisti e peguei o meu daguerreótipo e photografei soltando fumaça.
Adoro os gatinhos habitantes das calçadas. Dá vontade de pegar todos e levar para a minha mansarda na rua do Boqueirão. Mas, não dá!
Se os deuses permitirem ainda abro uma Fundação como a de Brigitte. KKKKK
Mas, por lá, só vai rolar gatos.
Preciso comprar antiques. Sou viciado, entende????
O miado deles é de época! Eu juro que é!
-Não é só você que tem Laliques, queridinha! Eu também tenho! E vários meu bem!
-Bom dia! Eu quero ver um Bonnard, estou precisando de uma coisa bem decorativa pro meu apartamento no Corredor da Victória.
-Uma vontade de comprar um anel Déco! Mas as joias estão tão caras aqui na Rui! Vou aproveitar que eu estou aqui e vou dar uma descidinha na Barroquinha. Um Déco fantasia vai muito bem nesse nosso cotidiano tão violento.
Vocês não acham?
-É melhor dormir. E sonhar que eu estava tão linda numa festa de raro esplendor, não é mesmo?
Miau!
sábado, 5 de março de 2016
Brigitte Bardot . Boulevard du Rhum . 1971
Primeira foto: arrastada do Le Vrai Blog de Brigitte Bardot, o blog que tem tudo, tudo, absolutamente tudo sobre BB e sobre a Fundação Brigitte Bardot de proteção aos animais.
É bom entrar lá para ver o trabalho maravilhoso que a Fundação desenvolve em todo o planeta. Eu, realmente, não sabia que era uma coisa tão grandiosa, que envolve muita gente e que envia delegações a todos os lugares do mundo onde há animais maltratados, explorados.
Segunda foto: Jornal A Tarde, 1971.
As duas fotos são do filme Boulevard du Rhum - produção caríssima, locações lindas, scenários e figurinos de arrasar - que assisti aqui em Salvador e no qual, pra variar, BB estava linda. O filme se passava nos anos 30 e BB fazia uma star da scena muda da época.
Dois anos depois BB abandonaria le cinemá pelos animais e investiria todo o dinheiro que ganhara por três décadas de trabalho na Fundação Brigitte Bardot.
Viva Brigitte!!!
Carmen Mayrink Veiga e as Plumes d'Autruches
Carmen, o majestoso leque de plumes d'autruches - amei milhões!!! - e Adriana Quattroni Frering.
Casamento na Igreja da Glória, Rio.
Imaginemos Carmen na pequena e linda igreja do Outeiro da Glória abanando-se majestosamente como o seu leque...só deu ela na cerimônia. E o d'autruches!
KKKKK
Carmen não fecha pouco. Fecha muito, aliás, LACRA! E nesse dia, pra variar, ela estava estava uma aparição. A jovem e linda Adriana, ao lado dela, amarelou, sumiu.
quinta-feira, 3 de março de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
A Vicentina e o Voto
Eleições estaduais em Belo Horizonte, 1958. As ruas cheias de papéis de propaganda e a Vicentina, cumprindo o seu papel de cidadã.
-Meu São Vicente de Paulo, minha Santa Catarina Labouré estou perdida! Não consigo encontrar a minha secção eleitoral. Nunca vi tanta gente na minha vida!
Um calor horrível! Estou vendo a hora de meu chapéu perder a goma e arriar! Tudo eu aguento meu Deus, menos isso!
Ó céus!
Orgulho Godê
Foto comprada em BH. Uma meninazinha abrindo a ampla saia godê guarda-chuva, imensa do seu vestido. Está alegre, contente. Inocente. Orgulho godê.
A mamãe deve ter gasto os tubos com o tecido enfestado.
Que comemoração seria esta em dezembro de 39?
Lindo o correio de casas enfileiradas com gramado na frente e árvores.Todas as casas sem muros.
E pra quê muros nesta época?
A mamãe deve ter gasto os tubos com o tecido enfestado.
Que comemoração seria esta em dezembro de 39?
Lindo o correio de casas enfileiradas com gramado na frente e árvores.Todas as casas sem muros.
E pra quê muros nesta época?
Rugól . Propaganda . 1958
Passemos todos o Rugól. Principalmente na alma.
RugÓl.
Ó!
Anúncio na revista Alterosa, e não visualizado por mim no Google. Novidade antiguinha, portanto.
Passemos Rugól!
Zilah, A Mais Querida!
Queridíssima Zilah!!! Uma graça a coroazinha na cabeça!!!
Da revista Alterosa para o mundo!!
A senhorita que está atrás da senhorita Zilah está muito bem com um vestido amplo e bordado em ponto caminho sem fim.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Rainha Elizabeth II . Nova York . 1957
1957. Visita a Nova York. O repuxo foi grande. Compromissos mil. Agenda cheia. A rainha "chia". Rainha exausta, cansadíssima!! E houve um momento de cansaço em que... o rosto real pendeu!!! KKKKKK
Amo esta legenda!!!!!!!!!!
Eu também ando cansadíssimo, mas meu rosto não pode pender, hirto eu tenho que ficar!!!
-Que cansaço meu São Jorge! Sinto meu rosto real pender!!! Que saudade de meu Reino Unido, do meu boudoir no Palácio de Buckingham!
Tenho fé que cedo acabe esta visita a Nova York!!
E lá vai a matéria da revista O Cruzeiro fotografada.
-Salve a rainha!!!!
-Poderiam ao menos ter consertado esta escada, não? Degrau em falso me dá labirintose!! Meu rosto real está a pender!!!
-Que automóvel lento! Já estou pendendo! Vou ter uma síncope nervosa! Um mal de São Guido, estou trêmula!!!
-Vamos,vamos querido! Estou mofina, louca pra chegar em Inglaterra! Good Bye, americanos!!!!
Meu rosto real e tudo o que resta de mim já começa a pender!!!
Que cansaço meu São Jorge!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
A Baiana Autêntica
Mãos lindas e bem tratadíssimas. Anéis, pulseiras, colares. Uma baiana com feitio antigo, paramentada, mas não um cabide de panos e torços exagerados e joias - bijoux - nada condizentes com a verdadeira baiana. E este vestido alvíssimo de bordado inglês miudinho??? Que luxo é este?!
Lindo detalhe do corpo desta linda e saudosa baiana, saudosa, já que, hoje, elas não são mais assim. Ou ficaram muito simples ou perderam a conta nos enfeites e o bordado inglês, agora, são enormes buracos que dão para passar as mãos...medonhos!
Salve o fotógrafo que fez este magnífico trabalho que trás até nós a Verdadeira Baiana. Luxuosa baiana do tempo em que a Bahia tinha encanto, segredos, feitiço.
As mãos dessa baiana me lembrou as mãos lindas de minha amiga Eunice, a que foi faceira até o fim.
Carmen Mayrink Veiga, Vera Loyola, Adalgisa Colombo Teruskin e Ana Pais . Noite de Bossa
Foi a noite do amor, do sorriso, da flor e da classe e elegância de CMV.
Claudette era a dona da bossa. Carmen é a rainha da bossa. Só que não é uma bossa "cantinho e violão". É bossa sinfônica. Orquestra completa!
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