A casa onde morou Raymundo de Castro Maya com parte do seu requintadíssimo mobiliário, quadros, esculturas, aparelhos de jantar, objetos de decoração. O restante está no Museu do Açude na Quinta da Boa Vista. Mas lá eu não fui. Aqui na casa de Santa Tereza tem de estátuas gregas a mobiliário brasileiro dos séculos XVII em diante. Um luxo.
A Casa de Laurinda Santos Lobo . O Parque das Ruínas.
Laurinda em imagem impressa em vidro que acompanha o visitante por todos os cantos da casa, como se ela estivesse recebendo os seus convidados.
Uma ruína que se modernizou para receber o público: passarelas, escadarias, vidro e mirantes de ferro. Ficou chique a intervenção, nada de falso histórico. Laurinda deve ter amado.
Laurinda!
Shows ao vivo. Muita gente, muita animação. Na parte de baixo ainda tem um anfiteatro e um café. Sala de vídeos e de exposições, auditório. Coisa muitcho boa!
Eu gosto muito do texto de Hildegard Angel. Acompanho o trabalho dela como jornalista há muito tempo, era leitor assíduo de suas colunas sociais impressas e agora leitor do seu blog. Hildegard tem o dom da pena, o texto sai fácil, fácil, é gostoso de ler e, tem uma particularidade, que sempre notei. Ao escrever sobre enterros de amigos, passamentos de pessoas de projeção, sobre as missas, as homenagens prestadas, o texto dela sai mais primoroso ainda, ela se esmera e descreve com detalhes as cerimônias, os rituais com todo o respeito e sentimento por ela sentido e, por aqueles que são os próximos ao noticiado. Esta crônica sobre Dona Maria Ignês Piano escrita em 1991 por ocasião do seu falecimento é um primor. Dona Maria Ignês Piano, para quem não sabe, foi uma grande dama da sociedade carioca, sempre presente nos acontecimentos mais seletos do Rio de Janeiro. Como leitor assíduo de colunas sociais - agora não mais, pois elas já não existem e o "cast" atual das colunas remanescentes não me interessam mais, achei que deveria reproduzir esta crônica, triste, mas que é um exemplo de como se escreve um texto com categoria como este de Hildegard Angel que sabia e sabe como fazer a notícia.
A Carta, pintura de José Júlio de Souza Pinto, Portugal, 1856-1939. Arrastei esta obra de José Júlio do blog Peregrinacultural's, que é muito bom. Pinturas e desenhos de pessoas lendo e escrevendo são temas sempre repetidos no blog que tem, também, muitos textos legais, sejam os escritos pela criadora do blog ou aqueles que ela reproduz. Ela desencava coisas maravilhosas! Obras e artistas muitas vezes totalmente desconhecidos por mim, como é o caso deste pintor português.
E fui ao Google atrás de fotos de José Júlio. Um bom português, pois não!
Ouvindo Walter Wanderley no Youtube encontrei a música Camel Juice que tem essa imagem de modelos com roupas de Pierre Cardin nos anos 70. Look Futurista. Pra mim, Look Vicentino. E hospital, também.
Suponho que esta Gioconda seja, talvez, algum adesivo ou rótulo de alguma casa de molduras, não sei. Achei bonita a reprodução da Gioconda e comprei. E seja o que for está em perfeito estado. Conservaram e mantiveram bem. E agora, ficará comigo a Gioconda???? Meus deus, que repositório de velharias eu me tornei!