Um Karmann Ghia azul estacionado em pleno Campo Grande pela manhã!!! Que choque!!! Pensei que eu estivesse tendo uma visão, uma alucinação, que me tinham aplicado um Bom Dia Cinderela, que eu tivesse tomado uma garrafa inteira de Aguardente Jacaré...KKK
Este lindo Karmann Ghia azul é do tempo em que víamos tudo azul, a vida era azul. Tempo em que o Planeta Terra era Azul.
Agora é cinza, tudo acabado e nada mais.
Mas, por incrível que pareça e apesar do cinza, eu agora sou feliz!
Eu é que faço o meu Azul diário. Aliás, temos todos que fazer. Senão...
E voltei, na manhã do dia seguinte, para fotografar mais carros que, acho, já estavam todos expostos.
Nem gosto muito de carros, mas, desses, como não gostar???
Esses carros são de uma época em que cada um tinha uma cara, um estilo, desenho e cores diferentes. Hoje, são todos iguais. Todos em cor escura. Ou cinza ou preto.
Eu não consigo distinguir as marcas dos carros que rodam por aí.
Esses automóveis que estão aqui tinham desenho, personalidade.
Cada um comprava o carro que combinasse consigo. Se o comprador tivesse dinheiro, é claro!
Aqui no blog tem um item carros em que eu coloco fotos de propagandas, desenhos e ilustrações de carros antigos. Mais é mais pela estética do que por marcas.
Era uma das igrejas que eu mais gostava de Minas. Infelizmente, no seu interior, ocorreu um incêndio e pouca coisa original restou.
Mesmo assim continua sendo a minha preferida. Sou devoto de Nossa Senhora do Carmo.
Fui a Mariana pra entrar nessa igreja.
Na entrada da igreja esse cartaz com fotos do sinistro.
Na parte interna, o presbitério, o teto e o altar, foram as partes que restaram da decoração da antiga igreja.
Os altares laterais, teto, portas internas, o guarda-vento, tudo foi refeito e pintado em uma cor neutra. Nada de falso histórico, o que se foi, foi.
Para a igreja continuar com suas atividades tudo foi recomposto, mas com descrição, como manda as normas de restauro em caso de perdas profundas como as que aconteceram aqui na Igreja de Nossa senhora do Carmo após o incêndio.
Altar lateral. Refizeram simples e de tom neutro.
Algumas das imagens que restaram. De roca, suponho.
Maravilhosa oração, do tipo que eu gosto, antiga!
O guarda-vento. Refizeram, mas simples e de cor neutra.
A pintura do teto perdida, agora está assim, neutra. Não sei se se salvou a barra em volta escaiolada...
O incêndio foi tão violento que as pilastras de pedra ficaram assim, cheias de fissuras e lascas. Pedaços caíram. Mas resistiram e a igreja ficou de pé.
Escada ótima. Estreitíssima. Vontade de subir pra assuntar...
Porta aberta
dando para um pátio no fundo, tipo um quintal, com imagem de Nossa Senhora do Carmo em gesso no centro.
E ao longe...
Aproximando, ao fundo e ao alto, a Igreja de São Pedro de Mariana. Não fui. Haja pernas pra subir ladeiras.
Mas, porém, apesar de, em pé!
Santinho de Nossa Senhora de Boa Esperança ainda em sua moldurinha original em rádica que o amigo Walter me presenteou.
Na atual Igreja da Piedade, em Salvador, não há nada, nenhuma referência a antiga devoção a Nossa Senhora de Boa Esperança.
Acabou-se.
Restou o santinho e a esperança.