domingo, 21 de janeiro de 2018

Dora . Caymmi . Gal






Hoje eu escrevi uma resposta a uma leitora aqui do blog e me lembrei de uma canção  de Dorival Caymmi, Dora, que eu adoro!! e, nunca mais tinha escutado. Nana também gravou super bem a música, mas eu adoro o versão de Gal. Este vídeo da cantora é de um show em 1993 no Teatro Castro Alves em Salvador.
O desenho de Caymmi - já postado aqui - é do pintor baiano Carlos Bastos.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Estrelinha da Texaco


Hummmm, adoro esse bonequinho, ou bonequinha estrelinha que se via nas propagandas de óleo da Texaco nos anos 60. Já procurei por ele - ela e não encontrei nada por aí... Não fizeram com ele, ou ela, chaveiros, adesivos, flâmulas, nada, ficou só nos anúncios, sempre alegrinha, ou alegrinho, e abanando o bonezinho para a moçada. 
Reparem que ela - ele tem sapatinho!! Não é uma estrelinha qualquer. Tem charme.
É isto: reabilitei a estrelinha da Texaco! Um verdadeiro amoreco!
Mas, eu acho, "no meu íntimo", que a estrelinha seja ela mesmo: os cílios são bandeirosos, pra cima, passados rímel, bem femininos. Mas, o bonezinho... é de macho!



domingo, 14 de janeiro de 2018

Desenho de Yvete Ko Motomura


 Há meses encontrei em um sebo, dentro daquelas caixas onde ficam os livros em promoção, os mais baratos, aqueles best sellers apavorantes, o refugo do refugo, aqueles que ninguém quer, este livro que me chamou a atenção pela capa que, gostei, mas, não comprei. É tanta coisa que já tenho...mas fiquei com ele na cabeça, ou melhor, com a capa. 
Voltando ao mesmo sebo e, na mesma caixa de "dejetos", do quase lixo, o "Vidas Falsas" continuava lá e a capa me pedia para vir comigo. Comprei e aqui está ela.
É um desenho lindo e moderno, o fundo preto e o vermelho dramático e forte contrastando com os traços delicados dos rostos e perfis. Coisa boa! Desenho classudo.
Fui ao Google saber sobre Yvete Ko Motomura e a única coisa que achei sobre ela é que foi uma ilustradora que trabalhou aqui no Brasil entre os anos 50 e 80 também como quadrinista e roteirista.
Esta edição do "Vidas Falsas" é de 1967.


sábado, 13 de janeiro de 2018

Colherzinhas do Café Papagaio





No final da década de 90 ou início de 2000 eu comprei uma colherzinha do Café Papagaio, mas esqueci do fato completamente, tanto que fiz as duas postagens sobre o café e não coloquei nenhuma foto delas, o que seria de se esperar pela raridade da peça. 
Esta semana me deu um flash de memória e me lembei dessa compra, me lembrei que um amigo meu tinha ido lá em casa, eu mostrei a colher e morremos de rir e ele disse: - "só você mesmo, Jorge, pra achar essas coisas", e...kkkkkkkkk 
Me lembrei da da colher mas, onde estava???? Onde estaria????? Tenho tanta coisa velha...kkk .
São Longuinho, valha-me!!!
Procurei em duas caixas em que guardo apetrechos de cozinha que uso, mas não tanto. Não estava. Fui na estante/vitrine da sala onde guardo algumas colheres de prata em uma taça e não estava. Abri um armário da cozinha onde guardo xícaras, "xicrinhas" e mais colheres e, lá estava ela, aliás, elas, pois são duas colherzinhas, colherinhas, "culerzinhas" do Café Papagaio. Obrigado, São Longuinho!
Mas, o que fez que eu me lembrasse da tal colher foi um comentário de um visitante do blog. Abrindo a página para responder a um comentário dele, revi o anúncio postado e a mensagem que, quem comprasse 1 kg do café ganharia uma colher. Estalo!
E aí estão as duas. Uma está intacta, ninguém usou, ninguém mexeu com ela o saboroso Café Papagaio e, a outra, está desgastadinha na ponta, "sambada" e sem brilho, sinal de que foi usada à valer, mexeram bastante e foi lavada. Ótimo!!!



café papagaio
papagaio

Fui olhar uma lista telefônica de Salvador de 1975, procurei o Café Papagaio e não achei, nem no endereço da fábrica na rua Carlos Gomes e nem nas páginas amarelas, sinal que ele deixou de ser fabricado antes dessa data. 
As listas telefônicas são ótimas fontes de pesquisa, ali tem tudo o que funcionava e existia no comércio da cidade. Sem falar dos nomes completos dos assinantes, o que hoje seria um perigo!!!!






As colheres eram feitas de alumínio polido que, com o tempo, iam perdendo o brilho e se desgastavam com o uso, já que o material é frágil. Parece o que se chamava de "alumínio batido" feito com reaproveitamento do metal.
Essas do Papagaio eram fabricadas pela Radio, indústria que não consegui nenhuma informação por aí. Me lembro da Ricca, fábrica nacional e que fazia utensílios de cozinha variados de alumínio, mas eram de material bem melhor, bem duráveis e caros.
Me lembro que na feira de São Joaquim, se vendia muitos talheres de alumínio batido usado por pessoas mais pobres ou na cozinha. Eu tenho alguns antigos guardados, acho super interessantes.


É servido? É Papagaio!


Quando eu era menino as famílias se dividiam entre as que gostavam do Café Rio Branco, o América ou o Papagaio. Eu não lembro do preferido lá de casa.


Mas o que eu queria mesmo, era ver a embalagem do Café Papagaio feitas com folhas duplas de papel fino, colorida em tons de verde e amarelo - Brasil! - e com uma estampa linda de um papagaio no centro.


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Festa do Bonfim 2017 . A Freira e a Baiana


 Este ano procurei nos jornais fotos desta freira super simpática que, nas festas do Bonfim, se confraterniza com as baianas que lá vão em romaria lavar as escadarias da igreja, mas não encontrei nenhuma imagem. Nenhum fotógrafo da imprensa local clicou este ano o encontro das duas, a católica e a baiana que pode ser católica e pode ser também do candomblé e, as duas, em comunhão, as duas unidas pela fé.
À noite no jornal das sete, quem eu vejo? As duas devotas e, a freira, respondendo a uma pergunta da repórter disse a frase lapidar, a mais verdadeira para os baianos: "Esta é a fé que nos representa".
Já postei dois encontros desta freira com as baianas na festa do Bonfim e essas postagens são das mais acessadas aqui no blog.
Eu ia escolher as fotos dentre as que eu fiz direto da tela do meu computador, mas, resolvi colocar todas as que fiz com suas pequenas variações.
Ano que vem se o Senhor Bom Jesus do Bonfim permitir quero tornar a postar este encontro de religiões, de carinho, de paz, de alegria e de amizade nesta festa que nos representa.