quinta-feira, 21 de maio de 2015

Salvador Chora . Ladeira da Montanha e Ladeira da Conceição . Maio de 2015

 Nesses dias de chuva em que Salvador está derretendo e indo ladeira abaixo -literalmente- pincei nos sites do Bocão, do Metro, A Tarde, do Correio da Bahia, Bahia 247, Tribuna da Bahia e Bahia Notícias, essas fotos, flagrantes tristes de uma tragédia sempre anunciada e que finalmente deu as caras.
Infelizmente as casas escoradas há muito tempo e que nunca foram restauradas estão sendo demolidas por causa da chuva. As estruturas de ferro de sustentação ruíram junto com as casas. É descaso em cima de descaso.
Espero que não arrasem com tudo, com as casas lindas que merecem ser restauradas e que são a cara de nossa cidade.
Falam tanto de Salvador primeira capital do Brasil, alardeiam, enchem a boca para espalhar este slogan aos 4 ventos, que restaurem, então, as velharias da velha capital. 
Salvador é bonita justamente pela sua história que está nos bens materiais e imateriais. Tudo é velho. Tudo tem que ser revitalizado, revitalizados todos os dias para que o charme que ainda tem esta cidade sofrida perdure por mais tempo.
Tempo é a palavra.








Antiga essa marca!!!! A cara da praça!









































































 O que é isto, meu deus??? Por que não restauraram tudo antes dessa tragédia???
A cidade é outra, desdentada, com buracos e vazios horríveis dando para a Bahia de Todos os Santos.
Vão alegar que "a vista" ficou uma beleza!!!!!
Uma tristeza, mas do jeito que estava iria acontecer mais mortes.
Uma pena o abandono ter chegado a este ponto drástico da derrubada dos casarões.
Deveria ter construções ali do século XVII!!! Muitos do XVIII e do XIX. Patrimônio que foi ao chão. História que virou LIXO, ENTULHO.
Xá pra lá!!!!!!








 O que é isso??? Que "estauta" é esta??? Nunca vi!!!!
Novidade!



















segunda-feira, 18 de maio de 2015

Danuza Leão


Fotinhas de "artistas" na Revista Intervalo 2000, anos 70 que rendiam páginas de álbuns. KKKKK. Hoje rende blog. 
É o reciclo do reciclo e um novo ciclo, um recomeço, um caminho sem fim, uma barafunda, idas e voltas. E lá vou eu. De novo. Recalcando as antigas manias, as mesmas ideias, porém com sabor novo. Afinal, o angu é outro!
Sim...mas Danuza era uma gracinha...e climática!!!!


Chá das Cinco




Nota maravilhosa de alguma coluna social do final dos anos 70. Ibrahim? Hilde? Zózimo? Seja de quem for, vale o escrito. E como vale! Tempos bons aqueles da sociedade carioca! Tempo de Nenette Weinschenck, senhora chiquérrima - era mãe de Claudine de Castro também falecida-, recebendo para chá sentado.
Como eu não guardaria uma notinha dessas? 
Vale para um estudo dos costumes da antiga alta sociedade carioca que, hoje, está down. 
Quem fazia o society carioca eram as mulheres e os homens muito refinados de famílias tradicionais. Nomes de famílias ótimos - Sertório, Sarmanho, Duvivier, Chamma, Santo Domingo, Mayrink, Neves da Rocha etc. etc. uma festa nos jornais!!! 
Hoje deve ter até Bispo dos Santos recebendo. Em pé, é claro.

domingo, 17 de maio de 2015

sábado, 16 de maio de 2015

Passeio Antiguinho . Casa na Rua Carlos Gomes


Conheço essa casa por dentro, pois já baixei por lá há uns dois anos. A casa é daquele tipo sala da frente, quarto da frente, corredor e quartos na lateral. Outra sala grande, copa, cozinha - enorme e com azulejos em relevo lindíssimos e ainda em perfeito estado - e enorme quintal que vai dar - me assustei, ôco fiquei - na Tuiuti! Babado!
Infelizmente no dia em que fui fazer fotos, o senhor que toma conta desta casa - anos 20 , 30?- me disse que a mesma estava atulhada de coisas e que não daria para eu "adentrar palácio". Então, enfiei o meu piano de calda no saco, fiz essas fotinhas básicas e tive que me dar por satisfeito.
A "porta de dentro" resguardo do interior e da intimidade da família é uma coisa maravilhosa. Imensa, em madeira recortada, uma coisa meio árabe. Uma beleza!
As paredes, na parte de baixo tem essas texturas imitando ondas, ondas do mármore. Uma pena que está tudo pela hora da morte ou nos pródromos.
Que fazer se a Bahia já foi assim?



Ô de casa!!!
Acaçá! Lelê!
Ô de casa!