No Rio, fui conhecer a casa de Guilherme Araújo, agora transformada em Gabinete de Leitura, lugar que conserva a coleção de Guilherme de objetos, livros, fotos, mobiliário e que abrigará também eventos culturais variados. Fui na casa com Thereza Eugênia, fotógrafa e amiga de Guilherme - ela se autodenomina agora de "o self de Guilherme" - uma vez que em todos os lugares que Guilherme ia Tereza o acompanhava e, com a sua máquina, fez muitos instantâneos que marcaram uma época. Se antecipou, portanto, ao self. A casa é super legal e foi inaugurada com uma exposição de fotografias de Thereza Eugênia que fotografou Guilherme em várias épocas e nos vários eventos de sucesso que ele promoveu. Fiz uma fotinhas da casa. Vamos lá!
Que assoalho! Que tacos!!!!
Oncinha nas cadeiras e poltronas. Simples o rapaz dono da chez!
Amo um lustre, principalmente se forem déco.
Um rapaz sério. Empreendedor. Sucesso como empresário de artistas e da noite. Um batalhador. Um vencedor!
Um rapaz alegre. Super alegre! Frutas, frutas para todos, sirvam-se, moças e rapazes!
Uma alegoria do Rio e do Carnaval. Hum!!! Adorei este pão de açúcar entalhado e pintado. Não resisti a fazer um detalhe.
A fotógrafa Thereza Eugênia, a grande amiga de Guilherme Araújo e que, atualmente, está fazendo fotos lindas pelas ruas do Rio, cidade que ela escolheu para morar, que escolheu ela e que ela ama e que é a cara dela. Tudo nos conformes: de Serrinha para o Rio. Na glória!
Fotos de Thereza conhecidíssimas por nós todos.
E tem suíça no salão: Úrsula Andrews! E cercada por rapazes da pesada. Reparem na cintura de Úrsula!!!! Finíssima!!!!
Objetos decorativos de Guilherme. Falos, falos, falos. Em diversos suportes e utilidades. Este aqui é um quadro de flores e um pênis rosinha claro. Uma coisa simples.
Que figona!!!! Com uma dessa não tem olho grande que pegue!!!!
Chifre. Troféu Chifre do Grande Gala Gay, baile promovido por Guilherme e que era um dos grandes sucessos da noite do Rio na época do carnaval. É um chifre de veado de responsa. Enorme!
Um cinzeiro práctico! Muito práctico! -Querido, me passe o cinzeiro, por favor!
O Gabinete de Leitura Guilherme Araújo fica em Ipanema.
Alô, queridos amigos. Vamos folhear uma revista antiguinha??? Elas foram bem guardadinhas, com carinho, estão limpinhas, ótimas para reler, ótimas para reúso, para reciclo, reciclo chique é claro, afinal, onde entra Carmen só rola LUXO e esta matéria é mesmo um LUXO, já que tem comentários da própria Carmen sobre Saint-Laurent e sobre os vestidos que ELA usou do estilista. É babado. É pompa! A matéria é de 2002, Revista Quem. Vamos lá!!
Imagem de hoje no jardim do Campo Grande em Salvador. Se a árvore estava doente, tudo bem a derrubada, mas, como a cidade está em um franco processo de desmatamento e de desertificação - só plantam palmeiras e coqueiros como se eles dessem sombra e ventilassem - fico sem saber o que pensar. Vou apurar. "Eu vou a Palácio"!
Uma música entre muitas outras do magnífico repertório de Maysa que eu adorava ouvir. Que cantora maravilhosa era Maysa e que mulher incrível, linda e chiquérrima! Ô coisa boa é o Youtube para poder ouvir coisas que de vez em quando volta à cabeça da gente, músicas que ficaram na memória, como esta, Catavento. Músicas de um tempo quando havia cantores, cantoras e compositores à fartura no Brasil. Hoje...abafemos! Vamos ouvir esta linda página musical de Arthur Verocai e Paulinho Tapajós.
UAU! Este vestido de Carmen é um dos mais incríveis que ela tinha, acho que é de Givenchy e deve ter sido feito para ela. É lindo, a cara dela e ela o usou diversas vezes em diversas ocasiões. Lembro de uma foto - anos 80 - em um jantar em Gstaad em que ela está vestida com ele. Só uma mulher incrível como Carmen para usar um vestido como este. É muita pompa! Não é brinquedo não! A foto é de 2003.
Fotos escuras, anoitecendo e eu fotografando as ruínas do antigo Clube Palmeiras, o clube povão da Barra que, nos finais de semana, tinha música ao vivo e danças até o sol raiar. Paraíso das empregadas domésticas que lá iam para sambar, bolerar com seus namorados. Muita gente que morava por ali reclamava do barulho, da música alta da orquestra, mas, comparando com os barulhos atuais das músicas sem qualidade que se ouve em toda Salvador, aquele som de orquestra era um bálsamo para os ouvidos. "Faz-me rir o que andas dizendo, que te adoro e morro por ti..." "esta cínica farsa de agora, faz-me, ah, faz-me rir." "Risque meu nome do seu caderno..." "De madrugada bateram palmas no portão..." "Passei a noite procurando tu, procurando tu, procurando tu..." "Perfume de gardênia..." "Trepa Antonio, o siri tá no pau, eu também sei tirar o cavaco do pau. Lá em casa..."
Casa de fachada pequena na Rua Greenfeld e fechada há séculos. Hoje passei por lá, vi o detalhe da parede e resolvi clicar. Parece que ela é bem comprida, com árvores no que deveria ter sido o seu quintal. É isto.